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		<title>Correio da Bahia: Notícias</title>
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			<title>Correio da Bahia: Notícias</title>
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		<lastBuildDate>Sun, 05 Feb 2012 04:16:00 -0200</lastBuildDate>
		
		
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			<title>Duas apostas acertam as dezenas da Mega-Sena neste sábado</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/duas-apostas-acertam-as-dezenas-da-mega-sena-neste-sabado/</link>
			<description>&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px; text-align: left; &quot;&gt;Duas apostas acertaram as seis dezenas...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px; text-align: left; ">Duas apostas acertaram as seis dezenas do concurso 1.360 da Mega-Sena, sorteadas na noite deste sábado (4), em Garopaba (SC). A Caixa Econômica Federal (CEF) informou que cada uma dos jogos vai ficar com R$ 22,673.254,06. O prêmio estimado para o próximo concurso é de R$ 2,5 milhões.&nbsp;</span>
<p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.45em; text-align: left; ">Confira das dezenas sorteadas:&nbsp;<b style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; ">02 - 16 - 17 - 25 - 50 - 54.</b></p>
<p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.45em; text-align: left; ">Um dos jogos vencedores foi feito em Arapiraca (AL) e o outro em Itaúna (MG).</p>
<p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.45em; text-align: left; ">Segundo a CEF, 112 apostas acertaram a Quina e cada uma vai ficar com R$ 30.004,55. A Quadra ficou com 9.880 apostas e cada uma vai levar R$ 485,90.</p>
<p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.45em; text-align: left; ">As apostas para o concurso 1.361 da Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de quarta-feira (8), em qualquer uma das 11,2 mil lotéricas da CEF. A aposta mínima é de R$ 2.</p>]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 00:11:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Empresários defendem adesão facultativa à desoneração da folha de pagamento</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/empresarios-defendem-adesao-facultativa-a-desoneracao-da-folha-de-pagamento/</link>
			<description>Sancionada em dezembro e em teste pelo governo até 2014, a desoneração da folha de pagamentos para setores da economia recebe críticas pouco depois de entrar em vigor. Empresários defendem a diminuiçã...</description>
			<content:encoded><![CDATA[Sancionada em dezembro e em teste pelo governo até 2014, a desoneração da folha de pagamentos para setores da economia recebe críticas pouco depois de entrar em vigor. Empresários defendem a diminuição das alíquotas e que a adesão ao sistema se torne opcional. Eles alegam que o novo regime beneficia apenas uma pequena parcela das empresas, criando desigualdades dentro dos setores contemplados.<br /><br />Para os empregadores, a mudança no pagamento da contribuição dos patrões à Previdência Social só reduz a carga tributária para as empresas intensivas em mão de obra. As empresas mais automatizadas, na prática, passaram a pagar mais. Nas estimativas do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis no Estado de São Paulo (Sescon-SP), o novo sistema é vantajoso apenas caso o custo com os empregados represente mais de 10% do faturamento.<br /><br />Presidente do Sescon-SP, José Alcazar disse que, em um momento em que a tecnologia ganha força e diversos setores da economia passam por um processo de automatização, a mudança na forma de recolhimento encarece os custos com a mão de obra e reduz a competitividade. “Não é à toa que a indústria de móveis, que está se automatizando, foi ao Congresso e pediu para ser excluída do novo regime”, destaca.<br /><br />Anunciada em agosto do ano passado, como parte do Plano Brasil Maior (nova política industrial do governo), a desoneração da folha de pagamento mudou a forma como as empresas de cinco setores pagam a contribuição dos empregadores ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em vez de pagarem 20% sobre a folha de pagamento, esses segmentos passaram a recolher um percentual sobre o faturamento.<br /><br />Para as empresas de tecnologia da informação e de call center, a contribuição passou para 2,5% do faturamento. Para as confecções e as indústrias de calçados e de artefatos de couro, o percentual corresponde a 1,5%. O novo sistema vigora até 2014, quando o governo se reunirá com os setores contemplados e avaliará se esse modelo pode ser estendido a outros setores da economia.<br /><br />Alcazar defende que o governo altere a legislação para permitir que os empresários escolham se querem mudar a forma de recolhimento ou permanecer no sistema tradicional, opinião compartilhada pelo diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Tecidos (Abit), Fernando Pimentel. “Já que o sistema está em fase de teste, as empresas deveriam ter o direito de escolher em qual regime querem ficar, mas o governo, na época das negociações, alegou que não teria como controlar isso”, disse.