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		<title>Correio da Bahia: Notícias</title>
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			<title>Correio da Bahia: Notícias</title>
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		<lastBuildDate>Sun, 05 Feb 2012 04:16:00 -0200</lastBuildDate>
		
		
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			<title>2011 foi o nono ano mais quente já registrado pela Nasa</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/2011-foi-o-nono-ano-mais-quente-ja-registrado-pela-nasa/</link>
			<description> 	A média de temperatura de 2011 foi a nona mais quente já registrada, de  acordo com cientistas da Nasa. Os registros de temperatura começaram a  ser realizados em 1880. A descoberta mantém a tendênc...</description>
			<content:encoded><![CDATA[ 	A média de temperatura de 2011 foi a nona mais quente já registrada, de  acordo com cientistas da Nasa. Os registros de temperatura começaram a  ser realizados em 1880. A descoberta mantém a tendência de aumento de  temperatura nos últimos anos. Nove entre os dez anos mais quentes já  registrados ocorreram desde 2000.
 	O valor médio registrado em 2011 foi 0,51ºC mais quente que a  temperatura base de meados do século 20. &quot;A comparação mostra que a  Terra continua a experimentar temperaturas mais quentes que em décadas  passadas&quot;, disseram pesquisadores do Goddard Institute for Space Studies  (GISS), da Nasa, em comunicado.
 	Segundo a agência, o aumento de temperatura é largamente provocado pelo  aumento de concentrações de gases do efeito estufa na atmosfera,  especialmente dióxido de carbono. O gás é emitido por diversas  atividades humanas, como usinas termoelétricas e veículos movidos a  combustíveis fósseis, como gasolina.
 	Os níveis atuais de dióxido de carbono na atmosfera excedem 390 partes  por milhão (ppm). Em 1880, a concentração era de 285 ppm; em 1960, de  315 ppm, segundo a Nasa.
 	<b>Registros de temperatura<br /></b>
 	O ano mais quente já registrado foi 2010, com uma média de temperatura  0,12ºC maior que 2011. O único ano que não faz parte do século 21 e que  esteve entre os dez mais quentes já registrados foi 1998.
 	&quot;Isso sublinha a ênfase que os cientistas colocam na tendência de  aumento da temperatura a longo prazo (...) Eles não esperam que as  temperaturas aumentem consistentemente ano após ano, mas esperam um  aumento contínuo ao longo das décadas&quot;, afirma o comunicado da Nasa.
 	As elevadas temperaturas ocorrem apesar dos efeitos de resfriamento  provocados por uma influência maior do La Nina e por uma atividade solar  mais baixa, verificada nos últimos anos, de acordo com o diretor do  GISS, James Hansen. Ele têm feito campanha contra as mudanças climáticas  provocadas pelo homem.
 	Para produzir as análises de temperatura, o GISS coleta dados de mais  de mil estações meteorológicas espalhadas pelo mundo, observações de  satélite da superfície do mar e estações de pesquisa na Antártida. As informações são do G1.]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 21:40:00 -0200</pubDate>
			
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			<title>Brasil busca reforçar diálogo com Estados Unidos sobre meio ambiente</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/brasil-busca-reforcar-dialogo-com-estados-unidos-sobre-meio-ambiente/</link>
			<description>Com o objetivo de reforçar o diálogo sobre desenvolvimento sustentável, e reforçar o peso da Cúpula da Rio+20 da Organização das Nações Unidas (ONU), prevista para junho, no Rio de Janeiro, a ministra...</description>
			<content:encoded><![CDATA[Com o objetivo de reforçar o diálogo sobre desenvolvimento sustentável, e reforçar o peso da Cúpula da Rio+20 da Organização das Nações Unidas (ONU), prevista para junho, no Rio de Janeiro, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, iniciou nesta semana visita aos Estados Unidos para articular a participação da maior potência do mundo na conferência.<br /><br />Nesta quarta-feira (11), a ministra se reuniu com a secretária americada de Defesa do Meio Ambiente, Lisa Jackson, na segunda rodada de encontros sobre a Iniciativa Conjunta para a Sustentabilidade Urbana, lançada em 2011, e ambas participaram de um debate sobre Rio+20.<br /><br />&quot;A Cúpula tem um processo preparatório que está ocorrendo. Vamos começar a fase de negociações&quot;, disse Izabella Teixeira, após a apresentação do rascunho da ONU que reúne sugestões retiradas das 643 propostas enviadas por países e instituições.<br /><br />&quot;O que esperamos como herança da Rio+20 não são os acordos vinculantes, mas as discussões que levarão a uma declaração política sobre novas diretrizes&quot;, destacou Izabella Teixeira.
