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Ex-empresário do cantor Ricardo Chaves é preso em condomínio de luxo

Maurizzio Cersósimo Mattos é acusado de usar documentos falsos, formação de quadrilha e estelionato

09.03.2012 | Atualizado em 09.03.2012 - 09:50

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Louise Lobato
louise.lobato@redebahia.com.br
Atualizada às 10h38

O ex-empresário do cantor Ricardo Chaves, Maurizzio Cersósimo Mattos, foi preso por volta das 6h30 desta sexta-feira (9) em um condomínio de luxo na Estrada do Coco. De acordo com a titular da da Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap), Pile Dantas, Maurizzio foi preso junto com a mulher Cláudia Patrícia Mattos e uma funcionária do casal, Claudia Pedrosa, que seria usada como laranja da empresa.

Os três estão detidos na sede do Dececap, localizada no bairro de Piatã. Dois carros de luxo em nome do casal também foram apreendidos pela polícia.  Ainda conforme a delegada Dantas, o empresário foi preso sob a acusação de estelionato, falsificação de documentos, uso de documentos falsos e formação de quadrilha.


O ex-empresário do cantor foi preso com a esposa e um funcionária dentro de casa, na manhã desta sexta-feira (9) 

Maurizzio, a esposa e a funcionária deles estão sendo ouvidos pela polícia neste momento, e de acordo com a titular, negam desconhecer as acusações.

"Nós não temos um valor preciso da quantidade de dinheiro roubada pelos acusados, mas eles aplicaram vários golpes em grandes empresários brasileiros, que inclusive preferiram não ter os seus nomes divulgados", alega a delegada Pile Dantas. "Os crimes já vinham ocorrendo há alguns anos, mas as investigações foram há cerca de quatro meses, e um juiz decretou nesta semana a prisão preventiva de Maurizzio Mattos e a prisão temporária da esposa e da funcionário do empresário", continua.

De acordo com a titular, o casal é dono de várias empresas com a participação de laranjas, com a qual eles aplicavam golpes na área de entretenimento e na área imobiliária. 

"Eles teriam falsificado diversos documentos de transferência de propriedade de imóveis de luxo, que eles tentavam vender depois no mercado imobiliário", informa a delegada Dantas. "Entre as propriedades que eles tentaram vender estava, inclusive, uma ilha na Baía de Todos os Santos".

O cantor Ricardo Chaves comemorou a prisão do casal em sua página do Twitter. "Acabei de saber que a pessoa que mais me prejudicou na vida acabou de ser PRESA! Acho que é o fim pesadelo que tenho vivido desde 2004! Foram longos anos de luta contra um casal de delinquentes que agora estão no devido lugar: Maurizzio Mattos e Claudia Mattos".

Ricardo Chaves foi uma das vítimas do casal, que já foi condenado anteriormente em um processo movido pela cantor contra eles na Justiça. Maurizzio é listado como o fundador e presidente do Grupo Ohana Participações S/A, holding criada em 2008 que engloba empresas de consultoria e construtoras, além de uma charutaria e a empresa AeM Entretenimento.

Ainda de acordo com a polícia, Maurizzio Cersósimo Mattos, ex vice-presidente do Citigroup Nordeste, já tinha sido preso nos Estados Unidos há 6 anos com documentos falsos. O empresário vai ser encaminhado para a carceragem da Polícia Interestadual (Polinter), onde deve ficar preso a disposição da Justiça.

Briga
A briga entre Ricardo Chaves e o casal de empresários começou em 2004, quando o cantor resolveu romper contrato com a empresa Accioly & Mattos LTDA, que gerenciava a sua carreira. Após a recisão, os sócios, que já não eram mais responsáveis pelo o artista, emitiram diversas duplicatas sem lastro e cometeram irregularidades, que envolvia o nome de Ricardo Chaves.

Quando o cantor tomou conhecimento das falcatruas, em 2006, ele deflagrou ações na área cível, visando a sustação dos protestos e cancelamento e anulação das duplicatas, além de danos morais, em face dos protestos indevidos. Em abril de 2011, o casal Maurizzio Mattos foi condenado pela prática do crime de duplicata simulada (Artigo 172) e foi obrigado a cumprir a pena alternativa de prestação de serviços gratuitos no Hospital Irmã Dulce.

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Carlos Casal

A imprensa brasileira, sobretudo a nova facção virtual (Via Internet) incrementada pela decisão do Supremo Tribunal Federal que aboliu a obrigatoriedade do uso do diploma do Curso de Comunicação - Nível Superior, que admitiu indiscriminadamente um sem número de pseudo –jornalistas, desprovidos da técnica e da ética para exercer uma função tão primaz para a sociedade como um todo, conhecida inclusive como o “Quarto Poder”.
Eu sou jornalista formado, exerço a minha função com ética e respeito pelo ser humano, e jamais publicaria um texto absurdo como esse sem ouvir a palavra diretamente do acusado.
Esse cidadão aqui execrado é vitima de um complô armado contra o mesmo, e se encontra preso, sem julgamento e se quer sem um juiz, por mais de 200 dias de excesso prazal, o que significa que a armação o mantém em cárcere ilegal há 280 dias; inclusive a sua prisão temporária desde o início foi ilegal já que ele nem réu primário é, uma vez que não tem condenação definitiva e possui residência fixa, é empresário, formado em administração de empresas, nível superior, portanto não carecia da prisão. Até porque ofereceu seu passaporte espontaneamente.
Homens como esse se envolve em arapucas, as mais diversas, e muitas vezes ficam sem terem como sair. A imprensa que faz esse tipo de denúncia, também colabora incisivamente com toda a ilegalidade que hora se faz presente na vida desse cidadão.
A Polícia e a Justiça estão infestadas de pessoas nocivas a nossa sociedade, muito mais que os acusados de crimes como os imputados ao empresário Maurízzio Mattos.
No texto desse "artigo", porque isso não é uma matéria, é tendencioso demais, se calcula 30 anos de prisão para o empresário, se condenado for. Mas, digam-me, ele matou alguém também? Nem os ladrões do mensalão pegaram tantos anos de cadeia, e olhem que eles roubaram a Nação Brasileira.
Eu, como jornalista, sugiro que revejam sua maneira de praticar o jornalismo e antes de publicar alguma coisa dessa natureza, que pode acabar com a vida de um provável inocente, busquem, incansavelmente, ouvir o acusado. E para afirmar que ele não quis dar entrevista, procurem provas desse fato, para que não sejam injustos com a sociedade, com seus leitores.
res.

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