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Mariana Rios
Publicado em 16 de setembro de 2026 às 09:36
A repórter Eliana Moreno e o piloto George Marciniw morreram na queda de um helicóptero da NBC4/Telemundo 52, na noite de terça-feira (15), em Chatsworth, bairro de Los Angeles, nos Estados Unidos. Uma terceira pessoa, que estava no solo, também morreu. A aeronave fazia a cobertura aérea de um acidente envolvendo um ônibus e um SUV ocorrido horas antes, a poucos quarteirões dali. >
O helicóptero, operado pela Angel City Air, caiu por volta das 18h57 entre dois edifícios comerciais. A aeronave pegou fogo após a queda, danificou quatro veículos e dois contêineres de armazenamento e ficou praticamente destruída. Segundo o Corpo de Bombeiros de Los Angeles (LAFD), três pessoas morreram no local e outras duas foram levadas para o hospital.>
Helicóptero de TV cai durante transmissão e pega fogo nos EUA
Moreno e Marciniw estavam a bordo do helicóptero usado pela NBC4 e pela Telemundo 52 para coberturas jornalísticas aéreas. Moreno era repórter aérea e integrava a equipe da Angel City Air desde 2010. Marciniw era o piloto da aeronave. Os dois trabalhavam juntos desde 2023.>
A equipe estava sobrevoando a região para acompanhar o acidente ocorrido anteriormente na região de Chatsworth. Por volta das 17h02, um SUV que seguia pela Avenida De Soto bateu na lateral de um ônibus da Linha 166 do Metro, que trafegava pela Rua Nordhoff. O veículo ficou preso ao ônibus, e equipes de resgate precisaram retirar as vítimas dos veículos. O acidente deixou ao menos duas pessoas mortas e seis feridas, segundo autoridades inicialmente; posteriormente, o balanço de mortos chegou a três.>
Enquanto as equipes de televisão acompanhavam a ocorrência, vários helicópteros sobrevoavam a área. O NewsChopper4, porém, perdeu contato com a equipe e caiu a poucos quarteirões da cena que estava sendo coberta. A NBC4 confirmou posteriormente que a aeronave era da própria emissora.>
A queda provocou um incêndio, controlado por 56 bombeiros. A causa do acidente ainda não foi determinada. O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) e a Administração Federal de Aviação (FAA) investigam o caso.>