<img title="Foto: Dennis Barbosa/G1" src="fileadmin/user_upload/tt_news/Anna_Larissa/izabella-540px.jpg" height="405" width="540" alt="" /><br /><b>A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante discurso realizado na COP 17, em dezembro, na África do Sul </b><br /><br /><b>Cooperação</b><br />A Cúpula do Rio de Janeiro, prevista para acontecer entre 20 e 22 de junho próximo, ocorre 20 anos após a Rio-92, que reuniu mais de 100 líderes mundiais e terminou com um plano de ação para o desenvolvimento sustentável.<br /><br />Desta vez, o objetivo é negociar metas complementares aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), fixados em 2000 por 192 países membros da ONU visando erradicar a pobreza extrema no planeta.<br /><br />Líder na área de energia renovável, o Brasil tem ampliado sua cooperação com os Estados Unidos após o acordo sobre sustentabilidade urbana de 2010. Neste sentido, Linda Jackson estimou que &quot;Estados Unidos e Brasil podem mostrar ao mundo como reprogramar o desenvolvimento urbano&quot;, com eixos de &quot;eficiência energética, preservação da água, habitação e novas oportunidades de negócios&quot;.<br /><br />O objetivo de construir as &quot;comunidades urbanas do século XXI é mais que um acordo entre dois governos&quot;, assinalou Jackson para destacar a &quot;necessidade de participação do setor privado&quot;.<br /><br /><b>Rascunho zero</b><br />Elaborado com ajuda de diversos países, o relatório aponta preocupação com a pobreza no mundo, “onde existem 1,4 bilhão de pessoas em situação de miséria, sob ameaça constante de pandemias e epidemias”, e reconhece a necessidade de “redobrar esforços” contra este problema, além de assegurar que as atividades humanas respeitem os ecossistemas da Terra.<br /><br />No contexto da economia verde, as nações, baseadas nos “Princípios do Rio”, possível nome do documento resultante da conferência, o desenvolvimento sustentável só ocorreria com uma integração entre os países mais pobres e ricos.<br /><br />Para isso, seria evitada a criação de barreiras comerciais, fomentado mecanismos de financiamentos e de transferência de tecnologia, além de incentivar a diminuição da dependência tecnológica dos países em desenvolvimento.<br /><br />No tópico “Meios de implementação”, o documento faz um apelo aos países ricos para que, até 2015, repassem ao menos 0,27% de seu Produto Interno Bruto (PIB) às nações pobres e às em desenvolvimento como “assistência oficial”, o que pode ser contestado pelos envolvidos devido à crise econômica que atinge a Europa e os Estados Unidos. As informações são do G1.]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 11:10:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Brasil vai ajudar Chile a combater incêndios florestais</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/brasil-vai-ajudar-chile-a-combater-incendios-florestais/</link>
			<description>Na tentativa de ajudar o governo do Chile a conter os mais de 50 focos de incêndio no país, 50 brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) seguem ho...</description>
			<content:encoded><![CDATA[Na tentativa de ajudar o governo do Chile a conter os mais de 50 focos de incêndio no país, 50 brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) seguem hoje (7) para Santiago, capital chilena. Eles ficarão cerca de 20 dias no país para ajudar no combate, planejamento e prevenção de incêndios.<br /><br />O apoio do Brasil ao Chile conta ainda com a Força Aérea Brasileira (FAB) – por meio da aeronave que transportará os 50 brigadistas –, com a Defesa Civil, que arcará com os custos de diárias para os profissionais, e com o Ministério das Relações Exteriores que coordena as ações.<br /><br />“A princípio os brigadistas ficarão 20 dias no Chile, mas se as autoridades chilenas solicitarem a prorrogação, há disposição para atender”, disse à Agência Brasil o chefe do Centro Especializado do Sistema Nacional de Prevenção e Combate de Incêndios Florestais do Ibama, José Carlos Mendes. “Todos os brigadistas são muito experientes, têm conhecimento sobre incêndios florestais e conservação.”<br /><br />No grupo de 50 brigadistas, há duas mulheres que são especializadas em ações de combate e planejamento sobre incêndios florestais. Os bombeiros civis atuam no Ibama durante 24 horas e são acionados para combater incêndios em todo país.