Afro Fashion Day: estilistas dão detalhes de criações para o desfile

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28.10.2019, 10:20:00
Atualizado: 30.10.2019, 13:57:48
(Foto: Betto Jr./CORREIO)

Afro Fashion Day: estilistas dão detalhes de criações para o desfile

Após sorteio, cada um deles ficou com um bloco afro para homenagear em suas peças

O desafio foi o mesmo para as 34 marcas participantes do Afro Fashion Day 2019: homenagear os blocos afros de Salvador, exaltando a beleza das estamparias. Depois de um sorteio, cada marca ficou com um dos seis blocos lembrados na quinta edição do evento - Olodum, Muzenza, Malê Debalê, Ilê Aiyê, Cortejo Afro e Filhos de Gandhy (veja lista no fim desta matéria). Mas do final de agosto, quando o sorteio foi feito, até agora, muita coisa aconteceu.

Os estilistas receberam tecidos e fantasias de Carnavais antigos, começaram a pensar o que gostariam de levar para a passarela, desenharam croquis, e já começaram a dar forma às suas criações. O CORREIO procurou todos eles, e pediu detalhes do que cada um tem preparado para o desfile. No total, 15 estilistas enviaram informações; alguns também disponibilizaram croquis e fotos.

Mesmo ainda faltando muitos ajustes, uma coisa é certa: cada um imprimiu sua marca e valorizou elementos específicos a partir do mesmo mote - o que prova a diversidade e a identidade de cada trabalho.

Responsável pela curadoria de moda do Afro Fashion Day desde a primeira edição, o produtor Fagner Bispo afirma não interferir no processo criativo dos estilistas. "Apenas passo o briefing  do tema, das cores, e me coloco à disposição durante o processo caso eles tenham alguma dúvida. Muitos me procuram para mostrar ideias, dizer o que pensaram. Em alguns casos, dou sugestões para que a peça fique ainda mais interessante, mas eu gosto mesmo é de ser surpreendido na entrega das peças, ver somente nessa hora como o tema foi interpretado em forma de look", explica.

Tendências presentes em passarelas mundo afora, o investimento em uma moda mais urbana e cotidiana, e o reaproveitamento de matérias-primas para a confecção de looks devem estar presentes também no Afro Fashion Day. "As grifes, nacionais e internacionais, foram beber na fonte do que as pessoas vestem na rua e levaram isso para as passarelas. Já tem um tempo que isso vem sendo notado", comenta Fagner. O mesmo acontece com a reutilização de tecidos. O curador lembra que na última edição da São Paulo Fashion Week, há uma semana, as marcas Cavalera e Fernanda Yamamoto  apresentaram peças feitas com material reaproveitado de antigas coleções. "Isso tem relação direta com o que propusemos, o resgate de tecidos e fantasias de antigos Carnavais na confecção das peças", comenta.  

Este ano, o Afro Fashion Day conta com nove marcas estreantes. E, no que depender delas, originalidade não irá faltar. O estilista mais jovem da edição é Filipe Dias, 21 anos, que depois de atuar nos bastidores da produção de moda do evento ao lado de Fagner Bispo em três edições, agora prepara sua primeira criação para um desfile. "Pelo fato de já conhecer o evento, o trabalho dos colegas, eu estou me esforçando bastante para dar o meu melhor nessas criações, então vai ser um momento muito marcante", comenta Filipe, que vai fazer um look masculino inspirado nos Filhos de Gandhy.  Outra marca estreante é a Jeanne Gubert Ateliê, que já está com a peça em homenagem ao Malê Debalê quase pronta e permitiu que fotografássemos alguns detalhes da sua produção na semana passada.

