Projeto Segundou retorna falando de arte

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27.09.2021, 06:00:00
Joca Guanaes vai entrevistar Tarsilinha do Amaral (Fotos de Divulgação)

Projeto Segundou retorna falando de arte

Programa semanal no Instagram do CORREIO será temático; primeira convidada é a museóloga Tarsilinha do Amaral


Anote na agenda porque ela está de volta: o projeto Segundou, comandado pelo publicitário Joca Guanaes no Instagram do CORREIO, retorna no próximo dia 4 de outubro. O bate-papo  tirou um mês de férias após um ano de atividades, iniciadas com o intuito de trazer histórias positivas, de superação, solidariedade e inspiração durante a pandemia do coronavírus. 

Nesta segunda temporada, a Segundou passa a ser temática. Mensalmente, o programa terá um guia. O próximo mês, por exemplo, será o Outubro das Artes. A ideia foi experimentada antes do programa parar, em setembro, com o Agosto da Filantropia.

 Devidamente descansado e em Salvador, Joca Guanaes aproveitou para passar no Terreiro do Gantois e recarregar ainda mais as energias antes do retorno. O publicitário se diz animado para a segunda temporada e promete uma série de atualizações para manter o programa, que vai ao ar todas as segundas, sempre interessante e cumprindo o propósito de inspirar as pessoas.

“A gente abre o Outubro das artes com a Tarsilinha do Amaral, sobrinha-neta da Tarsila. Neste ano o movimento modernista faz 100 anos e Tarsilinha vai contar a história da tia e como construir uma marca nacional e globalmente, além de como perpetuar essa marca”, adianta Joca.

Novos horizontes

Além de Tarsilinha, o mês de outubro terá a curadora e professora de produção em Artes Visuais, Denise Mattar. Denise foi diretora do Museu da Casa Brasileira e do Museu de Arte Moderna de São Paulo, nos anos 1980, e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, entre 1990 e 1997. Desde então, se dedicou a trabalhar fazendo curadorias independentes no Brasil e exterior.

Doutora em Estética e História da Arte pela USP e especialista em arte produzida no Brasil no século XX, a professora Regina Teixeira de Barros será outra entrevistada no programa. Ela também tem uma forte ligação com a obra de Tarsila do Amaral, com destaque para sua atuação como curadora da Pinacoteca do Estado de São Paulo entre 2003 e 2015, onde realizou diversas exposições, entre as quais Tarsila Viajante (Pinacoteca e Malba, Buenos Aires, 2008), Willys de Castro (2012) e Arte no Brasil: uma História do Modernismo (2013).

“Estamos cheios de ideias novas, vamos voltar com muitas novidades, muitas coisas diferentes. As temáticas são a novidade mais forte, que vai guiar cada mês. O Agosto da Filantropia foi um teste bacana”, afirma Joca. Para fechar o Outubro das Artes, a entrevista será com o diretor institucional da Pinacoteca de São Paulo, Paulo Vicelli. Segundo Joca, o mês de novembro também já tem temática definida, que será o marketing. O motivo é a intensificação da reabertura do mundo e a ideia é falar sobre viagens, turismo e eventos.

Gerente comercial do CORREIO, Luciana Gomes elogiou muito a primeira temporada e disse que o programa foi importante para trazer um novo público para o CORREIO, ampliando os horizontes do veículo.

“Joca mora em São Paulo há muitos anos, mas nunca deixou a Bahia. O conhecimento dele nesse universo da publicidade e o fato dele ser um amigo da Bahia e do mundo nos ajudou a trazer pessoas de diferentes estilos, modalidades e culturas para o Segundou e isso foi uma das coisas mais importantes”, disse Luciana. A expectativa é que a segunda temporada continue trazendo novas pessoas e inspirando o público que acompanha o jornal. 

Filantropia

O Agosto da Filantropia foi realizado em parceria com o Movimento Bem Maior. A diretora da organização, Carola Matarazzo, conduziu as entrevistas com Joca. A série foi aberta com Rodrigo Pipponzi, sócio da Editora Mol, que produz revistas e livros com venda revertida para ONGs.

Nas semanas seguintes, os convidados foram: Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza; Edu Lyra, da Gerando Falcões; Preto Zezé, da Cufa (Central Única das Favelas); Eugênio Mattar, cofundador do Bem Maior, e Priscila Cruz, da Todos pela Educação. Os convidados foram unânimes ao reconhecer que qualquer cidadão pode atuar como filantropo, mesmo que não tenha dinheiro, já que é possível doar, por exemplo, trabalho ou tempo.

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