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Millena Marques
Publicado em 9 de junho de 2026 às 16:07
A jornalista Cristiane Sampaio, encontrada morta dentro do apartamento onde morava, em Brasília, era natural do Ceará. Produtora da TV Câmara e ex-funcionária da TV Verdes Mares, ela era formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC), além de possuir pós-graduação em Linguística e especialização em Administração Pública. >
Ao longo da carreira, Cristiane acumulou passagens pela TV Verdes Mares, afiliada da Globo no Ceará, pelo jornal O Globo, além de atuar na assessoria de comunicação do Ministério Público. Também teve forte atuação em redações e entidades sindicais ligadas ao jornalismo.>
Em 2016, mudou-se para Brasília, onde passou a atuar como setorista do Congresso Nacional pelo Brasil de Fato. Durante quase dez anos, cobriu temas relacionados à política e aos direitos humanos, antes de ingressar na produção de programas da TV Câmara.>
Cristiane Sampaio foi encontrada morta em casa
Morte>
Cristiane Sampaio foi encontrada morta nesta segunda-feira (8) no apartamento onde residia, na capital federal. A morte provocou grande comoção entre colegas de profissão e entidades representativas da categoria no Distrito Federal e no Ceará. As informações são do g1.>
A notícia mobilizou jornalistas e instituições ligadas à comunicação. Em nota conjunta, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) e o Coletivo de Mulheres Jornalistas do Distrito Federal lamentaram a morte da profissional e destacaram sua trajetória e contribuição para o jornalismo.>
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) também se manifestou sobre a morte de Cristiane. Em nota, a entidade ressaltou a relevância do trabalho desenvolvido pela jornalista na cobertura de temas sociais e políticos.>
“Com rigor técnico, seriedade e compromisso social, foi fundamental na cobertura de importantes acontecimentos da história recente do país, como a luta pela reforma agrária, o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, em 2016, a greve de fome de militantes da Via Campesina, em 2018, a mobilização contra a privatização da Eletrobras, entre tantas outras pautas que encontraram em suas palavras um instrumento de denúncia, memória e transformação social”, diz um trecho da nota.>
As entidades também prestaram solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho da jornalista neste momento de luto. As circunstâncias da morte deverão ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis pela investigação.>