A estilista Jeanne Gubert ao lado da sua criação para o Afro Fashion Day, no corpo da modelo Vanessa Amorim (Foto: Betto Jr./CORREIO)


Confira detalhes das criações dos 15 estilistas que nos mandaram informações:

Ateliê Casalinda
Inspirada no universo do bloco afro Muzenza, a estilista Kivia Souza preferiu não usar o tecido cedido pelo bloco, mas não vai abrir mão dos elementos gráficos presentes em sua estamparia para compor a sua criação exclusiva. Como queria trabalhar com cores específicas, ela optou pela técnica de dublagem para deixar o tecido escolhido mais encorpado. Nele vai utilizar bordados e aplicações de texturas para deixar a peça mais viva. "Mas também terá leveza, fluidez e muita estampa que é a cara do trabalho que já faço", comenta a estilista que está confeccionando um vestido.

(Foto: Acervo Pessoal/ Kivia Souza)

Adriana Meira Atelier
"Foi uma felicidade e uma honra ter sido sorteada para homenagear o Ilê Aiyê", comemora a estilista Adriana Meira, que pesquisou os elementos mais recorrentes na estampa do bloco para fazer os desenhos com tecidos que marcam seu traço autoral. As peças elaboradas pela estilista são o colete de algodão e um vestido de linho. Neles, ela aplicou os desenhos, especialmente os símbolos de Oxossi, Ossain, Oxum e Xangô. "No meio deles, eu coloquei um coração com asas, pois como diz a música o Ilê é o charme da Liberdade, o bairro, mas também a expressão da beleza negra em sua plenitude. Um coração com búzios, que representam prosperidade, dinheiro, e chegaram a valer como moeda na época da escravidão. O símbolo do Ilê também está presente, com uma coroa e um pássaro no meio do coração. Tudo isso é uma expressão da liberdade", detalha.

(Modelo: Vensam Iala | Foto: Franklin Almeida)

Jeanne Gubert
Vestidos, corsetes e saias são uma paixão da estilista Jeane Gubert, cujo ateliê fica no bairro da Barra, em Salvador. Para a estreia no Afro Fashion Day, ela segue a alma do seu trabalho, investindo no handmad, especialmente em bordados, aplicações e patchwork. Tendo como inspiração o tema dos blocos afro, ela representa o Malê Debalê. Sua criação segue uma proposta conceitual: os trançados, o metal em estruturas, e os tecidos de algodão com detalhes em cetim e bordados. “Meus figurinos representam, força, coragem, revolta e luta de uma guerreira, onde cada elemento é representado por uma batalha", diz Jeanne. A proposta é maximalista, onde o mix de estampas os tressés e bordados se encaixam livremente quando utilizados com o garimpo de materiais, o que torna cada peça exclusiva. 

Negrif
Conhecida pelas estampas exclusivas asssinadas pela designer de moda e estilista Madalena Silva, a Negrif também fará uma estampa inédita para homenagear o Ilê Aiyê. "Os blocos já trazem suas histórias contadas através das estampas, então eu pensei justamente em seguir essa linha e desenvolver uma estampa exclusiva que ao mesmo tempo que dialogasse com a Negrif, com o que eu já faço nas minhas peças,e fizesse essa referência ao bloco", conta Madalena, que ainda está finalizando a estampa, sujeita a ajustes. Para a fase da confecção da roupa, ela quer continuar seguindo a proposta do Ilê Aiyê, mantendo  as cores e trabalhando com o dourado. A estampa será aplicada através da técnica de silk num tecido 100% algodão, tricoline. Já a idadeia da modelagem, fialoga com o clássico. "Quero fugir do carnavalesco, fazer uma peça com requinte, mesmo que ela seja estampada, e que essa estampa remeta a um bloco afro. Quero algo para ser usado em um Oscar, uma roupa que surpreenda pelo corte", adianta.

