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Esther Morais
Publicado em 2 de julho de 2026 às 09:48
Acompanhando o desfile com os olhos atentos, no colo da avó, Natasha, de apenas 1 ano, observa cada detalhe da passagem das fanfarras, dos grupos culturais e dos carros do Caboclo e da Cabocla na manhã desta quinta-feira (2), em Salvador. Mesmo sem compreender o significado da celebração, a menina vive pela primeira vez o tradicional cortejo do 2 de Julho, cercada pela história que a família faz questão de preservar.>
A responsável por essa estreia é a avó, Claudia Martins, de 60 anos. Para ela, trazer a neta ao desfile é uma forma de manter viva a memória da Independência da Bahia e fortalecer o sentimento de pertencimento desde a infância. >
Público aproveitou o 2 de Julho em Salvador
"Quero que ela saiba de onde veio. É importante preservar as tradições, conhecer nossa história e sentir orgulho dos caboclos, dos indígenas e de quem estava nesta terra antes da gente chegar", afirma. >
Segundo Claudia, o 2 de Julho também é um momento para lembrar o protagonismo baiano na consolidação da Independência do Brasil. "A Bahia foi decisiva para a Independência. Acho essa data fundamental porque, muitas vezes, o Nordeste é discriminado, mas daqui saíram mulheres e homens muito fortes que ajudaram a construir a história do país", diz.>