É cada uma que a Bahia inventa: relembre histórias fantásticas, engraçadas e absurdas

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15.01.2019, 04:00:00
Atualizado: 15.01.2019, 17:30:16

É cada uma que a Bahia inventa: relembre histórias fantásticas, engraçadas e absurdas

Em 40 anos, CORREIO narrou causos que demonstram nosso apego ao inusitado

“Pense num absinto; na Bahia tem aguardente”. A frase de um ex-governador não é bem essa, mas absurdo também não seria pensar que – diante de tantos precedentes – exista uma alma ébria onipresente, como Quincas Berro D’Água, roteirizando algumas de nossas histórias.

Muitas delas foram contadas nestas quatro décadas de CORREIO, e um rastreamento ligeiro já dá uma ideia de nossa vocação para o fantástico ou o absurdo mesmo, a fé e a fuleiragem, a graça e a ‘lá ela’: ingredientes tão diferentes que só dão liga nessa terra em águas, como se vê abaixo. 

Mas dá pra julgar a Bahia por isso? Um julgamento em Ibicuí, no Sudoeste do estado, demonstra como as coisas foram e sempre serão complexas. O extinto Diário de Notícias, em 10 de fevereiro de 1973, narra a surpreendente história de um lavrador que matou um pai de santo após sofrer ameaça de um “trabalho” contra ele.

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Generino Bispo dos Santos, na condição de réu e autor confesso, alegou que decidiu matar Manuel Paulo dos Santos, “pai de santo famoso na região por suas proezas, pelos fatídicos resultados dos seus trabalhos”, depois que o líder religioso afirmou que iria fazer o lavrador “morrer como um sapo seco”. “O homem, feiticeiro danado, ia me matar assim”, reforçou o réu.

Antes de cometer o crime, Generino havia escutado várias histórias sobre o êxito das ações sobrenaturais do pai de santo, especialmente contra seus desafetos. Manuel desejava ocupar terras que a família Bispo cultivava havia anos. A ameaça contra Generino veio após uma discussão, em que as partes discordaram e tornaram um acordo inviável. Certa noite, com os atabaques do terreiro soando, Generino, tomado por medo, como ele mesmo explicou ao juiz, pegou uma espingarda, foi até o centro religioso e executou Manuel com um tiro.

Como as normas do Tribunal do Júri previam que a defesa devia trazer um perito para esclarecer o caso, do ponto de vista da ciência antropológica, o advogado Rui Espinheira decidiu convocar o antropólogo Vivaldo da Costa Lima para falar.

Grande referência dos costumes que envolvem as religiões afros na Bahia, o saudoso Vivaldo falou por mais de uma hora sobre a crença dos candomblés e concluiu que não se podia separar a “personalidade do réu de sua circunstância sociocultural”.

Era o que advogado precisava para sustentar o argumento de legítima defesa, acatado pelo júri por unanimidade, abrindo mais um precedente (absurdo?) na lista prevista por Otávio Mangabeira. Eis outros retratos vivos de nossa (com o perdão do palavrão) idiossincrasia...

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Sereio de Itapuã: muita gente jura de pés juntos que viu...

Ilustração: Morgana Miranda/CORREIO

Alucinação coletiva? Defunto boiando? Tartarugas transando? A história do Sereio de Itapuã já nasceu clássica diante dos elementos que a compõem: uma personagem misteriosa (de dar medo), que mexeu com o imaginário da população; descrições detalhadas sobre a aparição do cabeludo com barbatana na mística Itapuã; surfista, ambulante, funcionário de hotel jurando de pés juntos sobre a visão em 20 de novembro... “Sei lá o que foi, irmão. Uma parada que nunca presenciei em minha vida. Eu não sou supersticioso, só acredito vendo. E eu vi”, contou um salva-vidas que perseguiu o tal homem-peixe.

Em contrapartida, o descrédito também se multiplicou nas redes e na fala do coordenador do Salvamar, João Luiz Morais. “Isso é absurdo, coisa de ficção. Às vezes, a pessoa está na praia e vê um vulto, saco plástico. Acontece”.

Funcionária do Hotel Catussaba, Ana Paula Ramos tentou explicar a falta de registros. “O mar estava agitado e a gente estava preocupada em ajudar [a resgatar o que parecia ser um corpo]. Por isso, ninguém filmou, nem tirou foto, mas todo mundo viu”. Ouvindo e publicando todos os lados, o CORREIO mexeu com a cidade e a reportagem de Thais Borges foi a mais lida do site por três dias.

