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Lava Jato: banqueiro é preso em operação conjunta da PF e MPF

Três mandados de prisão temporária foram cumpridos na Operação Hashtag

  • D
  • Da Redação

Publicado em 3 de agosto de 2018 às 08:31

 - Atualizado há 3 anos

O presidente do Banco Pactual Eduardo Plass, sócio majoritário do TAG Bank, no Panamá, foi preso em mais uma ação ligada à Operação Lava Jato. Foram cumpridos três mandados de prisão temporária pela Polícia Federal e Ministério Público Federal.

Eles são suspeitos de lavagem de dinheiro usando uma joalheria. A chamada Operação Hashtag é um desdobramento da Operação Lava Jato no Rio. Segundo o MPF, o esquema consistia no recebimento de dinheiro em espécie por diretores de uma joalheria em Ipanema, na zona sul do Rio, e na posterior transferência de valores para uma empresa offshore de fachada.   Essa empresa, por sua vez, enviava o dinheiro para outra empresa offshore de fachada que, por fim, encaminhava os valores para a holding do mesmo grupo da joalheria.

Aparência de legalidade Ainda segundo o MPF, para dar aparência de legalidade às transações, a equipe de Eduardo Plass assinava contratos fictícios de empréstimos com os diretores da joalheria, forjados como se fossem empréstimos.   O esquema aconteceu entre 2009 e 2015, quando foi, segundo o MPF, cometida uma série de crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, pelos diretores da joalheria, que agora colaboram com as investigações do MPF, e pelos alvos da operação de hoje: Eduardo Plass, Maria Ripper Kos e Priscila Moreira Iglesias (ambas sócias de Plass).   Foram entregues no exterior 24,3 milhões de dólares, o equivalente a mais de R$ 90 milhões. O MPF pediu o bloqueio deste valor a título de reparação de danos e valor equivalente a título de danos morais, totalizando R$ 181 milhões.