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Da Redação
Publicado em 14 de junho de 2016 às 22:00
- Atualizado há 3 anos
O presidente da Rede Bahia, Antônio Carlos Júnior, assinou uma parceria com o Núcleo de Atendimento à Criança com Paralisia Cerebral (NACPC) na tarde desta terça-feira (14). O objetivo é fortalecer o trabalho da instituição que atende 500 pessoas com deficiência física, intelectual e múltipla, todos os meses. >
Os pacientes recebem atendimento com fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo, além de aulas de informática e educação física, entre outras ações. O presidente destacou o caráter social da Rede Bahia. >
"É nosso dever estar atento a todas as questões econômicas, culturais e sociais do estado da Bahia, essa é a nossa missão. Então, quando temos a oportunidade de ajudar um projeto tão meritório como esse é uma grande satisfação. É um projeto importante e de grande alcance", afirmou Antônio Carlos Júnior.O diretor da Rede Bahia, João Gomes (camisa azul), também participou da assinatura do acordo(Foto: Arison Marinho/ CORREIO)O Núcleo foi criado há 15 anos e desenvolve trabalhos de reabilitação, saúde, educação e promoção social com crianças, adolescentes e adultos. Para o fundador do NACPC, Pedro Guimarães, o maior benefício é permitir que os pacientes consigam viver de maneira independente. >
"Atendemos o público carente, com deficiência física e intelectual, em todas as áreas de saúde e educação, mas o mais importante é fazer com que essas famílias não fiquem dependendo da instituição para viver, mas que a instituição dê suporte para elas terem uma vida independente", afirmou. Os 500 pacientes atendidos são de Salvador e outros 27 municípios. Os atendimentos acontecem toda semana e a quantidade de dias alterna de caso a caso. Segundo Daniela Caribé, uma das coordenadoras do Núcleo, através do trabalho de reabilitação cinco pacientes conseguiram ingressar no ensino superior. >
"Quando um paciente faz o cadastro ele passa por uma triagem, onde é feita uma avaliação interdisciplinar para identificar as necessidades dele e se a instituição pode atende-las. Caso ele não faça o perfil, temos o cuidado de encaminha-lo para uma instituição que atendam aquela demanda", afirmou.Como parte do processo de inclusão, cerca de 100 crianças da comunidade de Alto de Ondina participam todos os meses de atividades com os pacientes da instituição. Quem tiver interesse em ajudar o trabalho ou em buscar atendimento, pode entrar em contato através do telefone (71) 3611-2902.>