Cadastre-se e receba grátis as principais notícias do Correio.
Redação iBahia
Publicado em 19 de outubro de 2015 às 18:55
- Atualizado há 3 anos
Emagrecer pode ser um dilema. As dificuldades surgem desde as mudanças de hábito, adaptação da rotina para a inclusão dos exercícios físicos e o investimento em nutricionista, academia e alimentos específicos, e caros, inseridos no cotidiano. >
Indo contra a ideia de que ser saudável custa caro, a bacharel em Direito de Pouso Alegre (MG) Ana Lívia de Moraes Rodrigues, 26 anos, foi parar nas redes sociais com a página "Fitness de Pobre". (Foto: Reprodução/TV Globo)Com 48 mil seguidores no Facebook, Nina, como é conhecida, conta há três anos os desafios de quem quer perder peso. Como? Usando dicas simples e baratas. O objetivo, segundo ela em entrevista ao G1 Sul de Minas, é procura atingir um público que, assim como ela, quer emagrecer, mas não tem dinheiro para gastar com produtos milagrosos.>
"As pessoas comiam umas coisas complicadas, caras, que eram um absurdo. Dieta é uma coisa para se fazer todo dia. Como que eu vou fazer aquilo todo dia, se eu mal tinha dinheiro para comprar o que eu precisava de básico para comer?", questionou Nina ao contar que entrou em bate-papos online na busca de dicas para emagrecer e não conseguiu aplicar ensinamentos por serem caros.(Foto: Reprodução/Instagram)Nesta segunda-feira (19), Nina recordou, no programa Encontro com Fátima Bernardes, o que a levou a mudar de vida. "Tinha acabado de me formar e 'disparei' a engordar. Fui diagnosticada com compulsão alimentar. Uma vez, comprei um abadá, mas ele não entrou em mim. No outro dia, fiquei doente. Aí, criei o 'Fitness de Pobre'", ressaltou.>
Quer saber uma das dicas simples de Nina? Ao invés de gastar R$ 20 com uma garrafa de suco que promete desintoxicar o organismo, ela compra frutas e faz sucos em casa. O custo benefício é óbvio: o dinheiro dura mais tempo e ela tem certeza sobre o que está consumindo.>