Publicidade
Salvador, 09 de fevereiro de 2012
chuva e sol

máx. 31º
min. 24º

Alta04h54
Baixa10h49
Alta17h06
Baixa23h15

  • orkut
  • twitter
  • facebook
  • youtube
  • rss
  • classificados correio
  • cadastre-se
  • login

Esportesrss feed

Fonte Nova: Tumulto marca festa de reabertura do anel superior, em 1971

Confusão aconteceu durante partida entre Vitória e Grêmio

25.08.2010 | Atualizado em 25.08.2010 - 01:15

Visualizações: 1410 - Versão Impressa

Por: Alan Rodrigues | Redação CORREIO

Tamanho da letra: -A | +A

Submetendo seu voto...
Não avaliado ainda. Seja o primeiro quem avaliou este item!
Clique na barra de avaliação para avaliar este item.


Vinte anos tinham se passado desde a inauguração da Fonte Nova e o estádio já se mostrava insuficiente para abrigar a paixão da torcida baiana. Eram os anos mais duros da ditadura militar e pelas principais capitais imensas praças  esportivas proliferavam, símbolo da prosperidade ostentada pelo regime.

O viés político de tais obras talvez tenha sido o estopim para a primeira grande tragédia ocorrida na Fonte, até hoje ainda não explicada.

Mesmo antes da reinauguração do anel superior, que elevaria a capacidade do estádio para 85 mil espectadores, a imprensa da época levantava suspeitas sobre a rapidez na conclusão da obra.


As vítimas eram socorridas de improviso e pelo menos 2 morreram

Para a reabertura, no dia 4 de março de 1971, foi programada uma rodada dupla, com Bahia x Flamengo (1x0 Bahia, gol de Zé Eduardo) e Vitória x Grêmio, o segundo jogo interrompido pela tragédia. Um refletor teria estourado. A grito de “vai cair”, supostamente ecoado nas arquibancadas, 90 mil pessoas carga de ingressos distribuída de graça - desabaram em direção ao gramado.

O aposentado Geraldo Portela estava nas arquibancadas. Acompanhado da mãe, Zenóbia, o torcedor tricolor, então com 31 anos, lembra de ter sido arrastado arquibancada abaixo.“Tentei segurar minha mãe, ela caiu, fraturou a clavícula. Mais tarde, vi que havia pegadas nas minhas costas. Até hoje lembro de ver todo mundo caindo no outro lado do estádio”.

Sangue
Foram mais de dois mil feridos e dois mortos, oficialmente reconhecidos.  Suspeita-se de que teria sido muito mais. O engenheiro Manoel Liberato trabalhou na ampliação e acompanhou a perícia, no dia após o desastre. “Tinha
sangue por todo canto, torniquetes arrancados pela barriga”, lembra Liberato.


Multidão perplexa ocupa o gramado após tragédia

Envie para um amigo

Envie para um amigo

Envie para um amigo

Compartilhe

Envie para um amigo

Imprimir

Envie para um amigo

Reportar erro


Comente esta notícia

Ocultar comentários

Nenhum comentário para esse registro.


Notícias relacionadas

Esportes

| Atualizado em 09.02.2012 - 18h20

Jogador sub-15 em teste morre durante treino no CT do Vasco

Esportes

| Atualizado em 09.02.2012 - 17h12

Time de ex-zagueiro tricolor Valdomiro sofre acidente

Esportes

| Atualizado em 09.02.2012 - 17h05

Chelsea quer Falcao e pode oferecer Fernando Torres ao Atlético de Madri

Esportes

| Atualizado em 09.02.2012 - 15h31

Após dois pedidos de demissão, Joel espera curar amargura deixada no Fla

+ Notícias

Publicidade

Refine sua busca



e

Multimídia

Publicidade
Correio da Bahia
Rua Aristides Novis, 123, Federação.
CEP: 40310-630 - Salvador, Bahia, Brasil.