Nas mesas de bar, havia sempre quem levantasse a bola: ‘E o Sereio de Itapuã, hein?’ Virou resenha, zueira, estampa de camiseta, marchinha de Carnaval e, em breve, fantasia para a festa.

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Urubu versus piloto: a vingança que entrou pela janela da cozinha

Em agosto de 2017, um urubu virado no siri invadiu um apartamento no Caminho das Árvores e partiu pra cima do morador. Sem pedir licença, bicou e feriu o antebraço do instrutor de aviação Matheus Guerra, que não se conformou com a afronta.

Matheus Guerra, piloto e instrutor de aviação atacado por urubu (Foto: Marina Silva/Arquivo CORREIO)

“Ele me desafiou dentro da minha casa. Eu mandava sair, mas ele veio atrás de mim e me atacou como se eu fosse carniça”, contou ele, que vive no 8º andar de um prédio de 14 pavimentos. Um ano e meio depois, não foi apenas o braço do instrutor de aviação que ficou marcado.

“Hoje, sou conhecido por uma interação bizarra entre homem e pássaro; me perguntam se ganhei superpoderes; ainda não percebi nenhum, mas ganhei uma super-história”, comenta Matheus.

O ataque também rendeu lesão em um nervo da mão e uma reflexão: seria aquilo uma vingança ou um recado do além? “Sobre sinais e espiritualidade, só sabemos que a Bahia é feita de mistérios, e que se foi um aviso deve ter sido das coisas boas que aconteceram nesses últimos meses”, comenta ele, hoje, após sobreviver ao ataque aéreo.

O urubu nervosinho na janela de um dos apartamentos do edifício Porto Sol, ontem

Foto: Argemiro Garcia/Divulgação

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'Vai se chamar Rambo, e acabou!'

O marceneiro Miraldo de Moura Eugênio, 80 anos, tinha só uma coisa na cabeça ao chegar no cartório de Lauro de Freitas, em 1989: registrar o filho com um nome nada convencional: Rambo. A escrivã que se negou a assinar a certidão de nascimento talvez não soubesse que diante dela estava um homem que, assim como o personagem do cinema, estava pronto para a guerra.

“Insisti, sabe por quê? Porque eu queria! O filho era meu, não era deles. Hoje em dia vejo nome mais feio do que esse”, comenta hoje o ainda teimoso Miraldo, quase três décadas depois.

As negativas dos cartórios (foram seis durante 2 anos e 9 meses de briga pelo registro, que foi parar na Justiça) só se resolveram quando seu Miraldo aceitou uma sugestão do então prefeito de Lauro, João Leão (atual vice-governador do estado). “Eu tava trabalhando na casa dele. Ele me falou ‘Miraldo, faça o seguinte. Deixa o Miraldo na frente e registra assim. E eu aceitei”, relembra o pai.

Ficou Miraldo Rambo e saiu a ameaça de bullying na escola, que era a preocupação dos empata-registro. 
“O engraçado é que quase ninguém me chamava de Rambo na escola. Só as pessoas mais próximas. As professoras mesmo me chamavam de Miraldo, mas sabiam da minha história”, comenta hoje o artefinalista Miraldo Rambo, 29.

Seu Miraldo e o filho, Rambo, 26 anos após polêmica com registro; os dois ainda guardam os recortes do CORREIO da época (Foto: Evandro Veiga/CORREIO)

Durante a saga do pai - que rendeu várias reportagens no CORREIO, muitas ainda guardadas de recordação pelos dois -, Rambinho lembra que a mãe, Maria Ivonete Silva, por pouco não emplaca uma segunda polêmica batismal, ao registrar a caçula.

“Ela queria botar She-Ha. Eu não sei se ela falou isso a sério ou zoando”, lembra ele, citando o batismo da irmã Isabel - uma homenagem à bisavó.

O bom senso de dona Ivonete o CORREIO também registrou, numa das reportagens sobre o caso Rambo. Para tentar demover o maridão da ideia fixa, sugeriu uma solução. "Coloca Sylvester Stallone". Miraldo Rambo venceu a guerra.

Relembre algumas das reportagens publicadas sobre o caso no início da década de 90.

Clique nas imagens para ampliar
Clique nas imagens para ampliar (Foto: Acervo CORREIO)
(Foto: Acervo CORREIO)
(Foto: Acervo CORREIO)
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(Foto: Acervo CORREIO)
(Foto: Acervo CORREIO)
(Foto: Acervo CORREIO)
(Foto: Acervo CORREIO)

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Terrorismo à Baiana  I: o fundamentalista da bala de gengibre

Graça até no que costuma representar tragédia: a Bahia também tem dessas. Vide as notícias sobre terrorismo por essas bandas, que do prenúncio de choro pode se converter, rapidamente, em coisa de rir. Foi assim após as quatro horas em que o bacharel em Direito Frank Oliveira da Costa ameaçou explodir a Unijorge, na Avenida Paralela, em julho de 2016.

