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A San Sebastian promete uma festa de arromba no próximo sábado, quando será inaugurado o espeço VIP patrocinado pela marca de champanhe Veuve Clicquot. è um espaço para apenas 10 nomes, que serão escolhidos a dedo. A própria marca vai fazer a decoração do espaço, que será montado ao lado da cabine do DJ, na pista principal. A festa também receberá os clientes Red Membership, que receberão um cartão que isenta o convidado da taxa de entrada. Vai ferver…
Também no sábado, uma festa vai agitar uma pousada na orla da Praia de Ipitanga, em Lauro de Freitas. O tema do evento é a cultura árabe, com convidados vestidos no clima da festa, que será montada na área da piscina do local. É a primeira festa Árabe, pool party, da Bahia. Made in Dubai promete ainda dançarinas de Dança do Ventre para entreter os convidados.
E você, tem mais dicas para o próximo fim de semana. Comente!!!
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Foi na noite d eontem, na Avenida Vasco da Gama. Duas mulheres conversavam no ponto perto do Hipermercado Extra sobre uma recente pesquisa que indica que há 4 homens para cada mulher solteira na cidade. Indignada com a falta de oferta de “machos” no mercado, uma delas dispara:
“Mas isso é um absurdo. E esses números estão errados. Aqui na bahia, por exemplo, com esse tanto de gay que existe, a proporção tá de 15 homens para cada mulher”.
Concordando e desolada com a constatação, a amiga balançou a cabeça e as duas continuaram caladas aguardando o ônibus. E você, qual proporção você acha que está correta? Comente!
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Olhe a foto abaixo e me respondam: o que vocês estão vendo nessa foto?

Por muitos, ela foi considerada a melhor imagem do massacrante Casamento Real, que bombou televisões, rádios jornais e sites com o assunto. A plebeia que casou com o príncipe, que também é filho de plebeia com um outro príncipe, e que… Mas, com tanta coisa certinha, a pontualidade britânica no casório, a carruagem, a lua de mel, o agradecimento dos noivos aos funcionários do castelo. Pelo menos uma imagem para provar que, mesmo com sangue azul, eles também passam por situações que os meros mortais estão mais que habituados…
Se a foto da “abaixadinha” de Lady Kate ganhou o mundo por mostrar uma situação que pode indicar uma saia justa para a família real, outra parece brincar com a inteligência dos consumidores de notícias na era digital. Afinal, uma imagem, que seria montada com auxílio de Photoshop, mostra o rosto do terrorista Osama Bin Laden todo machucado, morto por agentes da CIA, o serviço secreto americano. Tudo bem, é montagem e queriam respeitar o Islã. Agora, como bem pergunta minha amiga Susana Ribeiro, lá do Rio de Janeiro, será que nenhum soldadinho americado tinha um celular com câmera nessa hora, para fazer uma única fotinho dele morto???

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Na noite de ontem mais um dos grandes mistérios da humanidade chegou ao fim. Osama Bin Laden estava escondido numa mansão no Paquistão. Mas, sua morte não colocou um ponto final nas polêmicas que envolvem o líder da Al Qaeda, grupo terrorista que comandou o atentado aos Estados Unidos, em 2001, derrubando as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova Iorque.
O mundo comemorou a morte do terrorista, mas esqueceram de avisar ao povo americano que não pode haver chororô em caso de atitudes anti-americanas de quem é seguidor de Osama. Aquela micareta formada em frente à Casa Branca, que mais parecia Carnaval fora de época, foi simplesmente desnecessária. Nem sendo Osama a morte deveria ser comemorada com tamanho entusiasmo.
Por outro lado, a quantidade de piadas com o terrorista triplicou em apenas alguns minutos nas redes sociais. Suposta foto de Bin Laden morto apareceu na rede, teorias contra e a favor do Islamismo, e uma série de vídeos e anedotas que fazem rir de fato da situação. Uma das melhores, para mim, é a que devolve o título de mais procurado do mundo ao personagem Wally, aquele que usa camisa e gorro listrados de vermelho e branco.
Mas, o que queria deixar registrado aqui é o desejo que essa morte não tenha sido em vão. Que seja pelo fim da guerra, para devolver a liberdade e a vida ao povo afegão, que seja para que as pessoas se lembrem sempre de que guerra nenhuma é justificada. Que seja para que a humanidade se recorde que viver, acima de tudo, é ser feliz, respeitando diferenças e convivendo em harmonia.
