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Fonte Nova: Na primeira chance de título nacional, Vitória pegou um timaço

Na final, Palmeiras venceu por 2 a 0

27.08.2010 | Atualizado em 27.08.2010 - 02:26

Visualizações: 1012

Por: Alan Rodrigues | Redação CORREIO

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“Quem fez seus golzinhos fez na velha Fonte Nova”. O misto de lamentação e saudade é de Pichetti, que fez alguns golzinhos com a camisa do Vitória no estádio.

Titular da campanha memorável de 1993, que levou o rubro-negro ao vice-campeonato do Brasileiro, Pichetti não sabia da implosão marcada para domingo. Dezessete anos depois, a lembrança da trajetória percorrida naquelas quatro linhas continua mais viva do que nunca.

O campeonato foi disputado em duas chaves distintas. O Vitória tentava uma das duas vagas para ter o direito de ingressar nos dois quadrangulares com os seis melhores da divisão de elite.

Dois empates contra o Paraná - 1x1 e 0x0 - credenciaram o rubro-negro, que caiu no grupo de Santos, Flamengo e o até então invicto Corinthians. Treinado por Mário Sérgio, ex-jogador e ídolo rubro-negro, o time do Parque São Jorge perderia seu único jogo na Fonte, com golaço da revelação Alex Alves.

“Foi a nossa estreia e estávamos feridos, magoados, o Mário Sérgio falou muita besteira, que a gente não devia nem estar participando e que o Vitória não ia ganhar de ninguém”, recorda Pichetti. 


Pichetti sai da marcação de Mazinho

Marsiglia
Ganharam. E depois de dois empates com o Santos, seguraram a igualdade contra o Flamengo, no Rio, para chegar à final. Só que do outro lado estava o Palmeiras.

“O time deles era a base da Seleção Brasileira, a gente sabia que tinha que abrir vantagem no primeiro jogo”, conta o atacante. O gol de Edílson desmanchou os planos. 

Mas a história poderia ser diferente se o pênalti sobre Pichetti, cometido por César Sampaio, fosse marcado. Não foi e Pichetti ainda recebeu o terceiro cartão amarelo por simulação. “Até hoje, quando vejo o Renato Marsiglia comentando, tenho vontade de xingar”, desabafa Pichetti. Na final, deu Palmeiras: 2x0.

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Ibraim

Aê Marsiglia... Parece que o time de comentaristas de arbitragem da Globo já gosta desse perfil, digamos, "esperto". O Wright é outra figura mitológica, expulsou meio time adversário para o Flamengo ganhar um jogo... Sei não viu.

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