Redação CORREIO
O impasse entre rodoviários de Salvador e Região Metropolitana e empresários continua. Após assembleias realizadas nesta segunda-feira (16), na sede do Sindicato dos Eletricitários da Bahia (Sinergia), na Baixa dos Sapateiros, a categoria decidiu entrar em estado de greve.
O estado de greve é uma forma de alerta para a possível paralisação geral. Segundo Hélio Ferreira, tesoureiro do Sindicato dos Rodoviários da Bahia, caso os empresários não ofereceram uma nova proposta de reajuste salarial, os trabalhadores entrarão em greve por tempo indeterminado a partir do dia 24 deste mês.
Os rodoviários pedem reajuste salarial de 18%, mas, segundo o sindicato, os patrões oferecem apenas 3,72%. Além do aumento, eles reivindicam reajuste salarial, pagamento de tickets alimentação e folga aos finais de semana.
No caso das empresas intermunicipais, os trabalhadores querem a extinção dos refeitórios para que a alimentação seja fornecida, exclusivamente, através do pagamento dos tickets.
Paralisações
Quanto às paralisações durante a semana, Hélio afirma que a diretoria do sindicato ainda não possui datas definidas. “A diretoria ainda vai sentar para avaliar se teremos novas paralisações”, diz o tesoureiro. 
Pontos de ônibus ficaram lotados por toda a cidade durante paralisação na última sexta
Na última sexta-feira (13), a população enfrentou superlotação nos pontos de ônibus de Salvador depois da paralisação dos rodoviários nas garagens das empresas de transporte público entre as 4 e 7 horas da manhã.
No último dia 2, os usuários do transporte público já haviam sofrido depois que funcionários de 21 empresas pararam por quatro horas. Na ocasião, vários ônibus ficaram parados das 4h até as 8h na Estação da Lapa e os passageiros tiveram que caminhar longos trechos.
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André
E AINDA HÁ QUEM DEFENDA O BRT (BUS "RAPID" TRANSIT). VLT OU METRÔ JÁ!!!
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Robert Oliveira Lima
Realmente é um absurdo e o pior é que vão aumentar o valor da passagem. ônibus velho caindo aos pedaços, congestionamento e sem contar que os estudantes vão protestar na hora errada e no lugar errado.
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Rodrigo Silva
Absurdo, não concordo com greves, se quer atrapalhar a vida alheia, vai para a porta da casa dos patrões não deixando-os sair de suas residencias. A população que nada tem haver quem paga, seja 2,50 ou 3,00 haverá sempre trabalhadores ultilizando o serviço de transporte coletivo urbano.
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