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Perla Ribeiro
Publicado em 2 de setembro de 2026 às 06:00
Ela é conhecida por uma característica nada agradável: ao encostar na pele, provoca ardência e irritação. Mas, quando passa pelo processamento adequado, a urtiga (Urtica dioica) pode ser usada de outras formas — em chás, cápsulas e até preparações culinárias — e reúne uma série de compostos que despertam o interesse pelo potencial medicinal da planta. >
Rica em substâncias bioativas, a urtiga se destaca principalmente pelas propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. Segundo Natália Ipaves, coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera Taboão da Serra, a planta também fornece vitaminas e minerais importantes. “Contém vitaminas A, C, K e B1, minerais como ferro, cálcio, magnésio e potássio, além de flavonoides e ácidos fenólicos com ação antioxidante. Esses compostos ajudam a reduzir inflamações e proteger as células do organismo”, explica.>
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Mas o que exatamente a planta pode fazer pelo organismo? >
Confira os principais benefícios associados ao seu consumo:>
A urtiga é um exemplo de como uma planta associada inicialmente a uma reação desagradável pode ter outras aplicações quando utilizada corretamente. “É fascinante perceber como uma planta que causa irritação ao toque pode oferecer tantos benefícios quando utilizada corretamente. O uso de fitoterápicos como a urtiga deve sempre ser acompanhado por um profissional da área da saúde, garantindo segurança e eficácia”, finaliza Natália.>