<br /><br />Segundo a Abit, a alteração no recolhimento teve efeitos contraditórios no setor de confecções. Entre 55% e 60% das empresas do segmento tiveram algum benefício, mas 35% foram prejudicadas, e de 5% a 10% ficaram na mesma. “Como a tendência, no longo prazo, é as indústrias se automatizarem cada vez mais, certamente o percentual de empresas prejudicadas vai aumentar nos próximos anos”, declarou. Ele sugere que a alíquota sobre o faturamento seja reduzida para 0,8% a fim de recalibrar essas desigualdades.<br /><br />Alcazar adverte que, se o modelo não sofrer ajustes, o resultado pode ser o aumento no uso de artifícios para pagar menos impostos. “Muitas empresas vão se dividir em duas: uma com mão de obra intensiva e outra em que os empregados têm peso menor. No futuro, haverá problemas. Esse planejamento tributário não chega a ser ilegal, mas é combatido pela Receita Federal, que a todo tempo baixa normas para coibir essa prática”, explicou. As informações são da Agência Brasil.]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 21:34:00 -0200</pubDate>
			
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		<item>
			<title>Anfavea defende manutenção de acordo automotivo com México</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/anfavea-defende-manutencao-de-acordo-automotivo-com-mexico/</link>
			<description>O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos  Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, defendeu nesta sexta-feira (3) a manutenção  do acordo automotivo entre o Brasil e o México. ...</description>
			<content:encoded><![CDATA[O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos  Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, defendeu nesta sexta-feira (3) a manutenção  do acordo automotivo entre o Brasil e o México. “Achamos esse acordo  muito importante para o país e confirmamos a necessidade de manter esse  acordo”, disse.
	Representantes de diversas montadoras se reuniram nesta tarde com o  secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, para  argumentar que haverá prejuízo ao Brasil caso haja rompimento da  parceria comercial com o México. Belini, no entanto, acredita que o  acordo será mantido. “Não falamos sobre rompimento. O que existe hoje é  processo, de dentro do governo, de reavaliação do acordo”, comentou.
	Na opinião do presidente da Anfavea, o “desequilíbrio na balança  comercial”, que tem preocupado o governo, não afeta a indústria  automotiva brasileira. “Esse desequilíbrio não interfere. Existem  importações e exportações.<br /> 	Quando têm acordos bilaterais tem que ver que há dois lados. De um  lado, temos superávit com a Argentina e, por outro lado, déficit com o  México. São períodos cíclicos”, argumentou.
	Belini não quis adiantar quais mudanças estão sendo discutidas pelo  governo. Segundo ele, uma nova reunião com o setor produtivo será  marcada assim que as alterações forem definidas.
	No Palácio do Planalto, o assunto também foi discutido entre a  presidenta da República, Dilma Rousseff, e os ministros de Relações  Exteriores, Antonio Patriota, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio  Exterior, Fernando Pimentel. Na saída do encontro, Pimentel afirmou que  o Brasil e o México vão renegociar o acordo de importação de  automóveis.
	Firmado em 2002, o acordo bilateral permite a importação de  veículos, peças e partes de automóveis do México com redução de impostos  e institui um percentual mínimo de nacionalização dos veículos vindos  do país. A parceria é semelhante à que existe entre o Brasil e os países  do Mercosul. Da forma como está, o tratado tem beneficiado os  mexicanos, visto que as importações de veículos do México tiveram  aumento de 40% e o país é o terceiro maior vendedor para o mercado  brasileiro. As informações são da Agência Brasil.]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 01:22:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Aposentados e pensionistas pegaram quase R$ 30 bilhões em empréstimos consignados em 2011</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/aposentados-e-pensionistas-pegaram-quase-r-30-bilhoes-em-emprestimos-consignados-em-2011/</link>
			<description>Aposentados e pensionistas contraíram, no ano passado, R$ 28,4  bilhões em dívidas na modalidade de crédito consignado. O valor é quase  6% a mais do que o montante das operações feitas em 2010, quand...</description>
			<content:encoded><![CDATA[Aposentados e pensionistas contraíram, no ano passado, R$ 28,4  bilhões em dívidas na modalidade de crédito consignado. O valor é quase  6% a mais do que o montante das operações feitas em 2010, quando os  bancos liberaram R$ 26,8 bilhões, segundo informações do Instituto  Nacional do Seguro Social (INSS). O número de operações fechadas no ano  passado aumentou ligeiramente em relação a 2010. Foram fechados 10,2  milhões de contratos de crédito consignado, 1,53% a mais do que em 2010,  com 10,1 milhões.
