Sabatina: Claudio Silva fala de regulamentar Uber e plantar coqueiral no Aeroclube

Eleições
26.09.2016, 15:19:00
Atualizado: 28.09.2016, 16:41:54

Sabatina: Claudio Silva fala de regulamentar Uber e plantar coqueiral no Aeroclube

Para candidato, Uber deveria pagar mesmas taxas dos taxistas

O candidato Claudio Silva (PP) foi o segundo entrevistado da sabatina realizada pelo CORREIO e iBahia nesta segunda-feira (26). Na sabatina, conduzida pelos jornalistas Jairo Costa Junior e Donaldson Gomes, o ex-superintendente da Sucom falou de suas propostas caso seja eleito prefeito de Salvador no próximo domingo (2).

Claudio Silva participou de sabatina (Foto: Marina Silva/CORREIO)

Silva falou sobre a regulamentação do Uber, afirmando ser a favor, mas desde que estes motoristas arquem com os mesmos custos dos taxistas. "A 'uberização' vai crescer, não só em questão de transporte", acredita, em referência à maneira de fazer negócio diretamente entre produtor e cliente. 

Ele também foi questionado sobre sua proposta para o que fazer no Aeroclube e propôs a criação de um espaço verde no local, com plantação de coqueiros e construção de ciclovia, funcionando como uma extensão do Jardim de Alah. "Mais um espaço de contemplação e lazer, que está faltando na nossa orla".

Outra proposta que o candidato caracterizou como prioritária foi a de investir pelo menos 1% do orçamento da prefeitura na geração de novos empregos.

VEJA COMO FOI A SABATINA:

LEIA OS PRINCIPAIS PONTOS

EMPREGO
"Salvador passa hoje por um problema muito sério. Somos a capital do desemprego. A nossa RMS tem índice de 18% de desempregados. Na nossa capital, isso significa cerca de 400 mil pessoas que não têm atividade econômica formal para desenvolver. Isso é muito ruim (...) Nossa primeira ação será firmar o pacto Todos contra a Crise, um pacto entre estado município, cidadãos, empresários, para gerar 50 mil empregos (...) Precisamos retomar nossa construção civil local, que foi aniquilada nos últimos 4 anos. Tínhamos no final de 2012 cerca de 14 mil postos de trabalho só na construção civil. Hoje não devemos ter nem mil. O mais contundente é a relação que nós vamos ter com os empresários. Empresário é o parceiro capaz de reverter esse problema, sobretudo na área do comércio e do serviço. Se reduzirmos o IPTU, reduzirmos TLL e TFF, o empresário volta a crescer. Crescendo, ele gera emprego. Salvador perdeu cerca de 80 mil postos de trabalho. Vamos retomar nesse primeiro momento 50 mil. 

1% PARA GERAÇÃO DE EMPREGO
"Em primeiro lugar é bom lembar que a prefeitura tem orçamento de 6,6 bilhões. É sinal que existe um superávit orçamentário que nos permite apostar 1% apenas para geração de emprego. É bom lembrar que 1% é o que a prefeitura investe em publicidade. Se você optar por não fazer a publicidade, só aí você já tem R$ 600 milhões para investir nas pessoas, na saúde... Mas é importante a publicidade, mas é importante entender que existem prioridades. Sabemos que quando você destina esse 1% desse orçamento e incrementa a atividade econômica, outros valores surgem. Temos uma máquina pública muito cara, espalhada. A prefeitura já deveria ter construído seu centro administrativo. Isso diminuiria muito os custos de deslocamento, aluguéis. É fundamental que agente encontre o ponto de equilíbrio".