<br /><br />No Chile, os focos de incêndio se intensificaram nos últimos dias. Só ontem (6) um incêndio na Região Sul do país causou seis mortes, todas de bombeiros, quatro feridos e dois desaparecidos. Nos últimos dez dias, mais de 50 incêndios queimaram 50 mil hectares de florestas. As áreas mais afetadas são Bío-Bío, Maule e Araucanie, localizadas a 500 e 700 quilômetros de Santiago, a capital chilena.<br /><br />O governo chileno suspeita que boa parte dos incêndios foi provocada por ações criminosas. No caso de Carahue, a 700 quilômetros de Santiago, os bombeiros tentaram apagar as chamas, mas ficaram cercados pelo fogo devido aos ventos fortes que atingiam a região.<br /><br />Desde a semana retrasada, o governo do presidente Sebastian Piñera, conta com a ajuda de estrangeiros para conter o fogo na região do Parque Nacional Torres del Paine, na Patagônia, Sul do país. O parque é um dos principais polos de turismo e atrai pessoas do mundo inteiro. As informações são da Presidência da República do Chile. As informações são da Agência Brasil.]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 13:03:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Ano de 2012 pode ser um dos dez mais quentes da história, diz instituto</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/ano-de-2012-pode-ser-um-dos-dez-mais-quentes-da-historia-diz-instituto/</link>
			<description>A temperatura média global pode ser 0,48 ºC maior em 2012, fato que  colocaria o ano na lista dos dez mais quentes desde 1850 e que  ultrapassaram a temperatura média global de 14ºC (medida de 1961 a ...</description>
			<content:encoded><![CDATA[A temperatura média global pode ser 0,48 ºC maior em 2012, fato que  colocaria o ano na lista dos dez mais quentes desde 1850 e que  ultrapassaram a temperatura média global de 14ºC (medida de 1961 a  1990). As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (4) pelo  Serviço Nacional do Clima do Reino Unido. 
<div id="materia-letra" class="materia-conteudo entry-content"><div><div> 	A previsão, feita a partir de dados provisórios fornecidos no mês  passado pela Universidade de East Anglia e pelo próprio serviço de  meteorologia do país, aponta que em 2011 houve aumento de 0,36 ºC na  temperatura, colocando o ano passado como o 11º mais quente da história.
 	“Em 2012 deve ser 0,48 ºC mais quente que a média de longo prazo  (1961-1990), com uma margem de erro que vai de 0,34 ºC a 0,64 ºC”,  informou o comunicado do Met Office.
 	“Em 2011, vimos uma forte atuação do (fenômeno climático) La Niña, que  pode temporariamente resfriar a temperatura global. O La Niña voltou,  mas embora não esteja tão forte quanto no início do ano passado, ainda  são esperadas influências em 2012. Esperamos que este ano fique  ligeiramente mais quente que no ano passado, mas não tão quente como em  2010”, afirma Adam Scaife, chefe do departamento de meteorologia do Met  Office.
 	Ainda segundo o Serviço Nacional de Meteorologia do Reino Unido, a  previsão da temperatura global da Terra ficou próxima ao número  divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), que apontou  elevação de 0,41 graus acima da média.
 	A OMM lista 2010 como o ano mais quente já registrado e o período de 1998 a 2011 como os 12 anos com maior temperatura. As informações são do G1.<br />&nbsp; 	</div></div></div>]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 18:39:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
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			<title>Superfície do oceano mais quente reduz produção de peixes, diz ONU</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/superficie-do-oceano-mais-quente-reduz-producao-de-peixes-diz-onu/</link>
			<description>Relatório divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o  Desenvolvimento (Pnud) afirma que o aquecimento das águas superficiais  dos oceanos limita o movimento dos nutrientes e pode resultar em  di...</description>
			<content:encoded><![CDATA[Relatório divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o  Desenvolvimento (Pnud) afirma que o aquecimento das águas superficiais  dos oceanos limita o movimento dos nutrientes e pode resultar em  diminuição da produção de peixes, o que afetaria o cotidiano da  população.
