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Menino de 2 anos compra sofá de quase R$ 2 mil, parcela em 10 vezes e família só descobre na entrega

Compra ainda foi parcelada em 10x

  • Foto do(a) author(a) Elaine Sanoli
  • Elaine Sanoli

Publicado em 8 de junho de 2026 às 19:43

Matias, de dois anos, comprou um sofá pelo celular da mãe
Matias, de dois anos, comprou um sofá pelo celular da mãe Crédito: Reprodução/ Redes sociais

Uma publicitária compartilhou em suas redes sociais uma situação um tanto quanto inusitada. Após receber em casa um sofá que não havia comprado, ela descobriu que a aquisição tinha sido feita por seu filho de apenas dois anos.

O caso aconteceu em Vila Velha, no Espírito Santo, no bairro de Santa Mônica. O cartão de crédito da família estava cadastrado na plataforma de compras e foi utilizado pelo menino em poucos cliques. Além de concluir a compra, ele ainda parcelou o produto, que custou R$ 1.957,89, em 10 vezes.

Matias, de dois anos, comprou um sofá pelo celular da mãe por Reprodução/ Redes sociais

Giselle Madeira contou que, embora o menino não tenha o costume de usar o celular, havia entregado o aparelho ao pequeno Matias para que ele tirasse uma foto da família durante um almoço de domingo, no dia 31. O sofá chegou na terça-feira (2). "Ele não fica com o telefone na mão, ele não assiste conteúdo no celular. Ele vê telas, mas pela televisão", relatou.

Após tirar a foto, Matias devolveu o aparelho aos pais. Dois dias depois, Giselle recebeu uma ligação de um entregador informando que ninguém atendia no endereço para onde o produto havia sido enviado, que era a casa de sua mãe, em Santa Mônica. Após o seu contato com os familiares, a irmã de Giselle recebeu a entrega.

"Que sofá é esse?", questionou a irmã ao perceber que o produto estava registrado em nome dela. Sem entender a origem da compra, a publicitária perguntou ao companheiro se ele havia adquirido o móvel, mas ele também desconhecia a transação.

"Na hora, eu olhei no aplicativo do celular e vi que, às 12h57 daquele domingo, tinha sido feita a compra de um sofá. Aí fiquei louca", contou.

Ao investigar o caso, ela percebeu que a compra foi realizada justamente no período em que o celular estava com o filho, ao comparar o horário da transação com as fotos tiradas pelo menino. Segundo Giselle, a devolução só seria possível se o produto tivesse sido recusado no momento da entrega.