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05.09.2010 | Atualizado em 05.09.2010 - 14:33
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Redação CORREIO
Debaixo de capacete, macacão, luvas, cotoveleiras e todo o aparato de proteção, Jaqueline Andréa, 24 anos, é uma das poucas mulheres entre a multidão de homens que povoa a pista de bicicross, no Corsário. Goiana, Jaqueline começou a praticar o esporte por influência do irmão e se orgu lha de já ter conquistado duas etapas do circuito, em 2006 e 2009.
Em cinco anos de disputas, ela vê uma queda na participação feminina no esporte. Numa das últimas competições, Jaqueline lembra que havia apenas cinco meninas, com ela incluída, na categoria de elite. Ela acredita, no entanto, numa renovação nos próximos anos, com a chegada de novas participantes das categorias de base. “Tem muita menina subindo, a renovação é lenta”, diz.
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