<div id="materia-letra" class="materia-conteudo entry-content"><div><div> 	Segundo as projeções apontadas no documento, a limitação do movimento  ascendente dos nutrientes das águas mais profundas e frias (fenômeno  conhecido como ressurgência) afetaria os grandes ecossistemas marinhos  de países em desenvolvimento situados em áreas mais quentes na Ásia,  África e América Latina, regiões que são dependentes dos recursos  costeiros para segurança alimentar.
 	Foram analisadas 64 áreas classificadas como grandes ecossistemas  marinhos (que incluem bacias hidrográficas e estuários) e verificou-se  que entre 1982 e 2006, houve elevação da temperatura em 61 zonas (sendo  que três delas estão no Brasil).
 	Além disso, em cerca de um terço dessas áreas a temperatura tem se  elevado até quatro vezes mais rápido do que as tendências de aquecimento  global relatadas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática  (IPCC).
 	<b>Consequências</b><br /> 	Uma das regiões onde foi constatada elevação rápida da temperatura é a  do Mar Báltico, no nordeste da Europa e que banha nove países. Segundo o  órgão da ONU, em 24 anos a temperatura na superfície do oceano se  elevou em 1,35 ºC.
 	O documento aponta que o degelo nas regiões próximas ao Ártico poderia  amornar a água e elevar a quantidade de pesca nesta região (que inclui  também o Mar da Noruega), porém, o tamanho dos peixes diminuiria.
 	Este efeito sobre a população reprodutora, de acordo com o Pnud, pode  resultar no colapso de outras espécies de peixes. O relatório recomenda  neste caso providências para estabelecer níveis de captura sustentáveis  para a pesca em latitudes mais quentes.
 	Outro ponto abordado pelo estudo é a inclusão de medidas para sustentar  a pesca marinha, restaurar e proteger os habitats costeiros,  principalmente os sumidouros de carbono, e reduzir a carga de poluentes  no oceano. As informações são do G1.</div></div></div>]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 20:52:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Movimento contra Belo Monte faz reunião com ministros em Brasília</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/movimento-contra-belo-monte-faz-reuniao-com-ministros-em-brasilia/</link>
			<description> 	Representantes do movimento Gota D’água foram recebidos nesta  terça-feira (20) pelos ministros Edison Lobão (Minas e Energia), Izabela  Teixeira (Meio Ambiente) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Gera...</description>
			<content:encoded><![CDATA[ 	Representantes do movimento Gota D’água foram recebidos nesta  terça-feira (20) pelos ministros Edison Lobão (Minas e Energia), Izabela  Teixeira (Meio Ambiente) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) no Palácio do Planalto, em Brasília. O movimento  ficou conhecido na internet após divulgação de vídeo contra a construção  da hidrelétrica de Belo Monte.
 	O vídeo - que reúne atores como Juliana Paes, Maytê Proença, Sérgio  Marone e Ary Fontoura - pede à população que se mobilize contra a  construção da usina. A peça, com pouco mais de cinco minutos,  multiplicou-se pelas redes sociais.
 	Eles pedem a paralisação da obra alegando que uma usina inundaria parte  da Amazônia e afetaria populações indígenas que vivem nos arredores do  Rio Xingu.
 	Após reunião com os ministros, o ator e fundador do movimento Gota  D'Água, Sérgio Marone, contou que o ministro Gilberto Carvalho disse ser  &quot;impossível&quot; parar a construção da hidrelétrica. &quot;Dizem que parar Belo  Monte é impossível, que o governo precisa de energia&quot;.
 	Marone afirmou, contudo, que &quot;estudos em andamento&quot; poderão mostrar  que, com a mesma verba, pode-se &quot;encontrar uma alternativa à  hidrelétrica&quot;.
 	Os representantes do movimento vão se encontrar novamente com os  ministros em fevereiro, segundo afirmaram, para uma reunião de perfil  mais técnico. &quot;Essa foi apenas uma conversa inicial&quot;, disse Maria Paula  Fernandes, uma das fundadoras do Gota D'Água.
 	Apesar da posição firme do ministro de que não voltará atrás no projeto  a usina, Maria Paula disse que o importante é que o movimento conseguiu  &quot;sensibilizar&quot; a sociedade e o governo. &quot;Esse é nosso papel. Suscitar o  debate&quot;, afirmou.
 	Além do Gota D’Água, representantes do movimento Xingu Vivo também participaram da reunião.
 	<b>Obra</b><br /> 	A hidrelétrica ocupará parte da área de cinco municípios: Altamira,  Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu. Altamira é  a mais desenvolvida dessas cidades e tem a maior população, quase 100  mil habitantes, segundo o IBGE. Os demais municípios têm entre 10 mil e  20 mil habitantes.
