Da Redação
O sequestro de uma mulher em Paranavaí, noroeste do Paraná, completou 24 horas às 16h desta quarta-feira (28) sem solução. Ela foi retirada à força de um ônibus e levada para a casa do ex-marido na terça, com a justificativa de que ele gostaria de mais tempo para ver a filha. A polícia atendeu a todas as exigências do suspeito para que ele liberasse a mulher, mas não obteve a contrapartida.
De acordo com o advogado do rapaz de 28 anos, ele pediu a presença do irmão, do advogado, e de um carro descaracterizado com insufilme para auxiliar na fuga. Diante da recusa, as negociações seguem ocorrendo com auxílio de trinta policiais e agentes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) de Curitiba.
Na manhã desta quarta, o irmão do suspeito vestiu um colete a prova de balas e passou a conversar diretamente com o rapaz, o que também não surtiu efeito. Ele confirmou que o fim do relacionamento deixou o irmão inconformado. “É um cara sossegado, não é de brigar, não é de beber, não mexe com droga, tem ficha limpa. Isso aí está acontecendo porque foi uma desavença com a mulher que largou dele e foi morar com outro”, relatou. “Ele ficou traumatizado, esse mês aí ele ficou mais contrariado”, acrescentou sobre o sequestrador.
De acordo com informações da polícia, durante a madrugada o sequestrador disse que a ex-mulher estava liberada, mas ela não quis sair. Ela teria medo de que o ex-marido atirasse contra ele mesmo.
A refém e o rapaz foram casados por dois anos, mas há três meses estão separados. Eles têm uma filha de três anos. As informações são do G1.
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