Brasil

Aluna de 13 anos é filmada fazendo sexo em escola de São Paulo

Cenas de sexo oral explícito foram filmadas em dois ângulos

Atualizado em 05/04/2012 18:42:32

Uma estudante de 13 anos foi filmada pelo celular fazendo sexo oral em Bauru (SP). O vídeo teria sido feito na quadra de uma escola estadual, no Núcleo Gasparini, e foi parar nos aparelhos da maioria dos estudantes. O rapaz tem o rosto preservado por quem está filmando. O delegado aguarda detalhes para abrir inquérito policial.

O Conselho Tutelar de Bauru disse que o caso está sob a responsabilidade da Secretaria Estadual de Educação. Já o departamento do estado afirmou através de nota que a menina foi suspensa por três dias. No entanto, a secretaria não confirma que as imagens foram feitas dentro da escola.

As cenas de sexo oral explícito foram filmadas em dois ângulos, o que indica que pelo menos outras duas pessoas presenciaram o ato. O vídeo tem duração de 1m25s e foi gravado em plena luz do dia.

Crime
A polícia alertou que em casos de gravação de imagens de sexo explícito envolvendo menor de idade é crime, mesmo sem ser divulgada na internet. A delegada da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Flávia Regina dos Santos Ueda, orienta os pais. "Primeiro é preciso que os pais trabalhem a prevenção para que casos como este seja evitado. Conversar é sem dúvida o primeiro passo. Hoje em dia a facilidade de gravar e divulgar imagens é grande", disse.

Já o delegado da Delegacia da Infância e da Juventude (Diju), Ronaldo Divino, informou que aguarda os detalhes do caso para iniciar uma investigação. "Vamos ter que ouvir os envolvidos, chamando a adolescente, a mãe e a direção da escola. Depois, se há maior de idade entre as pessoas que filmaram. Estou aguardando a ocorrência, mas mesmo se não existir o registro a polícia pode começar a investigação", comentou.

A mãe de uma aluna da escola tomou a iniciativa de procurar a mãe da jovem que aparece no vídeo. “Minha filha de 14 anos foi quem me mostrou o vídeo. Eu fiquei nervosa. Peguei o celular e fui até o Conselho Tutelar. Depois passei na Diretoria de Ensino e me orientaram a ir na escola. Mais tarde passei na casa da mãe da adolescente para contar e mostrar o vídeo. Ela ficou nervosa e não acreditava que era a filha dela no celular. Eu já tentei anteriormente até tirar minhas filhas da escola, mas não deu. Só quero que melhore a situação na escola. Tenho preocupação de deixar minhas filhas irem estudar lá”, disse a mulher, que prefere não ser identificada. As informações são do G1.

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