 	Belo Monte custará pelo menos R$ 25 bilhões, segundo a Norte Energia.  Há estimativas de que o custo chegue a R$ 30 bilhões. Trata-se de uma  das maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma  das principais bandeiras do governo federal.
 	Apesar de ter capacidade para gerar 11.200 MW de energia, Belo Monte  não deve operar com essa potência. Segundo o governo, a potência máxima  só pode ser obtida em tempo de cheia. Na seca, a geração pode ficar  abaixo de 1.000 MW. A energia média assegurada é de 4.500 MW.
 	Para críticos da obra, o custo-benefício não compensa. O governo  contesta diz que a geração menor evita um alagamento maior e que a  energia é fundamental para o país. As informações são do G1.]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 02:32:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Novas espécies de sapo são consideradas as menores do mundo, diz pesquisador</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/novas-especies-de-sapo-sao-consideradas-as-menores-do-mundo-diz-pesquisador/</link>
			<description>Duas novas espécies de sapos descritas em edição de dezembro da revista  “Zookeys” são consideradas as menores do mundo, segundo o pesquisador  que as descobriu, por medirem não mais de 9,3 milímetros...</description>
			<content:encoded><![CDATA[Duas novas espécies de sapos descritas em edição de dezembro da revista  “Zookeys” são consideradas as menores do mundo, segundo o pesquisador  que as descobriu, por medirem não mais de 9,3 milímetros de comprimento –  menos que uma moeda de 1 centavo de real tem de diâmetro.
<div id="materia-letra" class="materia-conteudo entry-content"><div><div> 	As duas espécies pertencem ao gênero <i>Paedophryne</i> e vivem nas  florestas do sudeste de Papua-Nova Guiné, país insular da Oceania. Assim  como outras espécies de sapos minúsculos, as novas variedades descritas  ficam entre restos de folhas caídas no chão. Ambos os tipos foram  encontrados apenas num maciço montanhoso específico. A descoberta é de  Fred Kraus, do Museu Bishop, nos EUA. As informações são do G1.
<div class="foto componente_materia midia-largura-620"> 	<img src="uploads/RTEmagicC_49dc149150.jpg.jpg" title="Foto: Reprodução" height="405" width="540" alt="" /><strong>A  espécie 'Paedophryne dekot' ganhou esse nome porque 'dekot' significa  'muito pequeno' no idioma daga, que se fala na região onde ela vive<br /><br /></strong></div>
<div class="foto componente_materia midia-largura-620"> 	<img src="uploads/RTEmagicC_9b437e9fae.jpg.jpg" title="Foto: Reprodução" height="405" width="540" alt="" /><strong>Já  a espécie 'Paedophryne verrucosa' foi assim batizada porque, em latim, '  verrucosa' significa 'cheia de verrugas', o que combina com sua pele  irregular</strong></div></div></div></div>]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 20:21:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Saiba como reconhecer e se proteger das correntes marítimas mais fortes</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/saiba-como-reconhecer-e-se-proteger-das-correntes-maritimas-mais-fortes/</link>
			<description>Pesquisas feitas em diferentes pontos do litoral brasileiro apontam que  a correnteza é a principal causa de afogamentos na praia. Em mais de  80% dos casos, a corrente que provoca esses acidentes é a...</description>
			<content:encoded><![CDATA[Pesquisas feitas em diferentes pontos do litoral brasileiro apontam que  a correnteza é a principal causa de afogamentos na praia. Em mais de  80% dos casos, a corrente que provoca esses acidentes é a que puxa para  fora da praia, perpendicular à orla, chamada pelos especialistas de  &quot;corrente de retorno&quot;.
<div id="materia-letra" class="materia-conteudo entry-content"><div><div> 	Esse fluxo é formado pela água das ondas, depois que elas arrebentam. A  água que se acumula na beira da praia volta para o mar e, com isso,  cria uma corrente nessa direção.
 	Os fatores que determinam essas correntes são muito localizados, por  isso é impossível dizer que uma região do Brasil tenha tendência maior  ou menor a apresentá-las. Elas dependem do volume das ondas, dos ventos e  da topografia.
