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Republicano Paul Ryan é reeleito presidente da Câmara de Representantes nos EUA

Ryan foi reeleito por 239 votos contra 189 da sua concorrente, a democrata Nancy Pelosi

  • Foto do(a) author(a) Agência Brasil
  • Agência Brasil

Publicado em 4 de janeiro de 2017 às 02:29

 - Atualizado há 3 anos

O líder republicano Paul Ryan foi reeleito como presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos nesta terça-feira (3), o que faz dele um ator importante no Congresso americano, às vésperas da posse de seu colega de partido, Donald Trump. As informações são da Rádio França Internacional.(Foto: AFP)Ryan foi reeleito por 239 votos contra 189 da sua concorrente, a democrata Nancy Pelosi. Cinco representantes votaram em outros nomes. O republicano, de 46 anos, se disse "honrado de ser eleito presidente da Câmara". Ele construiu boa parte de sua carreira no Congresso e foi vice na chapa de Mitt Romney na disputa pela Casa Branca em 2012, quando Barack Obama se reelegeu.Em outubro de 2015, Ryan se tornou "porta-voz" de uma rebelião da ala ultraconservadora do partido. Junto com o líder da maioria republicana do Senado, Mitch McConnell, Ryan terá a responsabilidade de aplicar o enorme programa legislativo dos conservadores, até agora em choque com a agenda de Obama.Altos e baixosAs relações de Ryan com Donald Trump tiveram altos e baixos. Na campanha eleitoral, distanciou-se do candidato pela linguagem usada por ele, assim como por suas propostas, chamando muitas delas de "racistas". O cenário mudou após a vitória do magnata, quando Ryan e Trump deixaram suas diferenças de lado, prometendo ampla colaboração.Trump e os republicanos parecem convergir em um extenso roteiro que inclui, em particular, a revogação da reforma de Saúde preconizada pelo presidente - o chamado "Obamacare" -, a construção de um muro (ou cerca) na fronteira com o México e a redução e simplificação dos impostos.Os republicanos contam com uma maioria importante na Câmara (241 cadeiras contra 194 dos democratas) e no Senado (52 republicanos contra 48 democratas), o que será essencial para que Trump consiga avançar nos vários pontos da conservadora agenda de seu partido.