Dizendo estar em posse de armas e explosivos, o homem, que tentava pela 19ª vez passar no Exame de Ordem da OAB, foi encontrado apenas com balas… de gengibre. Sim, um cinturão de balinhas de gengibre amarrado à cintura que, por algum motivo, acabou não explodindo. O exame foi adiado, Frank liberado, e entre mortos e desapontados salvaram-se todos.

"Tentei 18 vezes, mas não consegui por causa do caixa 2 da OAB", afirmou Frank Costa. OAB diz que ele foi reprovado 14 vezes (Foto: Alberto Maraux/SSP) 

Assim também foi no caso da suposta bomba colocada no metrô de Salvador, em julho de 2017. O técnico de instalação de câmeras de segurança Enéas Sena provocou um reboliço na estação Brotas, que precisou ser evacuada.

“Eu reciclo o lixo da minha casa e sempre levo para um coletor mais próximo. Sempre coloco o lixo reciclado no metrô. Na minha opinião, foi uma falha da segurança”, alegou ele, confundido com um terrorista após as análises das câmeras instaladas no local - nesse caso, não por ele. A mochila velha tinha, no lugar de bombas, lixos como embrulhos de presente e caixas de remédio.

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Terrorismo à baiana II: bomba de ebó no buzu

Um ônibus urbano para em um ponto na Avenida ACM, próximo ao Parque da Cidade, em junho de 2013, e um passageiro salta. De repente, sai correndo, deixando para trás uma caixa suspeita dentro do coletivo. Apreensão geral e o veículo é evacuado e isolado para que o Grupo Antibombas da polícia atue. O trânsito vira um caos diante da possibilidade de atentado numa das vias mais movimentadas da cidade. Mas tamanho transtorno foi em vão, diante do conteúdo da caixa revelado: um inofensivo (até prova em contrário) ebó. Sim, uma oferenda com flores, velas e bolinhos de estudante.

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Walkind Dead Bahia: os mortos muito vivos

Histórias de mortos-vivos costumam assustar muita gente mundo afora, mas por aqui já deram muito o que falar e rir. Algumas delas, inclusive, viraram notícia internacional, como o caso da Mulher Ketchup, que simulou a própria morte, dando um tempero cômico a um caso que quase acaba em tragédia. Acontece que a dona de casa Erenildes Aguiar Araújo conseguiu convencer o pistoleiro contratado para matá-la, em Pindobaçu, a simular que o serviço fora executado.

Ato contínuo, ambos dividiriam os R$ 1 mil pagos pela rival e mandante, Maria Nilza Simões. O plano foi colocado em prática: Carlos Roberto de Jesus, o matador, ajudou na montagem da cena em que Erenildes aparece lambuzada de sangue, digo, ketchup. ‘Comprovada’ a realização do serviço, a dupla então rachou a grana (quer dizer, Carlos só repassou R$ 240); a mandante, ao flagrar os dois num forró e ser ‘assombrada’ pela morta-viva, foi à delegacia denunciar o caso como roubo e acabou indiciada.

Faca entre o braço e o peito da mulher simulava o esfaqueamento (Foto: Reprodução)

Falando em indícios, todos indicavam que o lavador de carros Gilberto Araújo Santos tinha morrido em Alagoinhas, em outubro de 2012.  Num sábado, um ‘sósia’ dele foi achado morto e toda a família preparou o velório do lavador, realizado dois dias depois, em meio a comoção geral. “Pude perceber que as pessoas me amam. (...) Foi o dia mais feliz da minha vida”, comemorou Gilberto, que fez até foto zuêra na cova.

Gilberto se diverte e posa no jazigo do pai, onde ele seria enterrado (Foto: Robson Mendes/Arquivo CORREIO)

Em março de 2014, em Vitória da Conquista, situação quase igual: o aposentado João Marcos Ribeiro apareceu pra acabar com o próprio velório. “Logo que meu pai chegou, a funerária já foi levando o corpo do homem de volta. Nem sabemos quem é”, disse um filho.