<div class="foto componente_materia midia-largura-620"> 	<img src="uploads/RTEmagicC_71d1b730f7.jpg.jpg" title="Foto: Miguel da Guia Albuquerque/Cortesia" height="246" width="540" alt="" /><strong>Sob  as ondas que se quebram, é possível ver que o mar fica mais raso. São  os bancos de areia na praia do Futuro, em Fortaleza <br /></strong></div>
 	O perfil mais comum de quem precisa ser salvado das correntes de  retorno: são homens, jovens e não têm o hábito de frequentar a praia em  que se acidentaram.
 	&quot;Geralmente, o homem tende a ser mais imprudente no banho de mar. A  mulher costuma ser mais cautelosa, é como no trânsito&quot;, acredita  Albuquerque, do IFRS. Ele diz ainda que quem conhece bem o mar tende a  ser mais cauteloso, mas que isso &quot;não dá para afirmar 100%&quot;.
 	Essa corrente pode chegar a até 7 km/h e, nesses casos, não adianta  tentar nadar contra, pois é muito difícil atingir essa velocidade na  água. César Cielo, no recorde mundial dos 50 metros livre, prova mais  rápida da natação olímpica, alcança uma velocidade média de  aproximadamente 8,5 km/h.
 	Se o banhista fica preso em uma corrente, o mais importante é que ele  mantenha a calma. Se ele souber nadar ou boiar, a corrente não vai fazer  com que ele afunde. O ideal, segundo os especialistas, é nadar  paralelamente à praia até encontrar algum banco de areia, onde ele  consiga apoiar os pés no chão. A partir daí, é possível esperar as ondas  maiores e nadar junto delas até a beira da praia.
 	<b>Bancos de areia</b><br /> 	A melhor maneira de saber se a corrente de retorno é forte em  determinada praia é observar a areia. Se ela for muito grossa ou muito  fina, a tendência é de que a corrente não seja tão perigosa. Quando a  areia é fina, ela é levemente levada pela água, e o mar tende a ser  raso. Onde ela é grossa, a praia tende a ser íngreme, então a água bate e  volta. Por isso, a areia média é a mais perigosa e serve como  indicador.
 	“A corrente de retorno é mais propícia de ser formada em praias de  areia média”, afirma Miguel da Guia Albuquerque, professor do Instituto  Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS),  no Campus Rio Grande.
 	Isso acontece porque a areia média faz com que se formem bancos de  areia no mar. Os bancos de areia são pequenos montes que se formam  debaixo d’água, deixando o mar um pouco mais raso em alguns trechos.  Assim, a água que retorna se concentra numa região, e essa energia  concentrada faz com que a corrente fique mais forte.
 	“Onde o banho parece mais tranquilo, que a onda não rebenta, a corrente  muitas vezes é mais forte, porque há bancos na praia”, alerta Lauro  Calliari, professor da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), no Rio  Grande do Sul.
 	Esses bancos não são permanentes e variam de acordo com as condições do mar. As informações são do G1.</div></div></div>]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 17:04:00 -0200</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Conheça como funciona o sistema de monitoramento de chuvas do governo</title>
			<link>http://www.correio24horas.com.br/r/artigo/conheca-como-funciona-o-sistema-de-monitoramento-de-chuvas-do-governo/</link>
			<description>A chegada da temporada de chuvas promoveu uma semana agitada por parte  dos órgãos governamentais, que apresentaram estratégias para evitar  desastres como deslizamentos de terra e enxurradas entre de...</description>
			<content:encoded><![CDATA[A chegada da temporada de chuvas promoveu uma semana agitada por parte  dos órgãos governamentais, que apresentaram estratégias para evitar  desastres como deslizamentos de terra e enxurradas entre dezembro e  março de 2012.
 	O foco das ações será concentrado no Centro Nacional de Monitoramento e  Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Ainda que o site do órgão,  ligado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCIT) não  estivesse ainda funcionando, o monitoramento e a emissão de alertas de  risco já estão acontecendo desde 2 de dezembro.
 	Segundo Carlos Nobre, diretor do Cemaden e secretário de Políticas e  Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped), o centro deve começar a  funcionar durante 24 horas por dia a partir deste sábado (17).
 	“O Cemaden já é uma realidade, já estamos emitindo alertas e estamos  terminando a integração das 75 pessoas selecionadas por concurso  público”, afirma o climatologista.