(Foto: Acervo Pessoal/ Madalena Silva)

Closet Clothing
Como toda marca masculina do Afro Fashion Day, a Closet Clothing irá homenagear os Filhos de Gandhy. A marca de moda praia, cujo nicho é o público gay masculino, é conhecida pelas sungas, mas nessa edição do Afro Fashion Day quer ir além, e investir em peças mais sofisticadas, criando para o desfile uma assinatura em alfaiataria cujos tecidos remetem a elegância e leveza. "Vou tentar homenageá-los lembrando da figura de Mahatma Gandhy. Mahatma significa a grande alma, e para simbolizar toda a grandiosidade dessa figura e dos Filhos de Gandhy, vou utilizar alguns brocado e  búzios", explica o estilista Paulo Barbosa. A estampa que ele recebeu faz faz relação com Iemanjá, quando o tema do bloco foi Do Cais ao Porto. "Estou alinhando essas três homenagens,a Gandhy, a Iemanjá e ao bloco, porque está tudo interligado. Há uma simbologia também com Oxalá, através do branco e do azul, cores que também estarão no meu look", diz ele, que quer fazer um grande tapete da paz na passarela. Por isso, não vai abrir mão dos tecidos que recebeu. "Acho importante, mas vou desenvolver também uma estampa. Estou fazendo uma camisa de manga longa, uma sunga para ser utilizada com ela, e um turbante diferenciado para fazer essa referência mais explícita ao Gandhy. Os tecidos serão bastante leves, o que já é uma característica minha", finaliza.

(Foto: Acervo Pessoal/ Paulo Barbosa)

Ismael Soudam 
Homenageando o Muzenza e inspirado na rainha do bloco, o look criado por Ismael Soudam para a quinta edição do Afro Fashion Day aposta em uma silhueta minimalista com tecidos plissados em tons luminosos como ouro e vermelho escarlate. Nos detalhes, aplicações de pedrarias, aramados e penas rabo de galo. “Acho a figura da rainha Claudia Mattos muito elegante, autêntica e de grande representatividade da mulher negra. Eu sempre a vejo de turbante", diz o estilista sobre a sugestão de uso do acessório, prevista no croqui.

Realeza
Atendendo ao público masculino, a marca estreia no Afro Fashion Day mantendo a proposta de fazer roupas para o dia a dia, mas com identidade. A homenagem aos Filhos de Gandhy está na escala de azul e branco, na utlização dos orixás Ogum e Oxalá bordados e em silk. As peças também devem ter toques prateados, e os tecidos são tricoline e algodão, no estilo de alfaiataria: camisas de manga longa e curtas, bermudas e calças. Tecidos dos blocos  deverá ser utilizado em aplicações, mas o modo que isso será feito ainda é uma surpresa. Ideia é valorizar roupa, mantendo apelo comercial. "Estou muito feliz em participar, já era uma passarela muito desejada, acho que a principal da cidade, e quiçá a mais negra do país", comenta Tiago Azeviche.

Soul Dila
Dentre os temas sorteados, a marca cuja proposta é imprimir a identidade baiana em cada peça, irá homenagear o Olodum, dando continuidade à algo iniciado no último carnaval, quando eles desenvolveram estampas especiais de homenagem ao aniversário dos maiores blocos afro da cidade. Para o Afro Fashion Day, eles apostam nas cores tradicionais do bloco, com seus respectivos significados: verde representando as florestas; vermelho,o sangue da raça negra; o amarelo, que ressalta o ouro da África; o preto, que é orgulho da raça negra; e o branco da paz. Na escolha da matéria-prima, tecidos fluídos que dão liberdade aos movimentos, além de se adequarem confortavelmente à realidade das altas temperaturas, especialmente do Verão baiano. "A ideia é apresentar propostas que se sobressaem nas pesquisas de tendência como peças que ficarão em alta, independente da estação", diz a marca. Serão dois looks, um feminino, e outro masculino. O primeiro será composto por uma calça pantalona, um top cropped e um kimono com modelagem ampla; e o segundo, uma calça black com detalhes nas cores da paleta escolhida, camisa de botão e uma T-Shirt branca com silk frontal.