Seu João e o caixão na sala de casa durante o seu próprio velório; outro sósia dele aparece na foto anterior, atrás de Gilberto. Eu, hein... (Foto: Blog do Anderson)

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Brincadeira fora de hora

"Eu não acredito que Patati e Patatá fizeram essa palhaçada. Falta de respeito!" (Moradora de Paripe durante protesto contra falsa dupla de palhaços).

“Queremos meu dinheiro!”. Com esse brado retumbante, moradores indignados com dois palhaços, que fariam um show em Paripe, foram parar na delegacia e no jornal, em dezembro de 2011. A apresentação, marcada para as 14h do dia 8, acabou não acontecendo porque a produtora contratada para a realização do evento não tinha licença do SBT para usar a imagem dos personagens. Os atores que fariam o show não eram os mesmos da TV, mas precisavam ter uma licença para isso. Quando souberam, às 16h20, que não ia ter festa, o caldo engrossou: a criançada abriu o berreiro, gente desmaiou e pais indignados quebraram mesas e cadeiras do espaço, onde 4 mil pessoas não esperavam essa palhaçada.

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O mistério do boi suicida

Um boi reprodutor avaliado em milhares de reais some de uma feira agropecuária. Em outro lugar, talvez o mistério morasse nas dúvidas sobre quem roubou, como levou ou que finalidade deu ao bicho. Aqui, no entanto, a história se desenrola de forma muito pouco óbvia. No sol de quase dezembro – manhã de 29 de novembro do ano passado –, o Nelore de 600 quilos reaparece na praia de Stella Maris e salta dentro d’água.

Boi é clicado dentro da água pelo fotógrafo Douglas Pedrosa, um dos primeiros a avistá-lo na praia (Foto: @DouglasPedrosa93/Divulgação)

Banhistas e salva-vidas correm, nadam, tentam salvá-lo: retiram o animal da água por três vezes, mas ele volta. No quarto resgate, já não havia mais jeito, e o animal parece ter conseguido o que queria: a liberdade. Morto, o boi é cortado por açougueiros de ocasião na areia. Mistérios de sua conduta permanecem boiando nas águas.

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Esse Pinto não é mole: padre invocou até orixá

Um padre que pinta, borda e dança. A Bahia é pródiga em produzir personagens folclóricos, mas a história de José de Souza Pinto, o Padre Pinto, marcou por envolver uma personalidade eclesiástica que exacerbou o caráter sincrético de nossa cultura religiosa, levando para dentro da Igreja Católica os rituais do candomblé.

Bailarino de formação clássica, Padre Pinto passou duas décadas como pároco da Lapinha e já era conhecido do CORREIO por seus projetos artísticos; mas foi numa das missas da Festa de Reis de 2006 que virou uma entidade: se vestiu de Oxum, orixá das águas doces. Disse que tinha autorização de dom Geraldo Majella, arcebispo de Salvador na época, e da CNBB, mas foi desmentido.

Um grupo de fiéis pediu sua saída e ele chorou. “Eu não quero sair daqui. Eu quero morrer aqui, no altar”, disse, respondendo a uma carta dos incomodados. Acompanhamos a saída dele da Lapinha (foto abaixo), o selinho que deu em Caetano Veloso, a visita a uma boate gay e sua posição contrária ao celibato. Em 2011, contamos sua rotina na Paróquia de São Caetano, onde vive recluso e terno como um rei, desde então.

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Um Beijinho na fama: hit de Carnaval saiu de fundo de viatura

A criatividade é uma marca indelével do povo baiano, terra de alguns dos publicitários e marqueteiros mais bem-sucedidos do país. Mas pouca gente contava com a astúcia de um ladrão de celular que transformou o fundo de uma viatura policial na porta de entrada para o sucesso. Detido após um assalto em Piatã, Ítalo Gonçalves da Conceição, posteriormente MC Beijinho, apareceu num programa policial de TV cantando uma composição sua, e caiu na boca da galera.

Foto: Evandro Veiga/Arquivo CORREIO

No conto do cinderelo baiano, Me Libera Nega se tornou um dos principais hits do Carnaval 2017, com direito a elogios rasgados de Caetano Veloso e execuções de praticamente todos os artistas que passaram pela avenida. Mostramos como foi difícil ele ser liberado pela Justiça para desfilar para participar da festa, e como, no ano seguinte, sua carruagem virou abóbora: caiu em depressão, voltou a conviver com as dificuldades financeiras, e tentou ressurgir, sem sucesso, como Rei Momo. "Véi, sou cantor. Até Caetano Veloso já cantou minha música. É linda a letra, você já ouviu?" Faz tempo que ninguém ouve falar do rapaz.


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