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Bruno Wendel
Publicado em 13 de julho de 2026 às 12:00
Presa com outros nove advogados na Operação Sintonia de Gravata no último dia 3, Maria Mariana Batista de Oliveira é apontada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) como alguém que exercia um papel muito além da transmissão de mensagens entre chefes do Comando Vermelho (CV) presos e integrantes da facção em liberdade.>
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Segundo a denúncia, ela participava de conversas sobre disputas internas, levava orientações da cúpula e comunicou a Victor "Da Jega" a morte do líder Fábio Francisco Santana Sales, conhecido como Luan, Lula ou LC, morto em confronto com a Polícia Militar do Rio de Janeiro. >
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Em um dos diálogos, chorando, a advogada transmite o recado deixado pelo chefe da facção: "Fala com Victor que, se eu não sair com vida, ele sabe que tudo o que é meu é dele".>
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Para o MP, o conteúdo das conversas demonstra uma atuação ativa na dinâmica da organização criminosa, extrapolando a relação profissional entre advogado e cliente. >