 	<b>Níveis de risco</b><br /> 	Os alertas possuem quatro níveis de risco: leve, moderado, alto e muito  alto. “O risco diz respeito apenas a áreas onde moram pessoas. Não está  ligado para zonas rurais”, explica Nobre.
 	Os dois níveis mais alarmantes são usados quando o volume de chuva em  uma região de risco aumenta em um período curto como uma hora ou fica  acima da média para um trecho de dois a três dias.
 	Para montar um alerta, os dados de mapas de risco com informações  geológicas e hidrológicas são cruzados com as cartas geradas por  institutos de previsão de tempo como o Cptec (Centro de Previsão do  Tempo e Estudos Climáticos) e o Inmet (Instituto Nacional de  Meteorologia).
 	Quando uma região com risco elevado de incidentes como deslizamentos e  enxurradas é visitada por frentes frias ou por concentrações de nuvens  que podem gerar pancadas de chuvas, o aviso é emitido.
 	“A ação precisa ser sempre antecipada, nós não podemos ficar  esperando”, afirma Nobre. “Antes do risco alto se concretizar, o alerta é  enviado para que os municípios e os órgãos de defesa possam monitorar a  situação e agir quando preciso.&quot;
 	A partir daí, quem assume o controle das operações é o Centro Nacional  de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), órgão ligado à Defesa  Civil nacional. Ele é o responsável por fazer a ponte com os serviços de  defesa civil estaduais e municipais e com ministérios diretamente  ligados à emergências como o da Saúde e da Defesa.
 	<b>Ações</b><br /> 	O Ministério da Integração Nacional divulgou as ações desenvolvidas em  2011, como preparativos para possíveis desastres no verão de 2012. As  ações serão concentradas em 56 municípios, 22 deles nos estados do Rio  de Janeiro e Santa Catarina, os mais afetados pelas enchentes e chuvas em janeiro deste ano.
 	“A região dessas cidades conta com um bom monitoramento para áreas de risco de deslizamento e enxurradas”, afirma Nobre.
 	Até abril de 2012, outros 34 municípios – localizados na Zona da Mata  nordestina – devem entrar no cálculo. Atualmente, o Cemaden já  identificou 251 cidades onde ocorreram mortes por conta de desastres  naturais no Brasil. A estimativa de Nobre é que existam até mil áreas de  risco no país. “Existem muitas áreas ainda no Brasil que precisam ser  mapeadas”, afirma o especialista.
 	Só no Cemaden, são previstos 2,2 mil novos pluviômetros em todo o país e  três novos radares meteorológicos. &quot;Esses aparelhos representam o  padrão de excelência, eles mandam informação repetidamente&quot;, diz.
 	O Ministério da Defesa destinou R$ 48,3 milhões em ações como apoio  aéreo, engenharia, transporte de medicamentos e salvamento. As pastas de  Integração Nacional e de Cidades também investiram em ações de  contenção de encostas, obras de drenagem urbana e de barragens.
 	<b>Zona de convergência</b><br /> 	Para Márcia Seabra, meteorologista do Inmet, apesar das ações de prevenção, o risco de desastres naturais é real.
 	“Provavelmente vai ter deslizamento, vai ter alagamento”, afirma a  especialista, que destaca o problema da ocupação irregular de áreas  urbanas como um dos muitos fatores que contribuem para que as chuvas se  transformem em desastres naturais. &quot;A retirada da vegetação original do  lugar faz o solo conseguir absorver menos água&quot;, lembra.
 	No verão, o sudeste costuma sofrer com chuvas rápidas, localizadas em  áreas pequenas como bairros e fortes. São causadas pelo aquecimento e  pela umidade na atmosfera, que aumentam a partir do dezembro com o  volume maior de energia térmica do Sol.
 	Elas ainda podem ser causadas por uma faixa de nuvens que se estende  desde a região amazônica e vai até o sudeste em direção ao oceano  Atlântico. Esta extensa “parede” de gotículas é conhecida como Zona de  Convergência do Atlântico Sul.
 	A faixa pode gerar chuvas contínuas, que duram por dias. “Essas são  perigosas, pois deixam o solo encharcado e podem causar deslizamentos de  terra”, afirma Seabra. Outro caso é das pancadas de chuva, com vento e  até granizo, típicas de dias abafados e que provocam principalmente  alagamentos.
 	“Nesta parte do verão, as chuvas são mais intensas onde a zona de convergência atua”, diz a meteorologista.