DÉFICIT HABITACIONAL
"Em primeiro lugar nós temos que aderir, de uma vez por todas, ao programa Minha Casa, Minha Vida. Foram duas oportunidades que Salvador teve e não vimos ação contundente nessa direção, talvez por uma certa distância do governo federal, ou questão política, não podemos afirmar. (...) É preciso que o município entenda que esse programa dá dignidade às pessoas, que permite que elas mudem de vida não somente por conta da moradia, porque aí também virão outras coisas como saneamento básico, educação. Primeiro, identificar áreas na cidade que podem receber esses empreendimentos. Segundo, fomentar a vontade do empresariado, da construção civil, de empreender esse tipo de empreendimento Minha Casa, Minha Vida. Terceiro, ter uma parceria com o governo federal para atrair esses recursos (...) Salvador tem 709 km². Qualquer construção estaria dentro dos limites da cidade. Agora foram entregues mais 1000 casas também na região da Cassange. Existem, sim, áreas. O que precisamos é criar infraestrutura para quando as famílias forem para lá".

TURISMO DE EVENTOS
"É necessário que prefeitura e governo adotem uma nova postura. É o que estamos pregando. Pensamos diferente, enxergamos um caminho diferente. Falar de Centro de Convenção é como falar de posto de saúde e escola. Quando a mãe vai matricular o filho, ela quer escola de qualidade. Ela não quer saber se é de Neto ou de Rui, ela quer uma escola. O Centro de Convenções precisa ser do mesmo jeito. O município devia estar muito triste com esse desabamento do Centro de Convenções (...) O turismo de negócios, ele é atraído pelas características, aquele outro turismo, que a cidade pode oferecer. É preciso que o município se aproxime do Governo. Como é no Carnaval. O Centro de Convenções precisa ser uma conjunção de esforços (...) O dinheiro não pertence ao estado nem ao município, pertence ao cidadão. A gente ouve o governador reclamar que não está tendo oportunidade dos alvarás das passarelas do metrô. Se fala em implementar um BRT da Lapa ao Iguatemi, quando o metrô vai da Lapa ao Iguatemi. É preciso criar convergências. Temos já um caminho, que é a Entidade Metropolitana, e o município precisa se juntar a isso".

TRABALHO INFORMAL
"Hoje, o mercado informal, seja o ambulante, seja o camelô, é um mercado que garante o sustento de muitas famílias. A saída é o ordenamento, a saída é o controle, é você identificar em que áreas o cidadão pode comercializar, que tipo de produto pode comercializar, e licenciá-lo. Mas licenciar sem cobrar. Não podemos evitar que essas pessoas vão nas ruas comercializar, porque elas vão. O fundamental é identificar a área que nós temos, padronizarmos o equipamento de comércio, seja uma barraquinha, containers , barracas, uma padronização. Para que aquele cidadão consiga chegar ali e trabalhar. Por outro lado, o ambulante precisa estar identificado. Ele também estará comercializando em uma área definida. São pessoas que muitas vezes são confundidas com marginais. Que têm temor da chegada do 'rapa'. Não pode ser dessa maneira. Temos que tratar o cidadão da forma mais correta da possível, e essa correção está em licenciá-lo".

Candidato apresentou suas propostas (Foto: Marina Silva/CORREIO)

SANEAMENTO BÁSICO
"Saneamento básico está ligado fundamentalmente com à saúde. Você vê cidade sem saneamento, você vê crianças e adultos adoecendo. O saneamento tem que ser prioridade. Vimos um projeto do governo do estado que vendeu ideia de que toda ideia seria atingida, que foi o Bahia Azul, que só chegou aos bairros nobres. Isso não pode acontecer. Algumas regiões da cidade estão esquecidas. Ainda encontramos esgotos a céu aberto. Isso é lamentável. Isso é absurdo. (...) Estamos vendo a prefeitura agora gastando novamente com paveamento asfáltico, fazendo tapa-buraco. É preciso que contratemos obras de qualidade, para que sobrem recursos para esse tipo de investimento. Estaremos investindo na saúde, na consciência ambiental. Porque esgoto a céu aberto, o cidadão se sente à vontade para jogar qualquer coisa ali. (...) As pessoas não se sentem bem cuidadas, se sentem abandonadas. É preciso um projeto de macro e microdrenagem. O município tem a concessão da Embasa, de quem pode cobrar isso aí".

