Generic placeholder image

Linda Bezerra

Tem 50 anos, é piauiense e baiana, e se esforça todos os dias para encontrar uma boa história. Se ela grita na redação “genial!”, os repórteres tremem na base, já sabem que têm trabalho de apuração pela frente. É editora de Produção do jornal, mas só sente que a vida está ganha mesmo quando escreve sobre gastronomia.

Generic placeholder image

Hagamenon Brito

Popmaníaco por excelência, 55 anos, é editor do caderno de cultura Vida, colunista e crítico musical do Correio. Criador do termo axé music, produz e apresenta os programas de rádio Black Soul e Sangue Novo (Globo FM), é autor do livro E Isso É Apenas Pulp Fiction, Homeboy, participou de projetos como Natura Musical, Petrobras Cultural e Prêmio da Música Brasileira, e é pai dos gatos Leo DiCaprio, Fiona, Britney Fofucha e Zico (in memoriam). Reza a lenda que tem uma personalidade zen, mas há controvérsias...

Generic placeholder image

Paula Magalhães

Como boa geminiana, tem 38 anos, e tinha mesmo que comandar o Bazar, caderno de variedades que aborda temas como moda, beleza, comportamento, turismo e decoração. Inquieta, a jornalista ainda apresenta o quadro Expresso da Moda, no programa Mosaico Baiano, cria conteúdos para o site que leva seu nome e assina matérias como convidada para revistas nacionais, como Vogue e Wish, e internacionais, como Wallpaper. Um luxo! Só não conte com Paula no fim de semana. Basta fazer um solzinho, que ela parte pra PF.

Generic placeholder image

Juan Torres

Tem 34 anos, mora em Salvador há oito, e nem sabe mais de onde era antes. É agora editor de Inovação, mas durante três anos comandou a editoria de Cidade, onde se especializou em tirar o juízo dos repórteres. É capaz de achar algo errado até no Barcelona. Gosta de chuchu.

Generic placeholder image

Marina Silva

Tem 33 anos, trabalha há 8 anos na editoria de fotografia e adora fotografar gente, captar suas emoções, cores e histórias. Pelo jornal, foi premiada na 32ª edição do Award of Excellence categoria Photography/Simgle Photos e no Prêmio OAB.

Generic placeholder image

Bruno Wendel

Tem 35 anos, é de Salvador e repórter de Cidade. Há dez anos cobrindo a área de segurança pública, tem faro aguçado para farejar pistas e uma boa dose de coragem. Em setembro do ano passado, foi o grande vencedor do Prêmio OAB de Jornalismo Barbosa Lima Sobrinho com a série Onde Está Geovane?, também finalista do Prêmio ExxonMobil de Jornalismo — antigo Prêmio Esso, o mais importante do país.

Generic placeholder image

Gabriela Cruz

Tem 38 anos, é soteropolitana e editora do caderno Bazar. Sempre em busca do melhor conteúdo, já rodou o Brasil garimpando ideias e objetos. Sua mesa é um caos. Recentemente foi curadora do Afro Fashion Day Salvador, que reuniu criadores baianos em um megadesfile no Centro Histórico. Seu lema é leveza, palavra que traz no braço em forma de tatuagem. Ao todo, são 16 espalhadas pelo corpo e mais uma já programada.

Generic placeholder image

Iasmim Sobral

Tem 25 anos, é soteropolitana de nascença e irlandesa de coração. Estagiária do site do CORREIO, a futura jornalista morou um ano em Dublin e lá viu crescer o sentimento e o desejo pela carreira. Sempre em busca de novidades, ela adora escrever e conhecer novas culturas.

Generic placeholder image

Ivan Marques

Tem 33 anos, é soteropolitano, louco pela filha Luísa e subeditor de Esporte. A paixão não é por um único esporte e, sim, por todos eles: do curling ao MMA, do snowboarding à pesca submarina. Realizou um dos seus sonhos ao cobrir a Copa do Mundo de 2014. Os olhos brilham só de pensar nos Jogos Olímpicos do Rio-2016.

Generic placeholder image

Telma Alvarenga

Tem 52 anos, nasceu em Minas e, não fosse pelo forte sotaque carioca, adquirido nos mais de 30 anos em que morou no Rio, parece uma legítima baiana. Só usa branco às sextas-feiras, adora perambular pelas ladeiras do Pelourinho e, vixe!, acha o pôr do sol do Porto da Barra um dos mais belos do planeta. E olha que ela adora viajar e já andou por muitos lugares do mundo. Obsessiva na busca por notícias exclusivas para sua coluna diária no Correio, passa o dia ao telefone, repetindo a pergunta como um mantra: "Tem uma notinha?".

Generic placeholder image

Jorge Souza

Tem 27 anos, é sergipano de nascença e baiano de criação. Gosta de contar boas histórias e descomplicar temas difíceis. Entrou no CORREIO como estagiário e atualmente é chefe de reportagem de Economia e editor do caderno Imóveis.

Generic placeholder image

Laura Fernandes

Tem 28 anos, é soteropolitana, repórter do Caderno Vida e especialista em jornalismo cultural pela UERJ. Apaixonada por cultura, está sempre em busca de boas histórias, sejam aquelas ligadas à arte ou às manifestações observadas no dia a dia do baiano.

Generic placeholder image

Evandro Veiga

Tem 47 anos, é de Salvador e atua há mais de 20 anos como repórter fotográfico. Em 2011 foi finalista do Prêmio Esso de Jornalismo com o trabalho "Ô meu Deus!”, concorrendo a melhor capa dos jornais brasileiros. Seus hobbies favoritos são aeromodelismo e skate.


Na clara, na gema e no ovo.

Quer saber quanta baianidade cabe em um real?

O baiano tem um jeito próprio de lidar com as palavras. O “baianês” é tão rico que mereceu um dicionário próprio. O baiano simplifica a linguagem, cria expressões, abre vogais e abrevia nomes. E assim o Farol da Barra virou “Farol”, Gal Costa, “Gal”, e o nosso “da Bahia” deixou de existir, dando lugar ao puro e simples “Correio”.


Hoje é dia de lacrar.

Essa baianidade é retada viu...rs

O baiano tem um jeito próprio de lidar com as palavras. O “baianês” é tão rico que mereceu um dicionário próprio. O baiano simplifica a linguagem, cria expressões, abre vogais e abrevia nomes. E assim o Farol da Barra virou “Farol”, Gal Costa, “Gal”, e o nosso “da Bahia” deixou de existir, dando lugar ao puro e simples “Correio”.


d

A bahia me inspira.

Agora você ja sabe que em R$1 cabe muito mais baianidade o/

O baiano tem um jeito próprio de lidar com as palavras. O “baianês” é tão rico que mereceu um dicionário próprio. O baiano simplifica a linguagem, cria expressões, abre vogais e abrevia nomes. E assim o Farol da Barra virou “Farol”, Gal Costa, “Gal”, e o nosso “da Bahia” deixou de existir, dando lugar ao puro e simples “Correio”.