(Foto: Reprodução/ Soul Dila)

Abanto
Com o intuito de transformar a cultura negra em símbolo de resistência, dando visibilidade aos povos pretos e ajudando a exaltar a autoestima das pessoas que usam as peças da marca, a Abanto faz uma moda atemporal e agênero, sempre pensando em deixar as pessoas confortáveis, e se sentindo representadas com a roupa. No Afro Fashion Day, a marca homenageia o bloco Ilê Aiyê. Para o estlista Alex Millany, responsável pela criação, o tema fez fervilhar a criatividade, tanto assim que se pudesse criaria uma coleção inteira, com o mínimo de vinte peças. "O tema me deixou muito confortável. Fiz 10 peças para poder escolher apenas duas. Estou na minha zona mais criativa, cheia de sentimento e representatividade. Sempre foi um sonho poder produzir alguma roupa com estampa de algum bloco, agora é juntar tudo isso. Qualquer designer que trabalha com moda como empoderamento se sente realizado em criar uma roupa inspirada num bloco afro e ter ela exposta no  Afro Fashion Day. Realização total", comemora. Além do pedaço de tecido do bloco que recebeu, Millany conseguiu uma fantasia usada e confeccionou três looks, dos quais dois vão para a passarela. "Utilizei todos os pedaços, e com os retalhos fiz uma pochete, uma chestbag e uma bolsa feminina para compor os looks. Para completar, usei um tecido de fundo na cor vermelha, que é uma das cores usadas pelo bloco, e que para mim representa o sangue dos povos escravizados, um símbolo de resistência dos blocos afros", diz.

Lú Samarato
O Malê Debalê é a grande inspiração do estilista, que este ano busca incorporar vida à sua criação. Tudo parte das cores do bloco, com destaque para o vermelho. Nesta quinta edição, ele segue a tendência que já havia levado para passarela nos anos anteriores, investindo em tecidos lisos. No ano em que se homenageia os blocos afros, conhecidos pelas estampas, esse é o grande desafi."Vou mesclar o liso dos tecidos leves, junto à explosão de estamparia do tecido estruturado, do bloco. Os croquis foram pensado de forma crua, visando compreender a criação. Já todo e qualquer detalhe que pensei para as peças será surpresa. E como boa surpresa, será visto na passarela", explica sobre os desenhos.

(Foto: Acervo Pessoal/ Lu Samarato)

Meninos Rei 
Peça indispensável nas  coleções da marca, o macacão seguirá firme e forte na criação que os irmãos Céu e Júnior Rocha assinam para a quinta edição do Afro Fashion Day. Com modelagem ampla, o conforto e liberdade nos movimentos são garantidos. Bolsos grandes e utilitários foram inseridos na peça. reforçando a estética da moda de rua. O mix de estampas, DNA do trabalho dos Meninos Rei, faz referência mais explícita ao Olodum, bloco homenageado pela marca. "Vamos fazer uma edição limitada fazendo referência aos 40 anos do Olodum, um bloco que sempre tivemos como inspiração para nosso trabalho", comenta Júnior Rocha. Os tecidos africanos, nas cores preta, vermelha ,amarelo e verde,  são a base para toda criação. Recortes e assimetrias também caracterizam as peças. Além do mcacão, os irmão assinam uma jaqueta bomber e um short mais curto, em alfaiataria.

(Foto: Acervo Pessoal/ Céu e Júnior Rocha)

Filipe Dias
Estreante no Afro Fashion Day e fazendo sua primeira roupa para um desfile de moda, o estilista Filipe Dias aposta em tecidos de fibras naturais e variadas técnicas de tingimento têxtil. Todo o processo criativo segue o conceito do handmade ( feito a mão). Homenageando os Filhos de Gandhy, ele optou por não usar a estampa do bloco nas peças. No entanto, não deixará de lado o branco e azul que dão a identidade do bloco. A principal inspiração vem do xequerê, instrumento musical muito presente nos afoxés. "Eu já tenho uma relação com o Afro, é meu terceiro ano apostando nesse evento, mas agora estreio como estilista. É minha primeira criação como estilista, e está sendo uma maravilha. Pelo fato de já conhecer o evento, o trabalho dos colegas, eu estou me esforçando bastante para dar o meu melhor nessas criações, então vai ser um momento muito marcante", comenta.

