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Técnico da seleção brasileira de judô critica arbitragem após perda de bronze: 'Uma vergonha'

Brasileiro perdeu após levar terceira punição, em decisão controversa

  • Foto do(a) author(a) Estadão
  • Estadão

Publicado em 31 de julho de 2024 às 14:45

Rafael Macedo perdeu bronze
Rafael Macedo perdeu bronze Crédito: Luiza Moraes/COB

O técnico da seleção brasileira de judô criticou a arbitragem após a decisão que custou a medalha de bronze de Rafael Macedo, que perdeu para o francês Maxime-Gael Ngayap Hambou, em Paris. "É uma vergonha. Até agora não entendi. Alguém entendeu aí?", disse Antônio Carlos “Kiko” Pereira para a TV Globo. 

O brasileiro foi punido porque teria tentado colocar as pernas no pescoço do francês. Os dois estavam pendurados com duas penalidades e a terceira punição acabou levando à derrota de Rafael. 

"Difícil dizer isso (decisão tendenciosa). Se está na regra, isso de lançar a cabeça, tudo. Mas não é uma punição comum. Não vê isso. Ainda numa final, disputa de medalha. Ele estava melhor. O lance que definiu, ele ficou nas costas dele. Rafael é mais tranquilo que eu, melhor para falar", acrescentou. 

Marcelo Theotonio, chefe de equipe do judô brasileiro, contou que conversou com a comissão de arbitragem. "Realmente ficou confuso, não entendemos a punição. Inicialmente entendemos que ele tinha dado punição por pegar dentro do quimono. Não foi isso, não ficou claro. Quando fomos até a mesa, conversar com os responsáveis pela arbitragem, essa posição, quando você pressiona só a cabeça, é realmente considerado matê e shido. Seria esse último ponto que o Rafael sofreu", explicou. 

Ele disse que a mudança é recente. "O duro é que tem um guia que mostra uma situação um pouco diferente. Mas ali eles abriram um outro guia, com uma regra mais atualizada, e mostra que é shido. É uma pena, lamentável. Era evidente que o Rafael estava superior na luta. É bastante discutível, mas ele vai manter o foco na disputa por equipes", acrescentou.

Rafael Macedo chorou muito após a punição, mas foi comedido em sua entrevista. "Eu agradeço primeiramente a Deus por estar aqui. Segunda vez que venho a uma Olimpíada. É um sonho estar aqui. Foi um dia muito bem, poderia ter terminado com uma medalha, mas infelizmente acabou não acontecendo. Faz parte. A decisão dos árbitros foi essa e acredito que vai ser a correta", disse, de acordo com o GloboEsporte. 

O atleta afirmou que não sabia direito o que tinha acontecido, mas confiava na decisão da arbitragem. "Não entendi a punição, mas acredito que os árbitros têm muitas câmeras, vão avaliar da melhor forma. Então, respeito a decisão deles. Saio tranquilo que fiz o meu melhor tentei e faz parte. Acredito que nas duas, principalmente na última, acredito que foi ponto (dele), mas eles têm muitas câmeras. Podem ver detalhes que eu não vi no momento e a vitória foi dada para ele. Não sei (o que aconteceu), não tenho noção nenhuma, tecnológica. Acredito que tudo é ponto de vista. A pessoa pode ter pressão da torcida para mim, mas pode ter para ele, de estar em casa. Não vi dessa forma, vi mais uma luta, como qualquer outra", finalizou.