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Wendel de Novais
Publicado em 11 de agosto de 2026 às 10:20
A Diocese de Jundiaí, no interior de São Paulo, confirmou a excomunhão do padre Rodrigo de Oliveira da Silva após a adesão formal do sacerdote à Fraternidade Sacerdotal São Pio X (FSSPX). A Igreja Católica considera o grupo em estado de cisma após a ordenação de quatro bispos sem mandato do papa, realizada em julho deste ano, de acordo com informações da CNN.>
A confirmação da punição foi feita por meio de uma nota pastoral assinada pelo bispo Dom Arnaldo Carvalheiro Neto. No documento, a diocese também informou que os atos ministeriais praticados pelo padre são considerados ilícitos e que sacramentos administrados por ele, como confissões e casamentos, são declarados inválidos e nulos.>
A Fraternidade Sacerdotal São Pio X mantém uma relação de ruptura com a autoridade de Roma. O episódio que levou à aplicação das novas sanções ocorreu em 1º de julho de 2026, em Ecône, na Suíça, quando quatro sacerdotes foram ordenados bispos sem autorização papal.>
Padre Rodrigo de Oliveira da Silva
A partir da adesão à FSSPX, a situação do padre Rodrigo passou a ser enquadrada pela Igreja dentro das normas relacionadas ao cisma. A Diocese de Jundiaí recomendou que os fiéis evitem iniciativas vinculadas à organização para preservar a comunhão com a Igreja Católica.>
Segundo a orientação divulgada pela diocese, não são apenas os sacerdotes vinculados ao grupo que podem sofrer consequências. Fiéis que aderirem formalmente à FSSPX ou participarem de suas atividades também podem incorrer na pena de cisma e excomunhão. >
O caso de Rodrigo ocorre em meio a outras medidas semelhantes adotadas pela Igreja Católica contra religiosos ligados à Fraternidade Sacerdotal São Pio X no Brasil.>