Publicado por paulo e arquivado em Chistes&Clichês
André Uzêda intimou via face uma atualização desse blog.
Com razão.
Vou escrever sobre o filme de Raul, que vi com meus filhos Hugo, Íris e Vítor. Renata estava fora de Salvador.
O que eu gostei:
- A condução da história de Raul pela boca de suas mulheres e filhas.
Edith, seu amor juvenil que se foi de repente, como se Raul a tivesse trocado pela carreira. Até hoje, a filha, Simone, não o reconhece pois cresceu sem saber sobre o pai ou com a informação de que o pai havia deixado a mãe e ela, ainda pequenina.
Edith não aceitava ter sido substituída por Gloria, pois Raul a cortejou antes mesmo do desfecho com a primeira mulher americana. Essa mágoa nunca foi curada. Edith jamais o perdoou.
Gloria, uma americana gente boa, tem uma filha Scarlet e o neto de Raul, parecidaço com ele.
Ela tem muita presença. Enche o ambiente com o olhar e o astral, super-espontânea e divertida.
Todos muito felizes por terem tido Raul em suas vidas. A filhona, chorosa mostrando as fotos, e Gloria, com aquela cara de realizada.
Tânia, vamos chamar de regra-3 de luxo. Tânia Mena Barreto, ao longo de anos, jogou nessa posição sem passar qualquer clima de drama ou culpa.
Lena é a que eu curti mais, não sei o motivo, não tem motivo, talvez um pouco de serenidade, que fica sempre ali tão pertinho da poesia. Mas não tem nem uma foto dela com Raul… Que pena, ela teve de colar duas fotos pra formar uma, mas de repente, até que deu uma leitura… o amor termina sempre assim, partido? Ou já é seperado de origem e se gruda na uniao das duas mãos temporariamente coladas numa mesma oração, daí o ‘love is a magick manifestation…’?
Quem sabe exista outro grande amor que virou alma penada por aí e não guardou nem uma foto direito pra registrar… Tenho certeza que sim, conheço ao menos um.
Kika, a última, e a filha, Vivian, falaram por último.
Aliás, a última foi Dalva, a empregada, que cuidou dele até o fim. E vejam quantas vezes aparecem as empregadas nos sucessos de Raul.
‘… E a empregada me bate a torta, me explicando que toda torda, e que não sabe o que vai dar pra mim comer…”
Faltou alguma?
“Raul cheirava a flor”, “seu hálito era doce”, entre outras lindas declarações de amor em olhinhos piscantes mostram como era amado o MB.
Teve coisas que não gostei. Fontes de informação podem ter sido superdimensionadas, tomando tempo e espaço desproporcional a sua importância para um documentário sobre Raul. Tem que se dosar mais o oportunismo e não confundir com oportunidade. O artilheiro em campo deve ser oportunista.
Muita exposição ao uso de substâncias proibidas por parte das fontes e de fontes que falavam sobre Raul. Esta carga pesada sobre o uso dos aditivos, o principal deles lícito, deslustrou ou reduziu a força do Raul artista. Passou mais a ideia de um doidão que de um gênio, ou talvez esse maniqueísmo bem x mal seja coisa da cabeça da recepção do filme, o que também pode ser levado em conta.
Valeu dar visibilidade a pessoas que carregam as marcas do tempo e conviveram com Raul em Salvador na adolescência e juventude.
E o bom aproveitamento do arquivo de Silvio Passos, que é o grande pesquisador a quem todos os raulseixistas devem a preservação da memória MB.
Pronto, Uzêda? Postei!

