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Publicado em 30 de setembro de 2026 às 11:35
Durante muito tempo, quem enfrentava um tratamento de alta complexidade precisava percorrer diferentes unidades de saúde para realizar exames, consultas, procedimentos e internações. A cada etapa, novos profissionais, protocolos e processos faziam parte da rotina do paciente e de seus familiares. >
Impulsionadas pelo avanço da medicina e pela busca por uma assistência mais eficiente, instituições de saúde têm investido em modelos integrados de atendimento, capazes de conectar diferentes especialidades e oferecer uma jornada mais contínua, segura e humanizada. Em Salvador, a união entre o Hospital da Bahia e a clínica AMO, administradas pela Rede Américas, segunda maior rede de hospitais privados do Brasil, reúne estrutura, tecnologia, qualidade técnica, assistencial e a expertise de quem é referência em alta complexidade. >
Hospital da Bahia e clínica AMO
"Essa parceria permite que consultas, exames, terapias, cirurgias, internações e acompanhamento multiprofissional aconteçam de forma mais coordenada, o que favorece as decisões clínicas integradas e uma experiência mais fluida para quem precisa de cuidados especializados. Essa sinergia amplia a capacidade de atendimento e fortalece uma rede assistencial preparada para acompanhar o paciente em diferentes momentos desde o diagnóstico até o pós-tratamento", afirma o diretor médico da AMO, Alex Pimenta. >
Enésio Teixeira, de 59 anos, vivenciou na prática essa assistência conjunta. Diagnosticado com mieloma múltiplo em outubro de 2024, após ter passado pela AMO, o aeroportuário realizou quimioterapia, em dezembro de 2025, e foi submetido a um transplante de medula óssea no Hospital da Bahia. >
Segundo ele, toda a trajetória foi marcada pela qualidade do serviço recebido nas duas instituições. "É como se estivessem te pegando no colo. Você se sente totalmente à vontade com as pessoas, percebe que está nas mãos de grandes profissionais, que sabem o que estão fazendo. Ter a certeza de contar com uma equipe preparada para cuidar de você faz uma diferença absurda", declara. >
A transformação da assistência também passa pelos investimentos em inovação. Equipamentos de ponta, sistemas inteligentes e ambientes hospitalares adaptados às novas necessidades da medicina têm contribuído para diagnósticos mais precisos, maior segurança nos procedimentos e mais agilidade nos atendimentos. >
É nesse contexto que o Hospital da Bahia celebra seus 20 anos em 2026. A instituição vive um novo ciclo, marcado pela modernização da infraestrutura e pela incorporação de recursos de última geração voltadas tanto para o suporte às equipes médicas quanto para a melhor experiência dos pacientes. >
Recentemente, foram inaugurados 10 novos ambulatórios, voltados para o atendimento médico especializado e humanizado. Estruturas modernas e aconchegantes que ampliam a capacidade de consultas de diversas especialidades. Entre as tecnologias de ponta, destaque para o sistema robótico cirúrgico Da Vinci X, que reforça a realização de procedimentos minimamente invasivos e de alta precisão, além da implantação do serviço de Transplante de Medula Óssea (TMO), ao qual o paciente Enésio foi submetido, ampliando o portfólio de tratamentos de alta complexidade. >
“Investir em inovação não significa apenas incorporar equipamentos mais modernos, mas transformar a forma como cuidamos das pessoas. Cada nova solução precisa estar a serviço de uma assistência precisa, segura, ágil e humanizada. No Hospital da Bahia, esse movimento faz parte de um novo ciclo da instituição, em que inovação e excelência médica caminham juntas para ampliar nossa capacidade de oferecer tratamentos de alta complexidade e, principalmente, melhorar a jornada de cada paciente", explica o diretor-geral do Hospital da Bahia, Daniel Medeiros.>
Outro aspecto que ganha relevância nessa estratégia assistencial é a atuação multidisciplinar. Em vez de profissionais trabalhando de forma isolada, médicos de diferentes especialidades, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos e outros integrantes da equipe compartilham informações e constroem, em conjunto, o plano terapêutico de cada paciente. >
Essa integração reduz riscos, evita retrabalho e contribui para tratamentos mais personalizados, especialmente em casos que exigem acompanhamento contínuo, como doenças oncológicas. Além disso, considera suas necessidades clínicas, emocionais e sociais >
"Quando essas equipes fazem parte do mesmo grupo de trabalho, o paciente percebe imediatamente que existe uma linha a ser seguida. Todo mundo compartilha seu parecer sobre a condução do caso e se chega a uma linha de cuidado consensual. Diminuem o desperdício, o retrabalho, o exame repetido e a discordância, que são graves problemas para a sustentabilidade de um sistema de saúde e para a percepção de qualidade que o paciente e a família têm do tratamento", afirma Alex Pimenta, diretor médico da AMO. >
Essa integração permite que a inovação tecnológica e o cuidado humanizado caminhem lado a lado, apoiando decisões clínicas, aumentando a eficiência dos processos e proporcionando melhores desfechos para os pacientes. >
“Eles te ouvem, tem todo cuidado de saber realmente o que você está precisando. Tudo é muito bem explicado, nada é feito de maneira aleatória. Em um momento de tanta fragilidade, chegar em um lugar e ver as pessoas segurando a sua mão faz toda a diferença. Em momento nenhum eu tive medo. Eu senti uma segurança incrível nas pessoas e no processo. A parceria entre a AMO e o Hospital da Bahia é um casamento perfeito”, exalta Enésio.>
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