 	Só em dezembro foram liberados R$ 2,29 bilhões nesta modalidade de  crédito, 2,96% menos que em novembro (R$ 2,36 bilhões). O número de  operações também caiu, de 729 mil contratos para 711 mil (-2,5%). Do  total de operações do mês, 37,6% foram contratadas por segurados na  faixa etária de 60 a 69 anos. As faixas etárias de 50 a 59 anos e de 70 a  79 anos foram responsáveis, cada uma, por 23% dos empréstimos liberados  em dezembro.
 	Do total de operações consignadas de empréstimo pessoal e de cartão de  crédito, em dezembro, mais da metade (384 mil) foram efetuadas por  segurados com renda de até um salário mínimo. Esses aposentados e  pensionistas contrataram, em média, R$ 2.341,39 em cada operação de  empréstimo pessoal e R$ 456,91 em cartão de crédito.
 	Na faixa salarial de um a três salários mínimos, os empréstimos  pessoais tiveram como valor médio R$ 3,3 mil e, na contratação via  cartão de crédito, R$ 570,40. Na faixa acima de três salários mínimos, o  valor médio de cada empréstimo na modalidade de crédito pessoal e  cartão de crédito foi R$ 6 mil e R$ 729, respectivamente.
 	A margem consignável do empréstimo pessoal é limitada a 30% da remuneração líquida dos aposentados e pensionistas.
 	O balanço completo das operações de crédito consignado na folha de  pagamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2011 estão  disponíveis na <a href="http://www.previdencia.gov.br/arquivos/office/3_120201-163934-724.ppt" rel="nofollow">página do Ministério da Previdência Social</a> na <i>internet</i>. As informações são da Agência Brasil.]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 03:27:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Protecionismo gera perdas no longo prazo, dizem economistas</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/protecionismo-gera-perdas-no-longo-prazo-dizem-economistas/</link>
			<description>A intensificação das medidas protecionistas, como a exigência de  licença de importação para mercadorias entrarem na Argentina e a  elevação de impostos sobre veículos de fora do Mercosul no Brasil,  ...</description>
			<content:encoded><![CDATA[A intensificação das medidas protecionistas, como a exigência de  licença de importação para mercadorias entrarem na Argentina e a  elevação de impostos sobre veículos de fora do Mercosul no Brasil,  resulta em perdas para os países envolvidos no médio e longo prazo. Para  especialistas ouvidos pela reportagem, as decisões  que visam a proteger o mercado interno podem trazer ganhos imediatos,  mas essa vantagem se perde na deterioração da competitividade da  economia e na redução de trocas comerciais.
 	Na avaliação do professor Carlos Pereira, da Escola Brasileira de  Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV),  medidas como a criação de cotas de importações ou a exigência de  aprovação do governo para a entrada de mercadorias externas, como  ocorreu na Argentina, têm reflexos nos países vizinhos e põe em xeque o  funcionamento do Mercosul.
 	“Toda a engenharia institucional do Mercosul está em risco. Medidas  como essas sinalizam que o arcabouço institucional não tem sido mais  capaz de resolver os conflitos comerciais. É normal que esses atritos  aconteçam, mas sempre houve mecanismos dentro do próprio Mercosul para  resolvê-los”.
 	Em relação aos efeitos sobre a produtividade, o economista declara que a  proteção da indústria nacional reduz a eficiência dos fabricantes. Isso  porque a falta de concorrência com os produtos estrangeiros diminui a  qualidade e encarece as mercadorias protegidas, além de tornar a  produção e o comércio sujeitos a interesses políticos. “A sensação do  ganho no curto prazo é enganadora porque gera benefício menor do que os  ganhos do mercado livre no longo prazo. Os atores políticos preferem  ganhar no curto prazo”.