Edith e Raul: união firme, separação brusca

Glória disse que o olhar de Raul a conquistou

Tânia: sempre um presente

Raul e Kika, a última, antes da empregada
3 comentários »
Publicado por paulo e arquivado em Chistes&Clichês
Com algum atraso, talvez de décadas, leio agora Os sofrimentos do jovem Werther, de Goethe.
A limitação é evidente: leio em português uma obra-prima escrita originalmente em alemão.
Ainda assim, a leveza flutuante do texto me cativa página a página.
Pelo título e a onda de suicídios que atribuiu-se à publicação do livro em 1774, minha expectativa era de uma leitura tensa, dramática, algo difícil e pouco divertida.
Por enquanto, até a página 69, a expectativa está plenamente contrariada por uma leitura amena e amorosa, da qual destaco três pequenos fragmentos, na edição comentada da L & PM Pocket, que comprei no sebo Praia dos Livros, no Porto da Barra, em Salvador.
Página 46: Vivo dias tão felizes como só são aqueles que Deus reserva a seus eleitos. Aconteça o que acontecer, jamais poderei dizer que não experimentei a felicidade, a felicidade mais pura da vida!
Página 52: Pois bem: nada me incomoda tanto como ver os homens se atormentarem mutuamente, sobretudo quando são jovens e estão à flor da idade e, ao invés de gozar com a maior franqueza as alegrias que a vida proporciona, ficam a deteriorar os poucos dias agradáveis que lhes são reservados com tolices, para só perceberem demasiado tarde como é irreparável tudo o que perderam sem desfrutar.
Página 69: Vou vê-la!, exclamo pela manhã quando desperto e olho com serenidade em direção ao sol nascente. Vou vê-la! E já não tenho qualquer outro desejo para todo aquele dia! Tudo, tudo se afoga nessa perspectiva.
Por enquanto, está uma delícia. Vamos seguir lendo para interpretar os sofrimentos do jovem Werther. Leitura recomendada. Não demorem tanto como eu, embora a maturidade seja uma boa parceira para uma assimilação mais intensa de uma obra-prima com essa pegada.
Vamos ler a milhão, como diria uma futura leitora deste mesmo Goethe (na imagem).

