Famosos

'Só desejo coisas boas para família Harter', declara Emilly

A gaúcha prefere não falar muito do assunto

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 20/04/2017 20:03:25

Campeã do BBB17, Emilly Araújo afirmou ter ficado suspresa ao saber que a família de Marcos Harter não apoiava a relação dos dois dentro da casa. O médico foi expulso na última semana do programa acusado de agressão à jovem. Desde então, os dois não conversaram mais - na final do reality, o fato de não terem se cumprimentado foi bastante comentado. 

(Foto: GShow)

A gaúcha prefere não falar muito do assunto. "Continuo desejando só coisas boas para a família Harter. Não quero saber de coisas ruins do programa. Estou numa fase maravilhosa e não quero más energias atrapalhando isso. Também não faria ensaio sensual com ele", disse ela a O Globo. "O que tenho a dizer é que minha vida está maravilhosa e quero aproveitar tudo de bom que está acontecendo. O jogo acabou. Vida que segue", acrescenta.

Ela também não se abalou pelo de ter sido ignorada pelos participantes na saída do programa - todos que falaram publicamente declararam torcida para Vivian, que ficou em segundo lugar. "Estava tão eufórica que só pensava em receber o abraço da minha família e do Tiago Leifert. E foi exatamente isso que aconteceu. Só ouvi a Claudia Leitte me chamando para cantar com ela. Foi o máximo! Agradeço por tudo até aqui e desejo muita luz a todos".

Agressão
Segundo o site iG, Emilly confirmou em seu depoimento que foi agredida por Marcos. Até o final do programa, Emilly negava as agressões, mas segundo delegada titular da Deam (Delegacia Especializada no Atendimento a Mulher) Jacarepaguá, Viviane Costa, ela confirmou à polícia. 

Segundo a delegada, após a investigação, o depoimento de Emilly, as imagens fornecidas pela Rede Globo e o teor do laudo pericial positivo, ficou claro que houve o crime, as agressões intencionais que causaram lesões da vítima, e o cirurgião acabou sendo indiciado.

Agora, cabe a promotoria decidir se fará uma denúncia formal de agressão, e um relatório com a investigação já foi encaminhado para o Ministério Público. “Cabe ao Ministério Público apreciar e oferecer ou não a denúncia ao Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher”, diz a delegada.

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