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As postagens do POR AÍ estão de volta e, para recomeçar bem, vou propor uma discussão que, acredito, interessa a todos os moradores dessa e de qualquer outra cidade. Por que será que os supermercados são sempre tão sujos??? E porque quando perguntamos ao gerente se é comum vender comida no meio da sujeira ainda recebemos respostas indigestas? Pois é assim que o cliente de um dos supermercados de uma grande rede trata seus consumidores que frequentam a unidade da Vasco da Gama.
As ratoeiras espalhadas embaixo das gôndolas dá nojo. A ideia que se tem é que, a qualquer momento você vai pegar o pacote de miojo na prateleira e sua mão vai voltar com uma ratoeira presa. Outro dia tinha uma até no lugar onde o Frango Assado fica exposto. Muito chato para o cliente se dar conta de que está nessa situação.
A saga continua. Ele vai ao caixa e pergunta: “é sempre assim, essas ratoeiras todas pelo mercado?”. A resposta não poderia ser diferente: “eu só trabalho no caixa, não faço faxina. Se está com problemas, ligue para a vigilância”. Bom, liguei, mas, como ontem as ratoeiras continuam nos mesmos pontos do mercado, resolvi compartilhar. Boa sorte, consumidores.
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A história abaixo é uma história de ficção e se passa no Rio de Janeiro. Qualquer semelhança com os problemas de locomoção, transporte e outros mais complexos do estado da Bahia é apenas uma mera coincidência.
“Na porta da garagem, numa pacata rua do Irajá, Ediney está impaciente. O cigarro na mão, o pé batendo quase furando a calçada. O carro parado, porta-malas aberto. Espaço já não havia para colocar mais nada. Era só o lugar das crianças e mesmo assim, Robertson, o mais franzino dos três meninos, iria sentado nas mantas, travesseiros e colchas que Marlene levava para o feriado. Era comemoração da Semana Santa e o peixe ocupava seu lugar no veículo, dentro de um isopor. Dada a partida, o carro faz que vai e morre. Mais uma tentativa e… nada. Na terceira, depois de um palavrão bem xingado e da última baforada no mata-rato, o cano de descarga dá aquela explodida e o carango sai andando pelas ruas do bairro até avistar a entrada da Avenida Brasil.

“Calma que até as barcas vai dar certo. E Tia Pequenina já ligou apressando a gente”, começa a listar as reclamações Marlene. Lista que ia do ruído do carro quando era exigido o freio até a gritaria das crianças, brigando por espaços para colocar os pés no chão do carro, já ocupado por panelas de arroz, uma salada que só Marlene era autorizada a fazer para reuniões de família e um pudim, que ela sempre levava também. Na fila da barca, aquela agonia. Passa por baixo que você é magrinho, dá para enganar.
“Mãe, mas eu já tenho 9 anos”. “Sim, querido, mas ainda dá para passar por cinco numa boa. Vai e para de encher meu saco”. No telecoteco da balsa, a caminho de Paquetá, onde fica a casa da Tia Pequenina, aquela agonia. Crianças correndo, aquele vizinho de fileira com cheiro de dendê embaixo dos braços… “Pronto, chegamos. Não vejo a hora de vocês irem pra piscina e eu beber minha redonda”, disse, em tom de relaxamento, quase vislumbrando um Oásis no deserto, Ediney. “O papai vai beber a mamãe, vai beber a redonda”, se divertiam as crianças, enquanto tramavam contra alguns velhinhos que estavam com medo de a barca não ter atracado corretamente. “Com os acidentes que sempre acontecem nesses cacarecos…”, conforma-se uma das idosas.
A casa era uma festa só. A piscina cheia, a carne tinindo na churrasqueira. A turma da fumaça lá nos fundos. Crianças correndo. A cerveja gelada. E, enfim, a páscoa toma conta da família Silva (claro, só poderia ser Silva). Num pirex, apenas uma raspa do pavê de biscoito maizena. Isso porque tia Maroca, que faz o pavê todo ano, ainda está na festa. Sabe-se que, quando ela vai embora, sempre leva qualquer tipo de vasilhame que tenha trazido com ela. Até garrafa pet. Mas, para quê? “Fazer um pufe ecologicamente correto!!!”, diz, resmungando palavras entendidas como “garoto insuportável esse meu sobrinho”.
