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Conquista: ex-deputado federal é condenado por receber propina

O ex-deputado recebia propina de empresários para aprovação de emendas parlamentares orçamentárias direcionadas à aquisição de unidades móveis de saúde para diversos municípios do estado da Bahia

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  • Da Redação

Publicado em 29 de janeiro de 2014 às 20:42

 - Atualizado há 3 anos

O ex-deputado federal Weliton Brito David Carvalho foi condenado nesta quarta-feira (29), a pedido do Ministério Público Federal (MPF) em Vitória da Conquista, por apropriação de recursos públicos federais destinados à saúde. Ele fazia parte do esquema que ficou conhecido como “Operação Sanguessuga”.Segundo informações da assessoria do MPF, o ex-deputado recebia propina de empresários para aprovação de emendas parlamentares orçamentárias direcionadas à aquisição de unidades móveis de saúde para diversos municípios do estado da Bahia.

Aprovadas as emendas,o processo licitatório para compra das unidades móveis era manipulado e os recursos, apropriados pelos condenados. O assessor parlamentar do ex-deputado; e os empresários Darci José Vedoin, Luiz Antônio Trevisan Vedoin e Ronildo Pereira de Medeiros, também participavam do esquema e foram condenados.Todos os réus foram condenados à suspensão dos direitos políticos pelo prazo de oito ano, bem como à proibição de contratar com o Poder Público pelo prazo de dez anos. Coriolano Sousa Sales e Weliton Brito David Carvalho foram condenados, ainda, a perda solidária no valor de 17.540 reais, perda das funções públicas, caso as estejam exercendo, pagamento solidário de 5 mil reais como multa civil e mais 5 mil reais a título de dano moral coletivo. Operação Sanguessuga 

A operação foi deflagrada pela Polícia Federal, que investigou uma organização criminosa especializada no fornecimento fraudulento de unidades móveis de saúde, ambulâncias, odontomóveis, veículos de transporte escolar, unidades itinerantes de inclusão digital e equipamentos médico-hospitalares a prefeituras municipais de todo o país.Os empresários Darci José Vedoin, Luiz Antônio Trevisan Vedoin e Ronildo Pereira de Medeiros foram alvo de diversas ações propostas pelo MPF e relacionadas com  a operação e com a “Máfia das Ambulâncias”.