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Setor cinematográfico teve em 2015 maior taxa de crescimento dos últimos 5 anos

A renda gerada em bilheteria foi R$ 2,35 bilhões, refletindo um aumento de 20,1% em comparação ao ano anterior

  • Foto do(a) author(a) Agência Brasil
  • Agência Brasil

Publicado em 26 de janeiro de 2016 às 00:19

 - Atualizado há 3 anos

O setor cinematográfico no Brasil alcançou números expressivos em 2015, de acordo com o Informe Anual divulgado nesta segunda-feira (25) pela Agência Nacional do Cinema (Ancine). Foram registrados no ano passado 172,9 milhões de espectadores nas salas de cinema do país – um aumento de 11,1% em relação a 2014.

A renda gerada em bilheteria foi R$ 2,35 bilhões, refletindo um aumento de 20,1% em comparação ao ano anterior.  De acordo com a Superintendência de Análise de Mercado da Ancine,  essas são as maiores taxas de crescimento de bilheteria e de público registradas nos últimos cinco anos, e tanto os filmes brasileiros quanto os estrangeiros contribuíram para esse aumento.(Foto: Divulgação)O informe da Ancine, – que traz dados sobre distribuição, exibição e produção de obras para cinema – mostra ainda que o público dos filmes brasileiros, em relação ao total de espectadores, passou de 12,2%, em 2014, para 13% em 2015. Foram 22,5 milhões de espectadores de filmes nacionais, ante 19,1 milhões em 2014.

De acordo com os critérios adotados pela agência na elaboração do informe, os dados coletados são relativos a 53 semanas cinematográficas, o que corresponde ao período de 1 de janeiro de 2015 a 6 de janeiro de 2016. Ainda que 2015 tenha tido uma semana cinematográfica a mais do que nos anos anteriores, as taxas de crescimento de público e de renda continuariam sendo as maiores dos últimos cinco anos se considerássemos apenas os resultados conquistados até a 52ª semana, analisa o documento da Ancine.

Cinema brasileiro produziu maisEm 2015 foram lançados 128 longas-metragens nacionais. Comparado a 2014, com 114 lançamentos, houve aumento de 12,3% em títulos brasileiros nos cinemas. Os 128 lançamentos foram produzidos por 116 empresas distintas, das quais oito lançaram mais de um título.

Dos filmes brasileiros, 80 foram do gênero ficção e 48 documentários. No ranking das 20 maiores bilheterias, três são filmes nacionais, responsáveis por 43% do público de obras produzidas no país e por 6% do público total.

São eles Loucas pra Casar, que ficou em 10º lugar, com público de 3,7 milhões; Vai que Cola, filme originado da série de TV paga, que fez 3,3 milhões de espectadores e ficou na 12ª posição do ranking;  e Meu Passado me Condena 2, que ficou em 20º lugar, com 2,6 milhões de espectadores.

Mais salas de cinemaO informe da Ancine também aponta crescimento recorde do parque exibidor brasileiro, que encerrou 2015 com mais de 3 mil salas em funcionamento, marca que o país não atingia desde 1977. No ano passado foram inaugurados 58 complexos, totalizando 252 novas salas. Deles, 11 foram reabertos e oito ampliaram o número de telas.

O crescimento foi mais intenso na Região Sudeste, que ganhou 165 salas, sendo 91 no estado de São Paulo. As regiões Norte e Nordeste apresentaram aumento maior do parque exibidor, em comparação com o Sul e o Centro-Oeste. Foram oito complexos abertos no Norte e 12  no Nordeste.

Outro dado positivo foi o avanço do processo de digitalização nas salas de cinema, que segundo a Ancine já está em fase de finalização.  De acordo com levantamento junto aos exibidores, o parque exibidor chegou ao final do ano com 2.775 salas digitalizadas, o que representa 92% das salas do país. Em 2014, o percentual era de 62,5%.