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Giuliana Mancini
Publicado em 17 de julho de 2026 às 07:19
Ivete Sangalo se emocionou ao recordar o início de sua amizade com Preta Gil na série documental "Meu Nome é Preta", que estreia no Globoplay na próxima segunda-feira (20), data em que completa um ano da morte da cantora. Na produção, a artista baiana relembra o primeiro encontro entre as duas e conta que, desde aquele momento, teve certeza de que a amizade seria duradoura.>
"Conheci Preta durante a produção do clipe ‘Carro velho’. Eu estava no camarim, que era um trailer, quando ela entrou e começamos a conversar. Ela chegou um pouco tímida, mas, naquele dia, estabeleceu-se imediatamente um elo. Entendi ali que seríamos amigas para a vida toda", afirma Ivete. As informações são da coluna Telinha, do Extra.>
Ivete Sangalo e Preta Gil
Com quatro episódios, lançados semanalmente às segundas-feiras, "Meu Nome é Preta" reúne depoimentos de familiares, como Gilberto Gil, Bela Gil, Fran Gil e Flora Gil, além de amigos próximos da cantora, entre eles Carolina Dieckmann, Regina Casé, Gominho e a própria Ivete Sangalo. >
A série faz parte da homenagem "Quanto mais Preta melhor", que também inclui o documentário "Preta Gil – Eu não ando só". A produção será exibida pela TV Globo na segunda-feira (20), após "Quem ama cuida", e será focada na luta da artista contra o câncer. O filme foi construído por meio de imagens de celular registradas por ela e por pessoas que estiveram ao seu lado durante o tratamento.>
Ex-namorados e maridos de Preta Gil
Em "Meu nome é Preta", Ivete também destaca a importância de Preta Gil para a música brasileira e ressalta a forma como a cantora rompeu barreiras ao longo da carreira. "Preta foi revolucionária! Ela cantou coisas que ninguém tinha coragem de cantar. Ela não apenas levantava bandeiras, era a própria onda", declara a cantora na série, que tem direção de Mini Kerti e produção da Conspiração.>
Outro momento lembrado por Ivete é a forte ligação da amiga com o Carnaval. A produção relembra a participação frequente de Preta no Expresso 2222, em Salvador, e a história do Bloco da Preta, no Rio de Janeiro.>
"Todo verão ela estava na Bahia e ia para o meu trio, pois amava aquela experiência. (No Rio), ela investia o próprio dinheiro nisso (o Bloco da Preta) e acreditava muito nesse projeto. A coisa mais linda foi terem batizado o circuito com o nome dela. Quando cantei a música 'Sinais de fogo' este ano no trio, senti um misto de saudade da presença dela e de culpa porque eu não consegui fazer o Carnaval do Rio com ela", desabafa.>