 	<b>Influência global</b><br /> 	José Antônio Aravéquia, chefe da divisão de operações do Cptec, explica  que aos dados da previsão de tempo local somam-se fenômenos estudados  por modelos globais.
 	&quot;Eventos de frentes frias, fenômenos que acontecem na Antártida e no  Pacífico podem colaborar para a geração de chuvas por aqui&quot;, afirma o  meteorologista.
 	&quot;O ar precisa ser pensado como um fluido, ele também se propaga por  ondas. Quando o ar apresenta bastante umidade, ele é erguido e começam a  serem formadas nuvens&quot;, diz Aravéquia, que descreve com detalhes o  momento em que a chuva inicia. &quot;Lá em cima, a umidade é condensada e  gera gotículas de água. Com o tempo, elas se agrupam e uma hora ficam  pesadas demais para serem sustentadas pelo ar que sobe. É aí que elas  caem.&quot; As informações são do G1.
 	<b>Confira a lista de 56 municípios integrados à primeira fase de operações do Cemaden:</b>
 	<b>Espírito Santo</b> (8) – Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Santa Leopoldina, Vargem Alta, Viana, Vitória, Serra e Marechal Floriano<br /><b>Minas Gerais</b> (5) – Belo Horizonte, Contagem, Ibirité, Juiz de Fora e Ouro Negro<br /><b>Paraná </b>(4) – Antonina, Rio Branco do Sul, São José dos Pinhais e Almirante Tamandaré<br /><b>Rio de Janeiro</b>  (12) – Angra dos Reis, Cantagalo, Duque de Caxias, Niterói, Nova  Friburgo, Nova Iguaçu, Petrópolis, Rio de Janeiro, São Gonçalo, São José  do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis<br /><b>Rio Grande do Sul</b> (5) – Fontoura Xavier, Igrejinha, Itati, Novo Hamburgo, Soledade<br /><b>Santa Catarina </b>(11) – Blumenau, Brusque, Florianópolis, Gaspar, Ilhota, Jaraguá do Sul, Luiz Alves, Palhoça, Rio do Sul, São José e Timbó<br /><b>São Paulo</b> (11) – Campos do Jordão, Cubatão, Diadema, Francisco Morato, Mauá, Santos, <b>São Bernardo do Campo</b>, São Paulo, Taboão da Serra, Ubatuba e Caraguatatuba&nbsp;]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 16:08:00 -0200</pubDate>
			
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			<title>Votar Código Florestal na Câmara só em 2012 é 'prudente', diz Aldo Rebelo</title>
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			<content:encoded><![CDATA[O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, que relatou o projeto do Código  Florestal na Câmara antes de entrar no ministério, afirmou nesta  quarta-feira (14) que os deputados adotaram uma &quot;posição prudente&quot; ao  deixar a votação do projeto para 2012. Rebelo deu entrevista após  participar da comemoração do ano internacional do cooperativismo, em  Brasília.
 	Conforme Aldo Rebelo, não havia muito tempo para o texto ser votado  este ano e até março (data marcada para a votação) &quot;ainda dá para  realizar algum ajuste que corresponda a melhor proposta&quot;.
 	&quot;Até lá [2012], a agricultura está protegida por um decreto da  presidente Dilma, e creio que assim a situação fica bem encaminhada&quot;,  afirmou o ministro.
 	A presidente da República, Dilma Rousseff, assinou nesta semana um decreto que prorroga por mais quatro meses  a suspensão de multas aplicadas a proprietário rurais que descumprem a  atual lei ambiental por desmatamento. A intenção do governo é esperar a  votação do Código Florestal na Câmara, que pode conceder anistia a parte  dos produtores que devastaram suas terras. A suspensão das multas vale  até 11 de abril de 2012.
 	De acordo com líderes do governo e da oposição, o projeto que altera o  Código Florestal – aprovado no último dia 5 no Senado - só deverá ser  votado na Câmara dos Deputados em 2012. A proposta foi aprovada na  Câmara em maio, mas como foi modificada no Senado, deverá passar por  nova análise dos deputados.
 	Ao ser perguntado a respeito do texto elaborado e aprovado no Senado, o  ministro afirmou que não comentaria as alterações feitas, mas se disse  satisfeito porque, segundo ele, &quot;conservou mais de 90% do que foi  discutido e do que foi aprovado na Câmara&quot;. As informações são do G1.]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 17:59:00 -0200</pubDate>
			
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