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Vice-prefeita Ana Paula Matos deixa Secult um ano após assumir a pasta e faz balanço da gestão

O subsecretário de Cultura, Alexandre Reis, assume a secretaria

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 2 de abril de 2026 às 15:42

Ana Paula Matos durante evento
Ana Paula Matos faz balanço positivo da gestão Crédito: Betto Jr./ Secom PMS

A vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos, deixou na quarta-feira (1º) o comando da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), após pouco mais de um ano à frente da pasta. Em seu lugar, assume o então subsecretário de Cultura, Alexandre Reis.

Um dos principais destaques da gestão foi o fortalecimento dos equipamentos públicos, com requalificação de espaços e ampliação das programações educativas, interativas e acessíveis nos museus municipais. Ana Paula Matos, que assumiu o cargo em fevereiro do ano passado, irá se dedicar à campanha do ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) ao governo estadual.

Durante a gestão de Ana Paula Matos, projetos como o Viver Salvador e o Arraiá da Prefs contribuíram para dinamizar o calendário cultural e turístico da cidade, enquanto a criação do Mundo Encantado da Criança, primeiro equipamento voltado exclusivamente ao público infantil, reforçou o investimento na formação cultural. 

“Conseguimos estruturar políticas, fortalecer a cultura como eixo de desenvolvimento e ampliar significativamente os resultados do turismo. Salvador hoje está mais competitiva, mais preparada e mais conectada com sua identidade”, afirma a vice-prefeita. 

Outro destaque foi o avanço do turismo em Salvador. No período, houve aumento de 10,7% na chegada de turistas estrangeiros. O desempenho positivo também foi impulsionado pela ampliação da malha aérea, com destaque para o voo direto Salvador–Panamá.

Já o Carnaval de Salvador consolidou sua posição como o maior do Brasil em fluxo turístico e impacto econômico, com crescimento nos indicadores de ocupação hoteleira e movimentação financeira. O verão da capital foi considerado o maior da história, com 2,6 milhões de visitantes e geração de R$ 5,8 bilhões em receita.

Outro eixo estratégico foi a descentralização das políticas culturais, com programas como o Boca de Brasa, que ampliaram a atuação nos territórios, e o fortalecimento do Salvador Capital Afro, iniciativa que ganhou projeção nacional e internacional. 

No campo institucional, um dos marcos foi a criação do Gabinete Salvador Capital Afro, estrutura voltada à articulação de políticas públicas, projetos estratégicos e parcerias. A projeção foi ampliada com eventos inéditos, como o circuito Mulheres Negras em Movimento, a realização da Feira Preta na cidade e o Festival Afropunk, além da consolidação dos festejos de Natal e Réveillon como atrativos turísticos.

Projetos estruturantes seguem em andamento, como o Prodetur II – Salvador Capital Afro, em fase final de tratativas com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que deve impulsionar a requalificação do Centro Histórico e da região do Comércio, fortalecendo o turismo e a preservação do patrimônio.

A gestora destaca que os avanços deixam um legado para a cidade. “Mais do que números, entregamos inclusão, desenvolvimento e uma cidade mais viva para moradores e visitantes, com oportunidades que chegam aos territórios e impactam diretamente a vida das pessoas”, afirma.