Salvador, 09 de setembro de 2010
  • orkut
  • twitter
  • facebook
  • youtube
  • rss
  • classificados correio
  • cadastre-se
  • login

Notíciasrss feed

Caso Eliza: Crime foi planejado em fevereiro e custou R$ 3.000 a Bruno

Investigação foi encerrada e goleiro foi indiciado

30.07.2010 | Atualizado em 30.07.2010 - 17:50

Visualizações: 5760

Tamanho da letra: -A | +A

Submetendo seu voto...
Avaliação: 2.7 of 5. 3 voto(s).
Clique na barra de avaliação para avaliar este item.


Redação CORREIO

O delegado Edson Moreira, chefe das investigações sobre o desaparecimento de Eliza Samudio, disse que o goleiro Bruno Fernandes, ex-Flamengo, começou a planejar o sequestro e morte da ex-amante em fevereiro - foi quando ele contratou o ex-policial Marcos Aparecidos dos Santos, o Bola, para executar Eliza por R$ 3 mil.

Para o delegado, há três provas fortes de que a jovem foi morte: a primeira é exatamente a contratação de Bola, a segunda é o sangue de Eliza que foi encontrado em um dos carros do goleiro, e por fim o fato do filho de Eliza ter sido encontrado abandonado na casa de uma desconhecida em Ribeirão das Neves.

Um relatório sobre a investigação foi apresentado pela polícia mineira à imprensa nesta sexta-feira (30). Nove pessoas - incluindo Bruno - foram indiciadas por suspeita no envolvimento na morte da jovem - o inquérito os indicia por homicídio, sequestro, cárcere privado, ocultação de cadáver, formação de quadrilha e corrupção de menores. Bola, que teria executado Eliza, responderá também por homicídio qualificado.

Na coletiva, Moreira também disse que o goleiro Bruno planejou usar o período da Copa do Mundo para sequestrar e matar a ex-amante - a facilidade desta época era a ausência de jogos pelo Flamengo, clube onde jogava. "Já estava tudo previamente planejado desde maio", garantiu Moreira. 

Bruno é considerado o "autor intelectual" do crime, segundo o delegado, e não participou diretamente da execução de Eliza. De acordo com o delegado, as buscas pelo corpo de Eliza continuam, mesmo com o encerramento ontem das investigações do caso. As prisões temporárias devem ser convertidas em preventivas, segundo o delegado.

O inquérito tem 1,6 mil páginas e foi entregue hoje ao promotor Gustavo Fantini, que tem até 6 de agosto para decidir se irá denunciar os indiciados.

Envie para um amigo

Envie para um amigo

Envie para um amigo

Compartilhe

Envie para um amigo

Imprimir

Envie para um amigo

Reportar erro


Comente esta notícia

Ocultar comentários

luciano

Dr.Moreira' não há nada escondido que não seja revelado" Disse JESUS.E ELE Há de revelar Parabéns pelo trabalho.

Avalie

Submetendo seu voto...
Não avaliado ainda. Seja o primeiro quem avaliou este item!
Clique na barra de avaliação para avaliar este item.

Reportar abuso














Notícias relacionadas

Refine sua busca



e

Multimídia

Você no correio

Sugira uma pauta para o correio


Cadastre-se

Correio da Bahia
Rua Aristides Novis, 123, Federação.
CEP: 40310-630 - Salvador, Bahia, Brasil.