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Da Redação
Publicado em 22 de agosto de 2011 às 19:55
- Atualizado há 3 anos
Nem deu tempo de Léo esfriar para Gabriel Braga Nunes encarnar outro vilão. Depois do psicopata de “Insensato coração”, o ator estreia na próxima semana, nos cinemas, como o Ricardo de “O homem do futuro”. Trata-se de um vilão light, do tipo ciumento e interesseiro, cuja maior maldade é aplicar o golpe do “boa-noite, Cinderela”. “Estou em um momento muito feliz, foi uma novela de sucesso, o personagem deu certo, funcionou”, revela o ator, enquanto toma um café em um hotel na região da Avenida Paulista. “Estava desesperado por um... Vou tirar umas férias em Nova York, preciso descansar muito”, diz, exibindo as olheiras.>
Nunes está em São Paulo para lançar o filme, que chega aos cinemas no dia 2 de setembro. Quando voltar das férias, pretende terminar sua mudança para a capital paulista, apesar de precisar ficar cada vez mais no Rio daqui um tempo: o sucesso de Léo lhe rendeu um contrato de quatro anos com a TV Globo. “É uma novidade na minha carreira, sempre só fiz contrato por obra, seja na Globo, na Record ou no SBT”, comemora.>
“Não quero sair de São Paulo, é a minha cidade, adoro isso de trabalhar lá [Rio], ficar em flat... Me dou bem com ponte aérea. Gosto dessa vida de não ter apenas uma cidade”, comenta.>
“O homem do futuro” é o novo filme de Claudio Torres (“A mulher invisível”). Na história, um cientista amargurado (Wagner Moura) cria uma máquina do tempo sem querer e volta para o passado com o objetivo de evitar que sua paixão de juventude (Alline Moraes) o humilhe novamente. Nunes vive o ex-namorado da garota.>
“Gosto muito desse exercício que o filme propõe, das escolhas que a gente faz na vida. Estou prester a fazer 40 anos e sempre que há essas datas redondas a gente repensa no que já fez. Ah, se tivesse escolhido tocar guitarra em vez de querer ser ator...”>
No filme, o personagem de Moura volta a 1991, época em que estava na faculdade, assim como Nunes, que estudava artes cênicas na Unicamp. “Estava com 19 anos, então tudo ali na tela me é muito familar, como a trilha sonora e as festas nas faculdades”.>
Apesar de o filme ser uma comédia romântica, Ricardo não faz o tipo engraçado, um gênero que Gabriel Braga Nunes diz ainda não ter explorado em sua carreira. Perguntado sobre o que pretende fazer na sua “vida pós-Léo”, o ator diz “não fazer ideia”. Mas, rapidamente, revela que o humor é uma opção desafiadora.>
“Não tenho nenhuma vontade específica, mas me interessa esse lugar do comediante em um sentido amplo, que faz rir com emoção. É um lugar que ainda não fui”. As informações são do G1. >