"Chamar a Embasa e dizer que ela tem uma concessão e que em contrapartida deverá fazer investimentos nessas áreas. Talvez não precisemos investir nenhum centavo do orçamento porque podemos colocar agora, na licitação do lixo. O município tem de onde tirar o dinheiro, o que precisa é dar prioridade".

MOBILIDADE URBANA
"Salvador precisa ter uma política multimodal de transporte. (...) É incrível, mas em Salvador ainda tem quem ande de cavalo. É preciso sim ter sistema multimodal. O metrô é a linha tronco principal. Eu acredito que a RMS em breve estará dentro da nossa cidade. É importante que tenhamos adesão imediata de Salvador à Entidade Metropolitana, coisa que ainda não aconteceu (...) Por outro lado, esses modais, a gente não pode esquecer que eles precisam estar integrados. É preciso que a bicicleta chegue, por exemplo, até os trens do Subúrbio. Com um bicicletário. Deixando essa bicicleta de volta, ele pega o trem dele. Chegando no bicicletário, ele pega a bicicleta dele e volta para casa. (...) A ciclovia da Avenida Suburbana não tem o mínimo previsto no código. É preciso investimento significativo nessas ciclovias e obedecendo o Código de Trânsito. Não só ciclovia. Estamos propondo que no Centro Histórico a gente tenha transporte que pode ser os carrinhos elétricos. A saída para Salvador é o sistema multimodal e nós vamos implementá-lo em sua plenitude".

SAÚDE E AUDITORIA DE CONVÊNIOS
"Sim, claro (é possível auditar convênios). Nós estamos falando de uma era de tecnologia intensa. O que falta hoje é o que o controle do SUS, na sua gestão plena, seja conhecido claramente pelo povo. Através de um sistema de transparência você vai resolver esse problema. O problema é que tanto o sistema de convênios municipais, os números são escondidos, não são transparentes, não estão disponíveis na internet. (...) Através de uma tabela simples, vamos saber exatamente quanto custou. E aí a ingerência política vai acabar. Se a ingerência for aquela de indicados políticos, é mais fácil ainda. A saída é concurso público. Não podemos ficar vivendo eternamente de terceirização. Isso sim permite a ingerência política. É preciso que os quadros técnicos dessas áreas sejam profissionais concursados". 

"Você consegue auditar qualquer coisa. Estamos vendo o Brasil sendo auditado através da Lava Jato. A falta de publicização é que permite que essas falhas continuem. No momento que isso vier à tona em ferramentas de grande alcance, a coisa vai mudar bastante. O cidadão vai saber. O povo vai saber. A lei de transparência já impõe esse tipo de ação. O que falta é que ela seja cumprida". 

EDUCAÇÃO
"O município por obrigação tem que aportar 25% daquilo que arrecada. Dos R$ 6,6 bilhões, é obrigado a colocar muito mais do que esses 300 mil. A gente tá falando de 1,6 bilhões. Esses valores não podem ser aplicados somente na manutenção da rede escolar. Precisa ser aplicado na qualidade da educação. No momento que tivermos educação de qualidade na rede pública, não tenho a menor dúvida, esse fenômeno da área da saúde, onde muitas pessoas de classe média são atendidas na UPA, vai acontecer na educação. Sou exemplo disso. Estudei na rede pública".

SEGURANÇA
"É preciso dizer o seguinte: temos que quebrar essa lógica de que segurança é dever do estado e portanto o município se isenta disso. São soluções triviais, mais importantes. Precisamos ter iluminação pública na cidade. É preciso que a gente entenda que o caminho é a educação. Precisamos educar nosso povo, dar esperança ao nosso povo. A própria educação em tempo integral vai tirar o jovem das ruas. O mais importante é que a gente tome ações integradas, mas tem uma que é a mais fundamental: gerar empregos para pessoas. A maioria das pessoas que estão cometendo ato de violência nesse momento estão aí entre os desempregados. A partir do 1º de janeiro, vamos gerar 50 mil empregos, pode ter certeza, vai diminuir o grau de violência".