 	Sobre as medidas adotadas pelo Brasil, Pereira critica o reajuste do  Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados,  em vigor desde dezembro. Para ele, o governo se submeteu à pressão das  montadoras ao concordar com a elevação do tributo, em vez de criar  incentivos para a modernização dos veículos nacionais. “O caminho mais  eficaz [para enfrentar a concorrência com os importados] seria a criação  de linhas de crédito e de incentivos fiscais para as montadoras que  investem em tecnologia”.
 	Professora titular do Departamento de Economia da Universidade de São  Paulo (USP), Leda Paulani diz que os impactos da proteção comercial  sobre o Brasil é agravado pelo câmbio, que está em queda. Segundo ela, a  combinação do protecionismo com a apreciação cambial prejudica, não  apenas as vendas externas da indústria nacional, mas as próprias  exportações do setor agrícola.
“Em relação aos bens de menor valor agregado [como bens agropecuários e  produtos manufaturados de baixo valor], o Brasil continua enfrentando a  concorrência de países como a China. No caso dos bens de maior valor  agregado, o protecionismo desestimula o país a dominar a tecnologia e o  pouco que se exporta pode se perder”. As informações são da Agência Brasil.]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 01:21:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Estado vai liberar empréstimo consignado para todos os bancos</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/estado-vai-liberar-emprestimo-consignado-para-todos-os-bancos/</link>
			<description>&lt;b&gt;Redação CORREIO&lt;/b&gt;
O vice-governador do estado, Otto Alencar, disse nesta quarta-feira (1) que dentro dos próximos dias o Executivo deverá permitir que todas as instituições financeir...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<b>Redação CORREIO</b>
O vice-governador do estado, Otto Alencar, disse nesta quarta-feira (1) que dentro dos próximos dias o Executivo deverá permitir que todas as instituições financeiras possam realizar empréstimos aos servidores estaduais com desconto em folha.
Segundo ele, a Procuradoria Geral do estado já elaborou um parecer que obriga o Executivo a cumprir a decisão do Tribunal de Justiça da Bahia, que pôs&nbsp; fim ao&nbsp; contrato de exclusividade do Banco do Brasil para o crédito consignado. Apesar da Justiça ter decidido sobre o assunto em maio de 2011, até agora o Banco do&nbsp; &nbsp;Brasil continua a ser o único banco que oferece o empréstimo com desconto em folha para os servidores públicos baianos. 
Oto Alencar afirmou eu entrevista que o documento franqueando o empréstimo a todos os bancos&nbsp; será publicado assim que o governador Jaques Wagner voltar da viagem oficial ao Caribe, da qual está participando&nbsp; como integrante da comitiva da presidente Dilma Rousseff. A questão da liberação do empréstimo consignado tem sido motivo de um embate entre os poderes Judiciário e Executivo, na medida em que o estado vinha&nbsp; descumprindo a decisão judicial. 
Em maio de 2011, o pleno do Tribunal determinou que o governo baiano cancelasse a vigência de um decreto do Executivo que transferiu ao Banco do Brasil todas as operações de crédito consignado aos servidores públicos estaduais. Antes disso, em janeiro do mesmo ano, o Banco Central já havia proibido a celebração de novos contratos de monopólio. <br /><br />]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 08:40:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Petrobras vende US$ 7 bilhões em bônus no exterior </title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/petrobras-vende-us-7-bilhoes-em-bonus-no-exterior/</link>
			<description>A Petrobras informou na noite desta quarta-feira (1º) a venda de US$ 7 bilhões em bônus no exterior com diferentes vencimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estatal vendeu US$ 1,25 bilhão de novos títulos...</description>
