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Traficante que decapitou morador em Valéria já matou outras seis pessoas no bairro

Ao todo, a Polícia Civil investiga 17 execuções realizadas no bairro pela facção Katiara, da qual Rasta faz parte

  • Foto do(a) author(a) Bruno Wendel
  • Bruno Wendel

Publicado em 23 de fevereiro de 2016 às 16:11

 - Atualizado há 3 anos

A Polícia Civil investiga 17 homicídios cometidos entrem um ano pela facção Katiara no bairro de Valéria. Somente ao traficante Elisberto Pereira de Souza, o Rasta, são atribuídos sete cometidos desde de janeiro deste ano. Ele é um dos gerentes da Katiara, facção liderada por Adilson Souza Lima, o Roceirinho, e foi preso nesta segunda-feira com 70 quilos de maconha.  Elisberto Pereira Souza, o Rasta, e seu comparsa Elton da Silva Pereira, o Zeca(Foto: Marina Silva/CORREIO)“O nome de Rasta é citado em vários inquéritos policiais, mas alguns deles já temos convicção. Ele só age em grupo de 10, 12 e até 14 pessoas, usa armas de longo alcance, como fuzil, submetralhadora, mas já encontramos nas ações criminosas cápsulas de pistolas 9 milímetros e ponto 40”, declarou a delegada Patrícia Brito, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Entre as vítimas de Rasta, está o morador Pedro de Almeida Rodrigues, decapitado em 26 de janeiro, na localidade de Jardim Valéria. A cabeça foi deixada em cima de uma base de concreto. O motivo seria o fato de a vítima ter denunciado os bandidos à polícia. “Ele foi morto porque não aceitava o tráfico na área. Então, foi a forma que os traficantes encontraram para fazer imperar a lei do silêncio”, explicou a delegada Patrícia Brito. 

A facção é investigada na chacina no bairro, ocorrida em julho do ano passado. Na ocasião foram mortos o sargento da Polícia Militar Osvaldo Costa Filho, 49 anos, o filho dele, Railander da Silva Conceição, 24, além de outras duas pessoas.

Rasta tornou-se gerente após a morte de Rodrigo Ferreira dos Santos, o Mamano, a quem virou discípulo. Mamano morreu em dezembro de 2014 e na ocasião bandidos levaram o terror ao bairro de Valéria, queimando ônibus e disseminando toque de recolher.