Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Movimentos sociais continuam ocupação por termo indeterminado na Seagri

Os manifestantes esperam que pautas antigas como a reforma agrária e a reforma de casas dos assentamentos sejam tratadas como prioridade pelo Governo do Estado

  • D
  • Da Redação

Publicado em 12 de maio de 2011 às 21:11

 - Atualizado há 3 anos

Redação CORREIO

Continuam acampadas por tempo indeterminado na Secretaria de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária da Bahia (Seagri), os integrantes da Pastoral Rural, do Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTB) e do Movimento dos Trabalhadores Assentados, Acampados e Quilombolas (CETA).

Na tarde desta quinta-feira (12), os manifestantes iniciaram o ciclo de negociações com o governo. A primeira reunião começou por volta das 15 horas e só foi finalizada por volta das 20h45, por conta da longa discurssão.Segundo informações de Marivânia de Jesus, coordenadora do CETA, “o movimento permanece acampado até o fim das negociações com todos os secretários envolvidos”. A coordenadora informou ainda que na próxima segunda-feira (16) uma comissão vai a Brasília para duas reuniões. A primeira marcada para 11 horas da manhã será com o Ministro do Desenvolvimento Agrário. E a segunda será às 16 horas, com o presidente do INCRA.Os manifestantes esperam que pautas antigas como a reforma agrária e a reforma de casas dos assentamentos sejam tratadas como prioridade pelo Governo do Estado. “Primeiro nós estamos reivindicando a volta da reforma agrária à agenda do Governo. Depois, reivindicamos políticas de infra-estrutura dos assentamentos. Praticamente não existe política pública para os povos do campo”, diz Marivânia. Os trabalhadores ocupam a área externa e os corredores da Seagri.

Abril vermelhoEm abril, a sede da Seagri já havia sido ocupada por cerca de 3 mil integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST). A ocupação marcou o Abril Vermelho, campanha anual que lembra o dia do massacre de Eldorado dos Carajás, quando 19 integrantes do MST foram mortos por policiais militares em uma fazenda da cidade paraense em 1996.