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Dedos arrancados e R$ 18 mil sacados: a violência por trás do crime contra professora na Bahia

Polícia diz que criminosos tentaram usar biometria da vítima após assassinato para acessar dinheiro em banco

  • Foto do(a) author(a) Bruno Wendel
  • Bruno Wendel

Publicado em 20 de julho de 2026 às 12:00

Morte de professora
Vivaldina de Jesus Bonfim Crédito: Acervo Pessoal

A investigação da morte da professora aposentada Vivaldina de Jesus Bonfim, de 64 anos, revelou uma das etapas mais brutais do crime: segundo a Polícia Civil, dedos da vítima foram arrancados para realizar liberar transferências bancárias por biometria.

Quarto secreto, dedos arrancados e traição: os bastidores do assassinato de professora na Bahia por Reprodução

Após a prisão dos suspeitos, a polícia conseguiu a quebra do sigilo bancário da idosa e identificou quatro saques que totalizaram R$ 18 mil, realizados mesmo depois do assassinato.

Morte de professora por Acervo Pessoal

De acordo com o delegado Leandro Mendes Júnior, Cristiano Machado de Oliveira, um dos quatro criminosos presos, teria usado os dedos de Vivaldina para fazer três retiradas em uma agência do Banco do Brasil, em Serrinha. Uma quarta tentativa não foi concluída porque, segundo a investigação, os dedos já estavam em estado avançado de decomposição.

O caso começou como uma investigação de latrocínio e ganhou novos contornos após a prisão de pessoas próximas à vítima, incluindo a afilhada dela e familiares.