Brasil pode quebrar recorde de pódios, ouros e posição no quadro de medalhas

esportes
04.08.2021, 19:40:00
Atualizado: 04.08.2021, 19:40:56
Recorde brasileiro foi uma 13ª colocação com 19 medalhas e 7 ouros no Rio-2016 (Foto: Jonne Roriz/COB)

Brasil pode quebrar recorde de pódios, ouros e posição no quadro de medalhas

Recorde atual é de 19 medalhas, conquistadas no Rio-2016; em Tóquio, já são 15 garantidas

A contagem regressiva para o fim da Olimpíada de Tóquio já começou e, faltando apenas quatro dias para acabá-la, o Brasil busca quebrar uma série de recordes históricos e pode sair do Japão afirmando que esses foram os melhores Jogos de sua história. O país ainda pode quebrar o recorde de medalhas, ouros e, de quebra, conseguir sua melhor posição no quadro de medalhas.

O Brasil está com 15 medalhas no quadro (4 ouros, 3 pratas e 8 bronzes). Além disso, tem medalhas garantidas no boxe com Bia Ferreira e Hebert Conceição que já têm a certeza do bronze e nesta madrugada de quinta (5) podem subir para pelo menos uma prata. O futebol masculino, que enfrenta a Espanha na final disputada no próximo sábado (7), tem pelo menos a prata. Ou seja: pelo menos 18 medalhas já são certas. O recorde do país são as 19 conquistadas no Rio-2016.

Não é errado dizer que é provável que o recorde de medalhas seja batido. O baiano Isaquias Queiroz ainda busca medalha na canoagem C1 1000m e, no vôlei de quadra, homens e mulheres estão nas semifinais. O masculino, por sinal, enfrenta a Rússia buscando vaga na final às 1h desta madrugada de quarta para quinta. 

Ainda tem Brasil na disputa do Skate Park (3 atletas) e são possíveis pódios no atletismo e hipismo. O recorde do Rio, portanto, é um cenário muito palpável.

Difícil mesmo vai ser bater a meta de sete ouros numa mesma edição. Ainda são necessárias outras quatro douradinhas para superar esse número. É possível? Sim. É difícil? Bastante.

Com tudo isso, chegamos ao último ponto que é o quadro de medalhas. A melhor posição do Brasil nesse quesito foi o 13º lugar há 5 anos, no Rio. Jornalista do blog Brasil em Tóquio, do globoesporte.com, Guilherme Costa prevê que com 8 ouros é possível ficar até na 12ª colocação e, menos que isso, é briga para o terceiro lugar. 

O especialista aponta que o top-10 em Tóquio deve ser formado por EUA, China, Rússia, Japão, Grã Bretanha, Austrália, Alemanha, França, Holanda e Itália. Coreia do Sul, Nova Zelândia, Canadá, Cuba e Hungria são os países que devemos 'secar' para conseguir a 12ª colocação. Além de, claro, fazer a nossa parte.

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