Ativa no Onlyfans, Key Alves revela que recebe '50 vezes mais' com redes sociais do que no vôlei

esportes
05.07.2022, 17:10:25
(Reprodução/Instagram)

Ativa no Onlyfans, Key Alves revela que recebe '50 vezes mais' com redes sociais do que no vôlei

Jogadora do Osasco, ela é a mais seguida da profissão no Instagram

A jogadora de vôlei Keyla Alves, que atua como líbero, no Osasco-SP, afirmou que, atualmente, sua principal fonte de renda não vem através do esporte, mas sim das redes sociais. Atleta de vôlei mais seguida do mundo no Instagram, com 2,4 milhões de pessoas, Key, que tem 21 anos, afirmou que ganha 50 vezes mais através das plataformas digitais em comparação ao seu salário como jogadora.

Apesar de gerenciar parte das suas redes sociais, ela conta com uma equipe que cuida dessas mídias, incluindo na plataforma Onlyfans. O site é um espaço para a publicação de conteúdos exclusivos através de uma assinatura, cobrada em dólar. Key Alves afirmou em entrevista ao jornal O Globo que ela tem controle de todas as publicações que vão ao ar no Onlyfans.

"Tenho uma equipe [que cuida das redes sociais] e nos falamos em um grupo no WhatsApp. Mas sou eu quem cuido de todas as minhas plataformas, menos o Onlyfans. Neste é meu empresário que faz as postagens. Todas as postagens passam por mim, as fotos, as edições, as legendas (...) Ganho umas cinquenta vezes mais com as plataformas digitais do que com o vôlei. É muito mesmo. E mais no Onlyfans porque o valor é fixo, tem todo o mês", explicou a atleta, que atua há três anos no vôlei profissional.

Em entrevista ao ge.globo, a líbero também ressaltou que a assinatura na plataforma não dá acesso a conteúdos de nudez em sua página. “As fotos que eu publico na minha página são totalmente voltadas para ensaios profissionais, leves. Não tem nudez, nada disso. Quem procurar isso no meu perfil não vai achar.”, disse.

Key também foi questionada sobre o preconceito que ela enfrenta por dividir sua carreira no vôlei com o papel de influencer através das redes sociais. "Ainda tem um pouco de preconceito sim. Mas são poucas as pessoas que pensam assim. Esses trabalhos extra quadra fazem a gente se distrair e se divertir. São momentos que não estamos na pressão. E os treinadores e as pessoas que trabalham com o esporte deveriam começar a achar isso um pouco mais normal e bom também. O atleta não é robô", completou.

Mesmo com uma boa projeção no universo online, a atleta destacou que segue focada em sua carreira como atleta profissional, tanto no seu clube, o Osasco, e na seleção brasileira: "Me considero atleta e é isso que fez a minha imagem crescer na internet. Então, sou atleta, modelo e também influenciadora e empresária de alguns negócios próprios".

***

Em tempos de desinformação, o CORREIO continua produzindo diariamente informações nas quais você pode confiar. E para isso precisamos de uma equipe de colaboradores e jornalistas apurando os fatos e se dedicando a entregar conteúdo de qualidade e feito na Bahia. Já pensou que você além de se manter informado com conteúdo confiável, ainda pode apoiar o que é produzido pelo jornalismo profissional baiano? E melhor, custa muito pouco. Assine o jornal.


Relacionadas