"Ação contundente de educação, não só educação formal, mas se abrirmos escolas nos finais de semana, e até à noite, para recepcionarmos essas pessoas para educação profissional... O pedreiro pode estar na rede municipal aprendendo uma nova técnica... (...) Cadastro para convocar na hora da pequena manutenção, não é preciso fazer uma mega licitação e contratar uma grande empresa. Se as escolas tiverem economia de fazer pequenas contratações, vai ter rebatimento também na questão da violência. Educação, emprego e ações que ela (que fez a pergunta) julgou triviais, de iluminação pública". 

VIOLÊNCIA NA PERIFERIA
"Nós vamos em primeiro lugar gerar emprego. No momento que você gera emprego, você permite que o cidadão do comércio informal comercialize. Sabemos que Salvador se divide muito claramente, não em Cidade Alta e Baixa, mas precisamos entender que Salvador se dividiu entre bairros nobres e esquecidos. Precisamos ter ordenamento para esses bairros. Precisamos forçar que alguma atividade econômica sejam desenvolvidas nesse bairro com algum incentivo fiscal. Como a Valéria, que tem muitas atividades ali. Se levarmos a capacitação para esses bairros, as oportunidades, a violência vai diminuir também. Sabemos que temos atividades que estão à margem da lei. Precisamos fazer um raio-x para saber que tipo de intervenção vamos fazer. Braços dados com o programa do governo, Pacto Pela Vida. Para desenvolver a conscientização. vamos melhorar e muito a questão de segurança pública".

ENCOSTAS
"O problema das encostas é um problema muito grande e antigo. A gente pode analisar e ver que não é de agora. Acidentes com encostas acontecem com frequência há mais de 50 anos. É preciso um plano contundente para resolver isso, de uma forma mais direta. Precisamos apresentar ao governo federal o risco real das nossas encostas. Mas é preciso em primeiro lugar conscientizar as pessoas que vivem em áreas de risco. Algumas pessoas você tira e elas voltam. (...) Fazer intervenção na encosta sem a conscientização de quem mora ali não vai adiantar nada. Ação conjunta de obra e conscientização".

REINGRESSO NO MERCADO
"A gente retomar funcionamento das casas do trabalhador que estão fechadas. Temos muito casos de casa do trabalhador que não tem previsão de cursos para que o trabalhador possa se qualificar. Toda obra pública que ocorrer, vamos criar os círculos de desenvolvimento regional. Vamos exigir que as empresas contratem mão de obra local. E se necessário for que qualifiquem aquela mão de obra. Vamos abrir as escolas municipais com cursos e seminários de técnica e profissionalizante. O cidadão vai se sentir mais à vontade. Muitas vezes o profissional aprende fazendo (...)Vamos fazer parceria com as empresas, com fabricantes, e dar esses cursos nas comunidades. Se o cidadão entender que essa qualificação vai atrair mais clientes, ele vai vir correndo. O dinheiro será repassado para que o diretor faça contratação. Mas de qualquer pessoa? Não. Daqueles que vão estar no nosso cadastro". 

UBER
"O Uber é pensar diferente. Não podemos ir de encontro a uma coisa que é mundial. Eu sou filho de motorista de táxi. É preciso equiparar as taxas que são pagas por esses motoristas com o que o Uber vai pagar. Porque aí você vai ter igualdade de condições. Não adianta o motorista de táxi pagar alvará e o Uber ser um carro que o cidadão tem em casa. O Uber existe há muito tempo. Lembro que havia os carros de aluguel do lado de fora dos supermercados, o indivíduo que não era táxi, mas levava as compras mediante pagamento de uma taxa".

"Fazer os táxis terem o mesmo conforto do Uber, mas no respeito das taxas é equiparar. Isso vai crescer muito. A uberização vai crescer em nossa sociedade, além do transporte. Vamos regulamentar sim, mas exigindo que o Uber tenha as mesmas despesas que o taxista". 