Já naquele momento em que o amor do álcool toma conta da família e o churrasco já foi “comido”, é hora entrar na piscina e jogar conversa fora de fato. “Vamos pegar um sol na laje, alourar os pêlos, pegar um bronze que hoje a noite vai ter”, sugere uma cunhada de Marlene, se exibindo para Ediney, que já olhava para Marlene sendo repreendido. E, no auge, se descobre que o caminho de volta é o mesmo, mas ainda mais doloroso. Acompanhados da ressaca e com as três crianças dormindo (e querendo colo), a típica família da Zona Norte retorna para a residência com uma certeza: nunca mais viajam no feriado! (será?). “Vão com Deus e que Jesus os acompanhe. Olha, espero vocês no São João”, determina Tia Pequenina. Então, até lá…”
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Eram 7h30 da manhã quando encontrei um grupo, na manhã de ontem, pleno domingão, perto da boate Maddre, onde, durante toda aquela madrugada, aconteceu uma grande festa de música eletrônica. Gente de todos os tipos elogiavam o evento, que aparentava ter sido realmente bem festivo e pacífico.
Destacando-se dos demais frequentadores quatro rapazes conversavam sobre garotas. A curiosidade de um deles pesou quando pronunciado o nome de uma delas. Até que veio a pergunta que me chamou a atenção: “Mas, ela era, assim, mulher de nascença?”.
Como assim, nascença? Ser mulher virou doença? Ou agora é igual a uma pinta ou mancha que se tem no corpo? Ele mesmo resolveu explicar, antes mesmo do amigo responder. “É que você sabe que tem um monte agora feita de bisturi, né?! E a gente fica refém disso, sem saber quem é quem”. Dica boa para o cidadão é deixar o preconceito de lado e treinar mais o próprio olhar… Realmente, o mundo moderno – se é que a modernidade já existe – é muito estranho…
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Desde que cheguei aqui pelas terras baianas, uma situação me deixa muito triste e envergonhado. E não é uma exclusividade baiana não. No Rio e em outras capitais, o abandono da nossa história é um fato consumado. E funciona, pelo menos para o grande público, mais ou menos assim: um casarão antigo é descoberto, são feitos exames e é identificada a idade do edifício. Em seguida, se descobre que ali morou alguém muito ilustre ou funcionou algum órgão (muitos que nem existem mais) da época que Jesus Cristo estava na puberdade. Pronto: nasce um prédio tombado pelo patriomônio Histórico Nacional.
Com a ideia de preservar a cultura ali existente, uma série de restrições passam a valer para o edifício. Reformá-lo é tarefa árdua. Até que vem uma chuva, duas, três e… boom. A casa caiu! E agora, morreram quatro pessoas, há três feridas e um monte de gente correndo risco, como mostro na minha matéria de hoje, publicada no CORREIO* em papel.

No Rio, muitos já caíram. A moda agora lá é o prédio pegar fogo e simplesmente sumir na fumaça, como se fosse ninja. Ora, mas porque em cidades como Paraty, no litoral Sul do Rio, e Ouro Preto, mariana e Tiradentes, em Minas, essas construções recebem o devido empenho das autoridades. Talvez nesses lugares, eles tenham dado um bom Banho de Pipoca nos prédios. Se serve para proteger o baiano, pode ser que também sirva para preservar sua história, já que o Iphan, o órgão responsável por isso, virou café com leite nessa brincadeira.
Outra coisa: nos lugares onde o patrimônio é preservado, as pessoas talvez entendam que preservar a história é também atrair emprego, progresso e dinheiro para a própria cidade. Não quero que o Brasil viva do seu passado, muitas vezes nada glorioso. Mas, esse mesmo passado é o sustento de muitos no presente e pode reservar para as grandes cidades um futuro ainda melhor. Minha mãe sempre me disse que herança boa é conhecimento. E que tal fazer desses espaços uma boa herança para quem ainda vai chegar nessas terras? Fica a dica!
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Tempo frio, instável, com pancadas de chuva a qualquer hora do dia. Temperaturas baixas e mar com forte ressaca. Se essa fosse a previsão do tempo para as cidades litorâneas do Sul do Brasil, tudo bem. Mas, chuva e frio não combinam com a Bahia. Ou combinam? “De jeito nenhum. Nunca vi um tempo tão esquisito como esse. Nunca, na minha vida, tinha visto a Bahia cinza. Salvador com chuva é uma cidade triste, sem graça”, conta o servidor público Natalício Santana, 49 anos.
