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'Auxílio iPhone', 'auxílio panetone' e mais: veja os penduricalhos suspensos por Dino no serviço público

Decisão do ministro do STF mira benefícios sem previsão legal que inflaram supersalários e vale para União, estados e municípios

  • Foto do(a) author(a) Esther Morais
  • Esther Morais

Publicado em 6 de fevereiro de 2026 às 07:17

Dinheiro
Dinheiro Crédito: Marcelo Camargo/Agencia Brasil

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a revisão e suspensão de uma série de benefícios pagos a servidores públicos - os chamados “penduricalhos” - que vêm sendo usados para elevar salários acima do teto constitucional. A decisão alcança os Três Poderes e todas as esferas da administração pública, incluindo municípios, estados e o governo federal.

Entre os auxílios citados na decisão estão pagamentos que ficaram conhecidos popularmente como “auxílio iPhone”, “auxílio panetone” e “auxílio peru”, classificados pelo ministro como vantagens sem amparo legal e que, apesar dos nomes informais, se tornaram recorrentes nos últimos anos.

Sede do Supremo Tribunal Federal (STF) por Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Dino também apontou outros benefícios que devem ser revistos, como licença compensatória passível de conversão em dinheiro, gratificações por acúmulo de processos ou funções, auxílio-locomoção e auxílio-combustível sem comprovação de despesas, além de auxílio-saúde e auxílio-educação pagos independentemente de gastos efetivos. Também entram na lista o acúmulo voluntário de férias e a licença-prêmio convertida em indenização.

Segundo o ministro, houve uma “multiplicação anômala” de verbas classificadas como indenizatórias para driblar o teto constitucional de remuneração. A determinação dá prazo de 60 dias para que os órgãos públicos façam a revisão. O tema ainda será analisado pelo plenário do STF em 25 de fevereiro.

Tags:

Stf