Redação CORREIO
O delegado Edson Moreira, chefe das investigações sobre o desaparecimento de Eliza Samudio, disse que o goleiro Bruno Fernandes, ex-Flamengo, começou a planejar o sequestro e morte da ex-amante em fevereiro - foi quando ele contratou o ex-policial Marcos Aparecidos dos Santos, o Bola, para executar Eliza por R$ 3 mil.
Para o delegado, há três provas fortes de que a jovem foi morte: a primeira é exatamente a contratação de Bola, a segunda é o sangue de Eliza que foi encontrado em um dos carros do goleiro, e por fim o fato do filho de Eliza ter sido encontrado abandonado na casa de uma desconhecida em Ribeirão das Neves.
Um relatório sobre a investigação foi apresentado pela polícia mineira à imprensa nesta sexta-feira (30). Nove pessoas - incluindo Bruno - foram indiciadas por suspeita no envolvimento na morte da jovem - o inquérito os indicia por homicídio, sequestro, cárcere privado, ocultação de cadáver, formação de quadrilha e corrupção de menores. Bola, que teria executado Eliza, responderá também por homicídio qualificado.
Na coletiva, Moreira também disse que o goleiro Bruno planejou usar o período da Copa do Mundo para sequestrar e matar a ex-amante - a facilidade desta época era a ausência de jogos pelo Flamengo, clube onde jogava. "Já estava tudo previamente planejado desde maio", garantiu Moreira.
Bruno é considerado o "autor intelectual" do crime, segundo o delegado, e não participou diretamente da execução de Eliza. De acordo com o delegado, as buscas pelo corpo de Eliza continuam, mesmo com o encerramento ontem das investigações do caso. As prisões temporárias devem ser convertidas em preventivas, segundo o delegado.
O inquérito tem 1,6 mil páginas e foi entregue hoje ao promotor Gustavo Fantini, que tem até 6 de agosto para decidir se irá denunciar os indiciados.
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luciano
Dr.Moreira' não há nada escondido que não seja revelado" Disse JESUS.E ELE Há de revelar Parabéns pelo trabalho.
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