			<content:encoded><![CDATA[A Petrobras informou na noite desta quarta-feira (1º) a venda de US$ 7 bilhões em bônus no exterior com diferentes vencimentos.<br /><br />A estatal vendeu US$ 1,25 bilhão de novos títulos com vencimento em três anos, com yield (rendimento ao investidor) de 3,051%, e US$ 1,75 bilhão em novos títulos de cinco anos com rendimento de 3,628%.<br /><br />A Petrobras também vendeu US$ 2,75 bilhões e US$ 1,25 bilhão de notas já existentes com vencimentos em 2021 e 2041, respectivamente. A Petrobras vai pagar juros de 4,796% e de 5,935% para as reaberturas, respectivamente.<br /><br />Segundo a companhia, a conclusão da operação está prevista para ocorrer em 6 de fevereiro.<br /><br />A estatal informou ainda que os recursos captados serão utilizados para o financiamento dos investimentos da companhia – de US$ 224,7 bilhões até 2015.<br /><br />As companhias brasileiras, aproveitando uma disponibilidade excessiva de dinheiro e uma forte demanda por dívida de mercados emergentes entre investidores internacionais, venderam cerca de US$ 13 bilhões em bônus globais desde o início do ano.<br /><br />Os três maiores bancos do país listados em bolsa e a gigante de mineração Vale estão entre aqueles que emitiram dívida no exterior no mês passado. As informações são do G1.]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 01:27:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Das principais cidades do Brasil, Salvador foi a capital com maior taxa de desemprego em 2011</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/das-principais-cidades-do-brasil-salvador-foi-a-capital-com-maior-taxa-de-desemprego-em-2011/</link>
			<description>&lt;b&gt;Da Redação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das setes principais regiões metropolitanas do Brasil, Salvador foi a que apresentou a maior taxa de desemprego em 2011. De acordo com os dados do ...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<b>Da Redação</b><br /><br />Das setes principais regiões metropolitanas do Brasil, Salvador foi a que apresentou a maior taxa de desemprego em 2011. De acordo com os dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos e da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Dieese-Seade), divulgados nesta terça-feira, a capital baiana apresentou índice de 15,3%, quase 5% maior do que a média nacional de 10,5%.<br /><br />Das cidades pesquisadas, Belo Horizonte foi a que apresentou menor índice, de 7%. No quadro geral, a taxa média de desemprego no Brasil recuou de 11,9% em 2010 para 10,5% durante o ano passado. Entre os setores pesquisados, o que mais contratou foi o de serviços, com a geração de 272 mil postos de trabalho.<br /><br />Já a indústria criou 33 mil vagas e o comércio, 73 mil. Já na área da construção civil, foram contratados 65 mil trabalhadores. No conjunto dos demais setores foram fechados 36 mil postos de trabalho. No total, foram gerados 407 mil postos de trabalho reduzindo a contingência de desempregados para 2,32 milhões de pessoas.<br /><br />O rendimento médio dos ocupados cresceu 0,2% entre dezembro de 2010 e novembro de 2011, chegando a R$ 1.412. Já os assalariados tiveram redução da renda média de 0,2%, para R$ 1.467.<br /><br />Segundo o Dieese-Seade, um dos motivos que mais contribuiu para a diminuição da taxa foi o baixo crescimento da população economicamente ativa (PEA). O índice, no ano passado, foi de 0,5%. Além de Salvador e de Belo Horizonte, o Dieesee-Seade foi pesquisado nas regiões metropolitanas de Fortaleza, Porto Alegre, Recife, São Paulo e no Distrito Federal. ]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 11:55:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Dívidas trabalhistas poderão ser pagas por cartão de crédito</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/dividas-trabalhistas-poderao-ser-pagas-por-cartao-de-credito/</link>
			<description>Um convênio firmado nesta segunda-feira (30) entre o  Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Caixa Econômica Federal e o Banco  do Brasil (BB) pode amenizar um velho problema da Justiça do Trabalho – o...</description>
			<content:encoded><![CDATA[Um convênio firmado nesta segunda-feira (30) entre o  Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Caixa Econômica Federal e o Banco  do Brasil (BB) pode amenizar um velho problema da Justiça do Trabalho – o  pagamento de dívidas já reconhecidas por decisão judicial. Com o  convênio, os devedores poderão usar cartão de crédito ou de débito para  quitar dívidas resultantes de condenação ou acordo conciliatório.
