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Prefeitura rebate governo estadual e diz que mais de 300 pacientes aguardam regulação em UPAs

Gestão municipal diz que suspensão de avaliação vascular em unidades não afeta atendimento

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 2 de abril de 2026 às 17:52

Inauguração de UPA em Salvador
Inauguração de UPA em Salvador Crédito: Marina Silva/Arquivo CORREIO

A Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), esclareceu que a revisão do fluxo de avaliação vascular nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) não representa interrupção do atendimento à população. Segundo a gestão, trata-se de ajuste de procedimento complementar que não integra as atribuições diretas dessas unidades.

As informações rebatem o que foi dito pelo governo estadual na última quarta-feira (1º), que disse que a medida reduziria os atendimentos aos pacientes. Segundo a Prefeitura, a avaliação vascular especializada não faz parte das atribuições das UPAs, tendo sido incorporada pelo município de forma adicional, como uma colaboração à dinâmica estadual de regulação, com o objetivo de dar maior agilidade à liberação de leitos.

"A experiência prática demonstra que essa medida não tem surtido o efeito esperado. Mesmo com a realização da etapa complementar, centenas de pacientes seguem aguardando transferência para unidades hospitalares, já regulados e com indicação de internação", rebate a gestão municipal. Segundo a secretaria, 327 pacientes permanecem nas UPAs municipais aguardando a regulação estadual. 

"São pacientes que já foram atendidos e estabilizados pelas equipes municipais, mas que continuam ocupando leitos de urgência por dependerem da disponibilidade de vagas hospitalares sob gestão estadual. O cenário evidencia que o entrave não está na etapa complementar realizada pelo município, mas na oferta de leitos para continuidade do cuidado", acrescenta.

"A Prefeitura reforça que o atendimento à população segue garantido, com acolhimento, estabilização e inserção dos pacientes no sistema de regulação, conforme preconiza o SUS. Destaca ainda que o pleno funcionamento da rede de urgência e emergência depende da atuação integrada entre Município e Estado, especialmente no que se refere à disponibilização oportuna de leitos hospitalares", completa.

A pasta diz ainda que está em diálogo com a Secretaria Estadual da Saúde da Bahia (Sesab) para a construção conjunta de soluções que garantam maior eficiência no atendimento à população.