Fifa faz reunião para analisar mudanças no Mundial de Clubes

esportes
09.12.2018, 18:59:19
Atualizado: 09.12.2018, 19:06:11
Presidente da Fifa, Infantino quer aumentar número de equipes (Jewel Samad / AFP Photo)

Fifa faz reunião para analisar mudanças no Mundial de Clubes

Torneio pode ser disputado a cada quatro anos

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A força-tarefa criada pela Fifa para analisar mudanças em suas competições realizou neste domingo (9) a sua primeira reunião, em Paris. O grupo de estudos vai avaliar a possibilidade de mudanças no formato do Mundial de Clubes e a criação de uma Liga das Nações, a exemplo da criada pela Uefa recentemente, mas com alcance global.

De acordo com a entidade máxima do futebol mundial, a força-tarefa conta com integrantes das seis confederações internacionais e que só vai analisar os aspectos técnicos e esportivos de novas competições de clubes e seleções para os próximos anos. Ou seja, não caberá ao grupo avaliar o esperado investimento de US$ 25 bilhões por parte de um grupo de empresários nas novas competições.

A força-tarefa terá por missão neste domingo propor ao menos uma versão de cada torneio para serem avaliados em novo encontro, no dia 15 de março, do Conselho de Regras da Fifa, em Miami. Ao mesmo tempo, a entidade vai continuar sondando clubes, ligas e sindicatos de jogadores sobre as propostas.

Há possibilidade de o Mundial de Clubes ser ampliado para contar com mais clubes de cada uma das confederações. O torneio poderia ser disputado a cada quatro anos, no lugar da Copa das Confederações. Já a Liga das Nações poderia substituir a competição homônima da Uefa, com participação de seleções de todos os continentes. O torneio substituiria os amistosos das datas Fifa.

Estas propostas poderiam ser bancadas por um investimento maciço, anunciado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, neste ano. O valor seria de US$ 25 bilhões, bancados por um consórcio internacional, liderado pelo grupo japonês SoftBank, ao longo de 12 anos. O grupo seria integrado ainda por investidores da China, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos.

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