1 comentário »
Publicado por paulo e arquivado em Chistes&Clichês
No gol, Fernando tava pegando tudo até enjoar aquela bola esquisita, batendo no chão, para nascer o primeiro gol do Icasa. O empate no Barradão foi suado, veio com gol de pênalti de Neto Baiano.
Depois, Fernando deu outro mole, no empate com o Paraná, uma bola doida cruzada pelo alto, ele não segurou e no rebote, o adversário empatou.
O Vitória teve também um goleiro Felipe Alves se não me engano, que parecia que tava jogando com gol aberto. Tomou sapeca de quatro diante do Goiás por causa dele.
Douglas já merecia ter ganho a posição de Viáfara desde o Campeonato Baiano. Fez boas defesas e é um goleiro-goleiro mesmo, não tem proposta de sair jogando, máscara zero, joga pro time.
Precisa treinar mais saídas do gol, principalmente nos escanteios. Quando a bola vier pelo alto na pequena área, tem de ser dele.
Lateral direita, Nino Paraíba tem muito pique e pode melhorar muito nos cruzamentos. Mas foi uma opção de apoio do Vitória em muitos jogos. Deixa sempre um buraco atrás, por isso, seu êxito depende também de uma boa cobertura do volante que cai pelo lado direito.
O Vitória tem um jogador de Seleção como opção, Romário, mas parece que tem um problema com empresário e o clube não investe de com força nesse jovem talento.
A zaga sempre foi um problema a campanha inteira. Alison fez algumas boas partidas mas nunca deixará de passar desconfiança por sua forte identificação com o Bahia. Maurício não é bom na cabeça e quando vai cercar o adversário geralmente faz falta, sem necessidade. E essas faltas nas imediações da área ou mesmo mais na intermediária são fonte de sufoco e sobrecarga para a defesa, pois vem chuveirinho ou então jogadas pelas pontas. Terminou o Vitória com a zaga definida com Jean, experiente, e Gabriel Paulista, esforçado.
Lateral esquerda teve Fernandinho, muito irregular. altos e baixos.
Ueliton começou mal depois deu sangue; Neto Coruja fez péssimas partidas, jogou umas duas boas na reta final, uma delas contra o Criciúma (vitória por 3×1); Charles Wagner e Zé Luis não responderam afirmativo quando foram chamados na hora do vamo-ver e erraram lances capitais, principalmente Zé Luis. Não foi só na absurda derrota para o São Caetano, na penúltima partida (2×1); antes, contra o mesmo São Caetano, ele foi expulso sem necessidade e o time paulista conseguiu o empate de 2×2, lá.
No ataque, Rildo poderia ter contribuído mais, se não fosse aquela loucura da expulsão na derrota para o Boa. Neto Baiano deu sangue, parece até que pegou um afeto pelo clube, e quando se precisou dele, não errou não. Mas Fábio Santos é um jogador melhor, se posiciona melhor, cabeceia melhor, dá o corpo para o zagueiro advérsário, protege a bola. Marquinhos foi tudo de bom até se machucar e ficar fora da reta de chegada.
A torcida, altos e baixos também, acompanhando o time na irregularidade. Muito imatura, muitas vezes prejudicou o time vaiando quando era para aplaudir. Quando o Barradão passa de 5 mil pessoas, já fica preocupante porque o público excedente desta quantidade torna-se muito exigente, como se fosse consumir o clube, em uma opção de lazer e entretenimento.
Precisa assumir a condição de torcida mesmo e não de público.
O técnico Benazzi arrumou o time. O Vitória tava horrível, sem padrão nenhum.
Terminou a campanha dando pra escalar o time. Preto jogou direitinho. No meio-campo, um monte de trintões bons de bola, Geovani, Geraldo, Lúcio Flávio… Xuxa fez uns golzinhos.
E é bom lembrar que tudo seria bem diferente se o bandeirinha não anulasse errado um gol de Xuxa quando tava 1×0 contra o São Caetano.
Aí, nada estaria errado e os jogadores seriam heróis hoje.
O resultado empobrece totalmente a filosofia do futebol. Precisamos aprender a pensar o futebol sem olhar pro placar.
3 comentários »
Publicado por paulo e arquivado em Chistes&Clichês
Shedra Brasil 2011 – S.E. Dzigar Kongtrul Rinpoche
Sua Eminência Dzigar Kongtrul Rinpoche, um dos mais respeitados e célebres mestres do budismo tibetano de sua geração,dará ensinamentos no período de 8 a 14 de novembro de 2011, das 19âs 21 horas, no Hotel Porto Bello, em Ondina – Salvador-Bahia. Estes ensinamentos são sobre um texto compacto e vívido que cobre todo o caminho Mahayana, em 123 versos – “Carta a Um Amigo”, de Nagarjuna.
Nasceu na Índia, cresceu em um ambiente monástico e recebeu treinamento intensivo em todos os aspectos da doutrina budista.
Em 1989, Rinpoche mudou-se para os Estados Unidos com sua esposa e filho, e em 1990 iniciou um mandato de cinco anos como professor de filosofia budista na Universidade de Naropa. Rinpoche fundou a organização MSB (Mangala Sri Bhuti) que está centrada na sabedoria e na prática da tradição Longchen Nyingthing da linhagem Nyingma.
Atualmente, Dzigar Kongtrül Rinpoche está desenvolvendo um projeto da criação de um Shedra* aqui em Salvador. Na série da Shedra, os ensinamentos são oferecidos de uma forma sistemática com a finalidade de aumentar o estudo e conhecimento do Dharma. A Shedra está direcionada/aberta para toda a comunidade Budista Brasileira.
*Shedra: é um curso tradicional de educação superior . Tem como objetivo aprofundar nos ensinamentos budistas, usando estruturas de textos, terminologia e lógica.
Informações sobre o evento:http://rinpochenobrasil.blogspot.com/ ou com
Sarah Gomes
Centro Budista Guna Norling
Organização Mangala Shri Bhuti
Travessa Pedra da Sereia, 24E – Rio Vermelho – Salvador – Bahia
Telefones: (71) 8856-9139/9997-6230
1 comentário »
Publicado por paulo e arquivado em Chistes&Clichês
As principais joias do tesouro esportivo baiano são duas: Taça Brasil de 59 e Copa União de 88.
Ambas estavam ao alcance das mãos na bonita festa pela passagem dos 80 anos do Bahia.
Mais valiosa que as duas taças só a presença de uma grande amiga das antigas.
Fica aqui o agradecimento a Margarida Neide pela gentileza desses dois cliques históricos.
Aqui embaixo, a Taça Brasil conquistada em 29 de março de 1960, aniversário de Salvador.