(Foto: Acervo Pessoal/ Filipe Dias)

Silverino Ojú
Homenageando o bloco Muzenza, o estilista Silverino Ojú produziu peças a partir das cores e estampas do bloco. Um dos desafios, no entanto, foi trabalhar com a malha de poliéster, sem algodão. Para driblá-lo, lançou mão de outros tecidos sólidos, mais estruturados, além de bordados e aplicações que reforçam a identidade africana. Para ele, que ano passado produziu para o Afro Fashion Day peças com  rendas e tecidos wax-print de algodão, a passarela requerer algumas especificadades "A passarela é parte do processo de apresentação da roupa. Isso pode motivar o uso de recursos que chamem mais a atenção, não só no look, como também o styling. Mas os looks assinados por mim quase sempre são pensados também para ocasiões outras, não apenas a passarela", explica.

(Foto: Acervo Pessoal/ Silverino Ojú)



CP2P
Utilizando como inspiração a estampa de 2012 do Malê Debalê, idealizada pelo artista plástico Fael Primeiro,o estilista Chico Peres recria a primeira coleção que fez para sua marca, a CP2P.  Para a quinta edição do Afro Fashion Day, ele irá produzir um look all white, com intervenções plásticas e outros elementos surpresa. A ideia, segundo Chico, é manter a ideia de fusão cultural já explorada por Fael na fantasia Black Malê Power, na qual ele fez uma ponte entre a cultura afro-americana e a afrobaiana. O desafio agora é explorar essa relação a partir dos tecidos, que serão pintados a mão.

Rey Vilas Boas
Homenageando o Muzenza, Rey Vilas Boas fez uma pesquisa para buscar elementos constituintes do bloco que valoriza o reggae. "Dentro desse tema, eu fui pesquisar a cultura rastafari. Faço o traje de um homem e uma mulher luxuosos, um rei e uma rainha jamaicanos que utilizam acessórios com sobra de tecidos, trazendo esse pensamento mais ecológico", explica o estilista. A base das criações foi a mortalha cedido pelo bloco, que ele acabou juntando a outros materiais para fazer um vestido de festa escuro. "Quis manter o tom escuro para valorizar a cor preta. Tive a preocupação de não descaracterizar a estampa do bloco, que eu uso para aplicações", detalha. O look do homem vem com bastante sobreposição, uma capa de renda branca e aplicações dos leões do bloco.

O Afro Fashion Day 2019 é uma realização do jornal CORREIO com apoio do Salvador Shopping.

MARCAS DE ROUPA
Abanto 2 Adriana Meira Atelier 3 Ateliê CasaLinda Black Atitude Cantuai Carol Barreto 7CP2P Cynd Biquíni Closet Clothing 10 Com Amor, Dora 11 Costa Ribeiro 12 Crioula 13 Colabzona  14 Filipe Dias 15 Goya Lopes 16 Incid 17Jeanne Gubert 18 Jeferson Ribeiro 19 João Damapejú 20 Katuka Africanidades 21Lú Samarato 22 Marc Bell 23 MB Conceito 24 Meninos Reis 25 Mônica Anjos 26 N Black 27 Negrif 28 Porto de Biquíni 29 Realeza 30 Regina Navarro Bella Oyá 31 Rey Vilas Boas 32 Silverino Ojú 33 Soudam 34 Soul Dila


MARCAS DE ACESSÓRIOS
1 Ateliê 2 Boutique Negralá 3By Aninha 4Kelba Deluxe La Abuela Maria Coruja Ateliê Outerelas Preta Brasil Sonbrille 10 Sou Diva, Tá Bom Pra Você 11 Turbanque 12 Wari 13 Ziê


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