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Conheça Bremer, zagueiro baiano que foi convocado para sua segunda Copa do Mundo

Jogador foi um dos 26 convocados pelo técnico italiano Carlo Ancelotti para o Mundial

  • Foto do(a) author(a) Alan Pinheiro
  • Alan Pinheiro

Publicado em 18 de maio de 2026 às 18:01

O baiano Gleison Bremer vai para a sua segunda Copa do Mundo
O baiano Gleison Bremer vai para a sua segunda Copa do Mundo Crédito: Rafael Ribeiro/CBF

Bahia terá dois representantes para chamar de seu entre os jogadores da Seleção Brasileira que foram convocados para disputar a Copa do Mundo de 2026. Convocado para o último torneio, o zagueiro baiano Bremer volta a ter oportunidade de levar as cores do estado para o mundo. Desta vez, no entanto, o objetivo é estampar a Amarelinha com a sexta estrela.

Bremer tem apenas seis jogos pela Seleção Brasileira. No ciclo passado, jogou apenas 48 minutos em um amistoso contra Gana – o suficiente para ser chamado por Tite para disputar o mundial no Catar. Durante a competição, fez sua estreia na derrota por 1x0 contra Camarões no Estádio Nacional de Lusail, em Lusail.

GOLEIRO: Alisson (Liverpool) por Rafael Ribeiro (CBF)

Depois, jogou contra a Coreia do Sul nas oitavas de final no estádio 974, em Doha. Desde a Copa do Mundo, o defensor só entrou em campo com a camisa amarela em três oportunidades. Em 2024, atuou contra Inglaterra e México. Já em 2026, foi titular diante da França.

A inconstância de Bremer pela Seleção Brasileira se deve a convivência regular com lesões durante o atual ciclo da Copa do Mundo. O zagueiro teve uma ruptura de ligamento cruzado anterior (LCA) em outubro de 2024 e ficou afastado por oito meses. No ano seguinte, rompeu o menisco medial no mesmo joelho e precisou passar por cirurgia.

Natural de Itapitanga, interior da Bahia, Gleison Bremer teve em quem se inspirar para alcançar os holofotes do futebol mundial. Também zagueiro, o pai José Carlos, mais conhecido como Duzinha, fez carreira no campeonato Intermunicipal. Conhecendo do riscado, partiu do pai o conselho de não sair cedo para seguir a carreira sem terminar os estudos.

Para além dos limites do território baiano, o início da carreira de Bremer aconteceu na base do Desportivo Brasil. Em 2016, ele foi emprestado ao São Paulo, mas ficou menos de um ano na base do clube tricolor, que não aceitou pagar R$ 400 mil para contratá-lo. Em seguida, o defensor fechou com o Atlético-MG e logo se tornou profissional.

A estreia no time principal foi em junho de 2017. A passagem pelo Galo, no entanto, foi curta. Depois de 33 partidas disputadas em menos de um ano, Bremer foi vendido para o Torino, da Itália, por cerca de R$ 24 milhões.

O baiano Gleison Bremer vai para a sua segunda Copa do Mundo por Rafael Ribeiro/CBF

Ele ficou quatro anos no time de Turim e chegou a ser eleito o melhor zagueiro do Campeonato Italiano na temporada 2021/22. Com o grande destaque em Turim, veio a oportunidade e a decisão de “pular o muro” e defender o outro grande time da cidade: a Juventus. A equipe italiana pagou R$ 227 milhões ao rival para contar com o atleta.

Com a camisa da Velha Senhora, o defensor tem 112 aparições em quatro temporadas, com 12 gols marcados e quatro assistências concedidas no período. Apesar de ter sofrido com lesões e ainda precisar se reestabelecer como figura regular do time europeu, o status de “Capitano” mantém Bremer como figura importante da atual Juventus.

Fora das quatro linhas, o zagueiro também tem um livro publicado, intitulado como “Bom dia Campeão: Devocional Consciência e Deus”. Lançado em fevereiro de 2025, a obra foi co-escrita com o coach de atletas Thiago Linhares e contém experiências espirituais, treinos mentais e casos de sucessos esportivos.