Sentindo muito frio ao acordar nas primeiras horas do dia, Natalício colocou um casaco reforçado, feito com tecido bem grosso. Meias mais quentes também estão no kit frente fria do servidor. “Se o jeito é enfrentar a ventania e o frio, vamos nessa. Tive que me encasacar inteiro”, explica. A estudante Fabiana Vigas, 25 anos, até tentou encarar o frio sem os acessórios, mas logo voltou para casa. “Cheguei atrasada na aula, mas valeu a pena. Voltei, peguei meu casaco, uma meia e a sombrinha. Fiquei bem mais confortável”, ensina. Mas, com o tempo completamente imprevisível, uma mochila ou uma bolsa maior se transforma na melhor companhia no Inverno soteropolitano.
“Tem hora que o sol resolve dar uma pinta e esquenta. Aí, o jeito é desmontar”, explica a ambulante Maria de Fátima Souza, 50 anos. “Tenho minha barraca para guardar os pertences, mas, uma mochila é a principal arma nesses dias”, completa. Fabiana convocou uma boa bolsa. Ao deixar o escritório onde trabalha para um lanche, a meia já tinha saído dos pés. Afinal, o sol brilhava ao meio-dia de ontem no Comércio. “Está um pouquinho quente. Vou até tirar o casaco. Nesse frio de vaivém, a melhor opção é estar sempre preparada para qualquer mudança brusca na temperatura”, ressalta.

Para hoje, a previsão do tempo, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de mais chuva e frio.
Nos próximos três dias, o tempo deve continuar instável e com períodos de chuva e ventos fortes. A temperatura deve variar entre 19°C a mínima e 27°C a máxima. “O pior é isso. Nem a previsão ajuda”, argumenta Natalício. Ontem, os ventos chegaram a mais de 100 km/h na orla de Salvador. Não é só no céu que o tempo parece estar ao contrário.
No mar, a previsão também não é das melhores. Depois das ondas de três a quatro metros de ontem, tudo indica que elas recuem um pouco. Mas só um pouco. De acordo com a Capitania dos Portos, nos próximos dias, as ondas devem ficar entre 2,5 e 3 metros, com mar agitado. A Marinha do Brasil alerta para a previsão de ressaca. De acordo com os militares, ela estava prevista para começar na noite de ontem e se estenderia por todo o dia de hoje.
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São 22h30 e o ônibus segue lotado em direção ao Rio Vermelho na noite de sexta-feira. A rua, cheia de carros, engarrafada, faz lembrar que a cidade não tem alternativas para escoar o intenso trânsito de veículos, dirigidos por motoristas que querem chegar ao bairro mais boêmio de Salvador.
Dentro dele, a ansiedade pela boa noitada segue a mil por hora. De repente, duas mulheres entram no coletivo e uma delas resolve se sentar. “Tô cansada, preciso relaxar”, avisa a moça para a amiga, que fica indignada. “Vai sentar e eu? Fico em pé?”, questiona.
“Fica”, responde a amiga cansada, escolhendo um dos assentos da parte dianteira do ônibus. E é rapidamente alertada pela companheira: “aí não, é proibido. É lugar de velho”. Quase sem se mexer muito – acho que ela estava realmente muito cansadinha – ela responde que não é priobido, que o banco é preferencial. Mas, a amiga não entende e continua questionando.
Depois da terceira escaldação, ela se vira, olha para a amiga e diapara, revoltada: “Você não sabe o que significa preferencial? Quer dizer, que na ausência de um velho pra sentar, eu posso ficar aqui. E tem mais, são quase 23h e esse não é horário de idoso estar circulando pela noite, entendidas?”, diz, para o susto dos que estavam próximos.
Outro banco preferencial fica vago nessa hora e a amiga resolve, então, se sentar. “É, já que não tem idoso aqui, viu sentar também”, diz a que estava em pé. Pena que ela não pode aproveitar muito. “Só sentou agora e se deu mal. Nosso ponto é o próximo”, diz, sorridente, a primeira moça. E como diria um conhecido poeta baiano: “fazer o quê, cidadão?!”.
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