Alan Rodrigues | Redação CORREIO
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Serão pelo menos 28 meses de espera. O que hoje mais parece um terreno baldio voltará a ganhar vida e emoldurar a bela imagem do Dique do Tororó. A nova Fonte não terá capacidade para abrigar os 110 mil torcedores que um dia já empurraram o Bahia diante do Fluminense, na semifinal do Brasileiro de 1988. Mas, espera-se, vai oferecer muito mais conforto aos seus futuros frequentadores. 
Em 17 segundos a Fonte Nova foi ao chão para tristeza dos torcedores e admiradores
E, mais que uma praça esportiva, será um equipamento fundamental para revitalizar todo o seu entorno. A começar pelo estacionamento, grande gargalo do centro da cidade. Serão quase 2 mil vagas. Nas arquibancadas, 50.433 assentos, todos cobertos e com visão completa do campo, também poderão abrigar fãs de todo tipo de música. De mega-shows de axé a festivais de música ou tournês internacionais. A Arena Fonte Nova será um palco plural.
Oitenta eventos são previstos por ano para garantir a viabilidade do empreendimento, mas o restaurante e o centro de negócios, com escritórios e 39 quiosques, também irão garantir o movimento diário com 2,5 mil empregos diretos. No Museu do futebol, torcedores e turistas poderão lembrar da história dos clubes e do próprio estádio. A Nova Fonte, enfim, retornará à vida e preencherá o vazio nos corações dos baianos. Faltam só 28 meses.
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