Foto: Divulgação
Malote com R$ 7.406,65 foi recuperado
Da Redação
O assaltante morto, na tarde desta quarta (24), depois de tentar assaltar uma agência dos Correios em Santa Maria da Vitória, a 872 km de Salvador, já havia roubado a mesma agência no dia 4 de janeiro. No início do ano, Gildeon Santos Souza, 27 anos, conseguiu levar a arma do vigilante e uma quantia não divulgada pela polícia.
Nesta quarta, ele atirou em um dos funcionários, fez outro de refém e, quando tentou fugir, conseguiu ser rendido pela vítima e foi baleado pela polícia. Ele estava com um malote com R$ 7.406,65, que foi recuperado. Gideon chegou a ser socorrido para um hospital local, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Assalto
Depois de ter anunciado o assalto, um funcionário dos Correios conseguiu escapar do locar e avisar uma viatura da polícia que fazia uma ronda na região. Assim que o delegado titular e dois investigadores chegaram na agência, eles ouviram um tiro sendo disparado pelo bandido e atingiu um funcionário dos Correios de prenome 'Jalmiro'. Ele foi socorrido para o Hospital de Barreiras e já teve alta da unidade médica.
Ao tentar fugir com um malote de dinheiro, Gildeon foi surpreendido pela polícia no exterior da agência. Ele rou novamento no local, fazendo outro funcionário, identificado como Durval Marques da Silva, de 61 anos, como refém. Ainda conforme um agente da Delegacia de Santa Maria da Vitória, os policiais cercaram o criminoso e tentaram negociar a rendição dele, sem sucesso.
Enquanto Gideon tentava chegar em um motocicleta a fim de escapar, o refém se aproveitou de um momento de distração do bandido e conseguiu tomar a arma da mão do ladrão. Em seguida, a polícia efetuou três disparos contra Gideon, atingindo o assaltante no abdômen.
Gildeon ainda chegou a ser socorrido para um hospital local, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O malote de dinheiro foi retornado para a agência dos Correios, e o refém Durval Marques não ficou ferido durante a ação.
O corpo do assaltante foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) da região, onde vai passar por uma autópsia antes de ser liberado para a família.
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