Outra preciosidade: Copa União, conquistada em 19 de fevereiro de 1989

1 comentário »
Publicado por paulo e arquivado em Chistes&Clichês
Né todo time que pode ter um filmaço como é o Bahia Minha Vida.
Compartilho aqui a felicidade da comunidade tricolor com o sucesso no cinema.
Que a sétima arte possa registrar os momentos maravilhosos do futebol.
É um encontro positivo de duas das mais preciosas manifestações culturais dos brasileiros.
Um brinde a Déa e a Katiely, duas tricoloras de primeira divisão!
1 comentário »
Publicado por paulo e arquivado em Chistes&Clichês
Por Carlos Santana
Um dos maiores clássicos do país acontecerá neste domingo, dia 21, em Pituaço.
Se encontrarão Bahia e Santos.
Estes dois times vêm se enfrentando desde 1936 num amistoso no saudoso Estádio Arthur Morais, Campo da Graça, quando a equipe santista venceu por 2×1.
De lá para cá muitos jogos.
Alguns destaques como a inesquecível decisão do título brasileiro de 1959, que escolheria o primeiro representante brasileiro para a Libertadores quando o tricolor venceu no Maracanã, em 29/03/1960 pelo placar de 3×1: o Bahia encheu os olhos dos brasileiros com um futebol de amor a camisa, garra e determinação.
Após este jogo, vieram mais duas decisões envolvendo estas duas equipes.
Em 1961, um empate (1×1) e uma vitória (5×1) deram o título brasileiro ao Santos de Pelé e em 1964 com duas vitórias (6×0 e 2×0) o time peixeiro conquistou mais uma vez o brasileiro.
Um jogo que os tricolores não gostam de ouvir falar foi o realizado na Vila Belmiro em 1968 valendo pela Taça de Prata. Escore Santos 9×2.
Houve também o jogo em que o rei Pelé contabilizava 999 gols em 1969.
Fonte Nova lotada empate de 1×1, o rei não marcou, estavam na sua cola o zagueiro Nildon e o meia Baiaco (autor do gol do Bahia).
O goleiro Jurandir estava numa tarde de “graça”.
Ainda pela Taça de Prata em 1970, no Batistão em Aracaju, Santos 5×1.
Pelo Campeonato Brasileiro, instituído a partir de 1971, estas duas equipes se enfrentaram 24 vezes, com 10 vitórias do Bahia, 10 do Santos e 4 empates.
Detalhe: Só dois empates de 0×0, é sinônimo de que gols é o que não faltam neste clássico.
Em toda a história entre Bahia e Santos este jogo de Domingo será o 50º.
1971 – Bahia 0×0
1972 – Bahia 0×2 (Nenê, Edu)
1975 – Santos 0×2 (Mickey, Thirson)
1976 – Santos 0×0
1977 – Santos 0×1 (Altimar)
1978 – Bahia 3×0 (Beijoca2, Douglas)
1986 – Bahia 3×0 (Sandro2, Claudio Adão)
1987 – Santos 0×1 (Sandro)
1988 – Bahia 5×1 (Zé Carlos2, Charles, Cassio, Marquinhos, Sócrates)
1989 – Santos 3×1 (Paulinho2, Ernani, Ronaldo Silva)
1990 – Santos 1×0 (Almir)
1991 – Bahia 1×0 (Jorginho)
1992 – Bahia 0×2 (Paulinho, Dinho)
1994 – Santos 3×0 (Macedo, Silva, Paulinho Kobayachi)
1994 – Bahia 2×1 (Neto, Marcelo, Raudinei)
1994 – Bahia 3×2 (Guga, Paulinho Kobayachi, Uéslei3)
1995 – Santos 3×2 (Camanducaia, Cilinho, Jameli, Jean, Raudinei)
1996 – Bahia 1×1 (Wladimir, Vagner)
1997 – Santos 3×1 (Robson Luiz, João Santos, Arinélson, Dutra)
2000 – Santos0x1 (Jorge Wagner)
2001 – Santos 5×1 (Viola3, Cleber, Russo,R óbson)
2002 – Bahia 1×1 (Robson, Léo)
2003 – Santos 4×0 (Douglas, William, Jerry, Fabiano)
2003 – Bahia 4×7 (Robinho2, Diego2, Léo,William,Fabiano, Preto, Cícero, Didi2)
1 comentário »
Publicado por paulo e arquivado em Chistes&Clichês
A fotógrafa e navegadora de Capbreton, na França, Julie, esteve no Estádio Barradão.
Queria porque queria conhecer uma praça esportiva brasileira e visitou o Manoel Barradas.
Com olhar tranquilo, captou algumas pinturas de pouco movimento.
E registrou o que não se viu divulgado em outras mídias: o protesto da turma de Franciel.
Aqui, alguns dos momentos da visitante ilustre que passou despercebida na torcida do Vitória.

