Gilson Presídio lança candidatura à presidência do Vitória

e.c. vitória
07.12.2017, 14:55:00
Atualizado: 07.12.2017, 17:33:16
Gilson Presídio é o quinto a lançar candidatura à presidência do Vitória (Acervo pessoal)

Gilson Presídio lança candidatura à presidência do Vitória

Já são cinco candidatos ao cargo; eleição acontece no dia 13

Além de Manoel Matos, Ricardo David, Raimundo Viana e Tiago Ruas, nesta quinta-feira (7) foi a vez de Gilson Presídio lançar candidatura à presidência do Vitória. Aos 58 anos, Gilson é auditor do Tribunal de Justiça da Bahia e tem graduação em Direito, Engenharia e Administração. Em contato com o CORREIO, ele explicou o que o motivou a concorrer ao cargo. 

"Minha motivação principal é que os nomes colocados eu não tinha confiança. Pessoas que já passaram pelo clube. Por isso me dispus a colocar meu nome para apreciação. Isso foi desenvolvendo, fui conseguindo adesões e tô animado", afirmou o candidato, que já oficializou sua candidatura junto à comissão eleitoral do clube. 

Presídio ainda afirmou que quer o sócio participando das principais decisões do clube diretamente, caso seja eleito. Tenho como maior diferencial democratizar as decisões do clube, chamo isso de 'democracia vitoriana'. Decisões relevantes eu vou levar para uma associação de sócios-torcedores num grupo de WhatsApp. Diretor de futebol, por exemplo, vejo quais disponíveis e coloco para eles e pergunto qual eles querem. Contrato. Técnico, manter, não manter... O clube tem condição de contratar a, b, c, vamos a votação. Todas as decisões vão ser votadas pelos sócios que me apoiarem", explicou. 

Inicialmente, Presídio pensou em apoiar Raimundo Viana, mas mesmo após a confirmação do ex-presidente nas eleições, decidiu lançar a sua candidatura. "Num primeiro momento quando ele lançou eu fiquei meio receoso de ser candidato. Não considero ele um aproveitador, nada do que pensava dos outros, só que estava numa situação que eu senti que o negócio vai pegar, vamos ter um bom desempenho e mantive minha candidatura. Mas não tenho nada contra ele, contra a gestão dele. Acho inclusive que é um nome histórico", afirmou.