AEROCLUBE
"Nós vimos o projeto da atual administração de entregar um novo shopping center em apenas 24 meses, já vão 36, e nada. A área do Aeroclube precisa ser tratada imediatamente. Temos que plantar um lindo coqueiral ali. Nossa orla não tem mais plantas, não tem mais aquele charme da Bahia, da água de côco. Vai duplicar a capacidade do Jardim de Alah, quando você chega ali e vê muito verde, coqueiral. Isso tem em outros lugares. Vamos reflorestar aquilo dali. Já existe um esforço sendo feito ao lado do Aeroclube, que é o Parque dos Ventos. Vamos aumentar aquilo, para que as pessoas possam curtir. As pessoas estão cansadas de ficar em shopping center, em praças gradeadas. Aquela área é muito nobre para ficar com tapume por mais de 5 anos. É preciso que ela seja devolvida à população. Reflorestar, fazer sitema de ciclovia, colocar baiana de acarajé, o cara que vende água de coco. Mais um espaço de contemplação e lazer, que está faltando na nossa orla".

SAÚDE DA FAMÍLIA
"Salvador tem também essa chaga de ser uma das piores cidades na aplicação daquilo que foi Saúde da Família e hoje se chama Estratégia da Saúde da Família. O programa prevê uma equipe com médico especialista da família, enfermeira e auxiliar de enfermagem para cada 3, 4 mil pessoas. Isso não está acontecendo. Nossa cobertura é de menos de 30%. Precisamos dobrar. Fazer com que prevenção seja o caminho que antecede a ida ao posto. Se tivermos medicina preventiva, a procura dos postos vai diminuir. Vamos aumentar o número de equipes e certamente teremos a comunidade melhor assistida. (..) Temos também que melhorar nossos postos físicos de saúde. Precisamos remunerar adequadamente os nossos profissionais de saúde. Mau remunerado, certamente, ele não vai se esforçar. Esse é o caminho para melhorar a saúde da família na cidade". 

TRANSPORTE
"Tem melhorado muito. Tanto investimentos do governo no metrô e do município na rede integra, melhorou, mas tem que ser melhor. Precisamos resolver o problema do Subúrbio. Resolver a travessia Plataforma-Ribeira. Em relação aos ônibus, eles precisam atender o pressuposto obrigatório da acessibilidade. Muitos ônibus passam e os cadeirantes não conseguem aceder porque não tem o elevador. Precisamos exigir que nossa frota se renove, que tenha um tempo máximo. A gente sabe que dois anos, rodando sem parar, esse veículo se desgasta. Precisa de limpeza, de câmeras para dar segurança às pessoas. É importante que os profissionais tenham entendimento do contato com as pessoas de forma humanizada. O motorista e o cobrador são as peças de controle daquele equipamento. Precisam ser treinados para orientar pessoas, parar no ponto adequadamente, não sair da faixa". 

RELIGIÕES DE MATRIZES AFRICANAS
"Salvador é a África fora da África. É preciso que a gente valorize muito a nossa cultura, não só africana. Tive oportunidade de ser superintendente da Sucom. Naquela oportunidade, chamamos todos templos, de qualquer natureza, e emitimos termos de viabilidade de localização e alvará de funcionamento, porque não cabe qualquer tipo de perseguição às pessoas que querem praticar seus cultos. Precisamos conscientizar as pessoas de que essas religiões fazem parte da formação do nosso povo. Todo e qualquer templo que existe em Salvador será autorizado formalmente, terá alvará de funcionamento, gratuito, como deve ser. São entidades que desenvolvem atividades de interesse público. Precisamos perder vergonha de dizer que nossa cidade é a mais negra do mundo fora da África. Precisamos valorizar essa raiz. Isso vira da educação também, do ensino, da educação formal. Dessa maneira, vamos valorizar não só as religiões, mas também as demais religiões do âmbito municipal".


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