Monsieur Igô, com a camisa de Arturzinho, título estadual de 93, e madamoiselle Julie, com a camisa do título de 1980, originalmente vestida por Tadeu Macrini.

Visão geral do Barradão parecendo uma pintura, na hora do Hino Nacional.

Será que a galera de Franciel poderia explicar melhor pra Julie o que quer dizer esta história de ‘política pés na lama’?

No final do jogo, teve coro de “Ei, Alexi, vá não sei o quê… ” Ficaria chato tentar traduzir para a fotógrafa francesa.

Clima de café à beira do Rio Sena. O olhar da francesa não se importou com os lances do jogo.
2 comentários »
Publicado por paulo e arquivado em Chistes&Clichês

O Senhor do Bonfim foi sensível às súplicas da Musa Katiely e o resultado tá lá no placar: 3×1.
Para comemorar o sucesso da Operação Colina Sagrada, Sexta-feira passada, o Página Ímpar publica, aqui, na íntegra, um ping com a coelhinha da sorte do Bahia.
PI – O que você sente ao vibrar junto com a torcida do Bahia?
KK- Uma energia positiva, com emoção e sensação maravilhosas.
PI – O que dizem os torcedores do Vitória quando sabem que você é musa tricolor?
KK – Eles falam que eu sou muito linda, mas que eu deveria ser musa do time deles.
PI - Nem todo mundo lida bem com a ideia de ter de aguentar ver a namorada muito exposta na mídia. A azaração da galera é geral. Como seu namorado reage às gracinhas da concorrência?
KK – Essa pergunta é sem resposta, pois estou solteira, sem namorado
PI – Pra você, o Bahia será tricampeão brasileiro? Qual a melhor colocação que você vê para o Bahia na sua bola de cristal?
KK – Sim, em primeiro lugar.
PI – Quem é seu craque preferido atualmente? E qual o jogador que mais te lembra o Bahia na história do clube?
KK – Para mim é toda equipe, porque eles jogam em conjunto. Bobô é o maior jogador.
PI – Qual o jogo do Bahia que você não esquece?
KK – Quando meu time subiu para a série A. Essa foi inesquecivel.
PI – Que presente você gostaria de dar a cada um dos torcedores do Bahia?
KK – O título de musa do Brasileirão 2011
Katiely Kathissumi em números:
altura:1,70
busto: 89
cintura:72
quadril:102
manequim: 42
calçado: 38

1 comentário »
Publicado por paulo e arquivado em Chistes&Clichês
Nesta Sexta-Feira, a Musa da Bamor, Kathiely Kathissumi, teve a ideia de visitar a Igreja do Bonfim.
Deixou sua residência em Stella Maris, por volta de 3 e meia da tarde e chegou a Colina Sagrada, alguns engarrafamentos depois.
O objetivo da musa baiana é fazer um pedidinho ao Senhor do Bonfim para dar uma força.
É mais um alento para o Tricolor quebrar o jejum e vencer o Figueirense, amanhã.
Mais baiana que a miss da Bamor, impossível: curte acarajé com pimenta e tudo.
Mais baiano que o Senhor do Bonfim, impossível: Sentinela Imortal da Bahia.
Aqui, alguns bons momentos do alto astral que a Musa Kathiely captou e gerou na sua visita de Sexta-Feira, dia de Oxalá. As fotos são de Julie, navegadora francesa que está dando um tempinho em Salvador, antes de voltar pro mar rumo a Capbreton.
Simpatia total, esta enfermeira talentosa foi logo olhar o amigo vendedor de medidas do Bonfim.
Fé não há de faltar jamais em quem acredita no talento tricolor como lição de vida.

Os fãs colaram logo assim que ela chegou ao adro da Igreja. Esse ficou com um risão imenso!
Controle de bola e haja medidas do Bonfim pra garantir que nada vai dar errado.
Retrato da Bahia: a musa mais baiana e tricolor e a Igreja que representa nossa religiosidade.
1 comentário »
|