<p style="margin-bottom:0cm"> 	Atualmente, a execução de decisões da Justiça do Trabalho demora até  dois anos para ser finalizada, com taxa de 78% de congestionamento. O  pagamento da dívida é feito de forma manual, por meio de depósitos  bancários, e o dinheiro demora cerca de três meses para chegar às mãos  do credor. A ideia do novo método é pular a intermediação judicial do  pagamento, evitando, inclusive, fraudes, como a retirada de valores já  depositados enquanto dura a burocracia de repasse para o credor.</p>
<p style="margin-bottom:0cm"> 	Segundo explicou a corregedora nacional Eliana Calmon, uma das  signatárias do projeto-piloto, a ideia é que logo após o acordo ou a  decisão judicial, o devedor use a máquina de cartão na própria sala de  audiência – podem ser usados cartões pessoa jurídica, pessoa física e  até cartões corporativos. Ele pode optar por pagar por débito à vista,  em uma parcela dentro de 30 ou mais dias, ou de forma parcelada. Também  haverá a opção de pagamento pelo modelo usado atualmente.</p>
<p style="margin-bottom:0cm"> 	O valor passado na maquininha de cartão é diretamente vinculado ao  processo específico e ao CPF do credor. Ele pode retirar o dinheiro no  banco na data acordada na Justiça. Para isso, deve portar documento de  identidade e cópia da ata de audiência. A ideia é que em um futuro  próximo esse valor também possa ser retirado em lotéricas ou depositado  diretamente nas contas bancárias de quem receberá o saldo.</p>
<p style="margin-bottom:0cm"> 	De acordo com Calmon, outra vantagem do novo método é que o processo de  execução vai diretamente para o arquivo, deixando de inflar os números  da Justiça do Trabalho. Isso ocorre porque a obrigação de cobrar o  débito é repassada para os bancos, a custo zero para a Justiça.</p>
<p style="margin-bottom:0cm"> 	O projeto-piloto será implantado em uma das varas do trabalho de Belém,  e a expectativa é que toda a Justiça Trabalhista no Pará tenha o  sistema dentro de seis meses. Se a experiência for um sucesso, a ideia é  que ela seja levada para todo o país, inclusive para a Justiça Comum.  “Optamos por colocar primeiro na Justiça do Trabalho porque todas as  sentenças são líquidas, diferentemente da Justiça Comum, em que há  outros tipos de objetos de pedir”, explicou Eliana Calmon.</p>
<p style="margin-bottom:0cm"> 	De acordo com o juiz auxiliar do CNJ, Marcos Melek, a ideia é que as  instituições cobrem taxa até 1%, que pode ser paga apenas pelo devedor  ou negociada meio a meio com o credor, já que assim ele terá seu crédito  satisfeito em um prazo menor. As informações são da Agência Brasil.</p>]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 03:28:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
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			<title>Redução tributária para construção chegou 'talvez no limite', diz Mantega</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/reducao-tributaria-para-construcao-chegou-talvez-no-limite-diz-mantega/</link>
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			<content:encoded><![CDATA[O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta segunda-feira (30) que as reduções tributárias para o setor de construção civil já chegou ‘talvez no limite’. Ele destacou, porém, que estão sendo discutidas medidas para reduzir os custos dos empreendimentos do programa &quot;Minha Casa Minha Vida&quot;.<br /><br />As declarações foram feitas após encontro com empresários do setor, em São Paulo. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior também participou do encontro.<br /><br />Segundo o ministro, ainda não é o momento de um reajuste dos valores das unidades atendidas pelo programa habitacional, pleito permanente dos empresários do setor.<br /><br />Mantega destacou que foi renovada para até o fim do ano a redução do IPI para os principais itens de material de construção e que o governo elevou de R$ 75 mil para R$ 80 mil o limite do valor do imóvel popular para ingresso no Regime Especial de Tributação.<br /><br />“Não há nenhuma nova renovação. Nós já estamos talvez no limite da redução tributária”, disse.<br /><br />Mantega destacou que a oferta de crédito imobiliário cresceu 44% em 2011 e que essa modalidade de financiamento deverá manter o ritmo de ampliação em 2012. Segundo o ministro, só a Caixa Econômica Federal prevê disponibilizar R$ 90 bilhões em crédito imobiliário neste ano. “O Banco do Brasil está entrando agora e vai disponibilizar R$ 7 bilhões”, disse.<br /><br /><b>Prazo menor</b><br />Segundo Miriam, o governo tem procurado identificar mecanismos que possam diminuir o intervalo que existe hoje entre a conclusão e a entrega das obras e com isso reduzir “custos adicionais” que são gerados por conta de atrasos em cartórios, na concessão do Habite-se ou na ligação de água e energia.<br /><br />O governo pretende discutir com as prefeituras e concessionárias medidas que possam eliminar esse tipo de atraso.<br /><br />“No caso de energia, a Aneel pode regular, estabelecendo alguma medida normativa para garantir um prazo máximo para ser realizado o serviço. Também vamos trabalhar com as concessionárias de saneamento para equacionar os atrasos”, disse Miriam. As informações são do G1.]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 21:44:00 -0200</pubDate>
			
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