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Onda de violência faz mais uma vítima no México e prefeito é morto dentro de casa

As autoridades mexicanas confirmaram ainda a localização dos corpos de dois investigadores que apuravam o massacre dos 72 imigrantes

09.09.2010 | Atualizado em 09.09.2010 - 11:14

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Redação CORREIO

A onda de violência, liderada por cartéis de narcotraficantes, fez mais uma vítima no México. O prefeito de El Naranjo, na região de San Luis Potosí, García López, foi morto dentro de casa. O presidente mexicano, Felipe Calderón, lamentou o assassinato do prefeito e disse que serão redobrados os esforços para garantir mais segurança à população. As informações são da Presidência da República do México e da agência BBC Brasil.

As autoridades mexicanas confirmaram ainda a localização dos corpos de dois investigadores que apuravam o massacre dos 72 imigrantes, na região de Tamaulipas, na fronteira do México com os Estados Unidos. Um dos corpos é de Roberto Suárez Vasquez, o promotor que comandava as operações. O outro é do policial Juan Carlos Suárez Sánchez, secretário de segurança de San Fernando, município onde ocorreu a chacina.

Vasquez e Suárez estavam desaparecidos desde 24 de agosto, pouco depois da descoberta dos corpos das 72 vítimas da chacina. O crime ainda está sendo investigado, mas o governo do México anunciou várias prisões nos últimos dias. As responsabilidade do massacre é atribuída a dois cartéis Los Zetas e El Golfo.

Em meio às vítimas, apenas um brasileiro foi identificado - Juliard Aires Fernandes, de 20 anos. Mas foram encontrados documentos, no local da chacina, de outro brasileiro, Hermínio Cardoso dos Santos, de 24 anos. O massacre ocorreu, no final do mês passado, em uma fazenda próxima às cidades de San Fernando e Reynosa.

Os criminosos amarraram, amordaçaram e colocaram as vítimas de costas para as paredes, depois as fuzilaram. O equatoriano Luis Freddy Lala Pomavilla, que sobreviveu ao massacre, contou que o grupo, formado por homens e mulheres, pretendia chegar aos Estados Unidos. Havia equatorianos, salvadorenhos, hondurenhos e brasileiros entre as vítimas. As informações são da Agência Brasil.

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Cristina

Isso é o q acontece quando o governo não age de forma direta e eficiente contra o tráfico de drogas. Rezemos para que nosso governo na Bahia acorde a tempo.

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Adriana

A Bahia esta caminhando para isso ai com o descontrole do trafico que temos por aqui. Governo incompetente da nisso.

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