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Caso Marielle: Moraes mantém prisão de Brazão e Rivaldo Barbosa

Os dois estão presos desde março do ano passado em presídios federais

  • Foto do(a) author(a) Tharsila Prates
  • Foto do(a) author(a) Agência Brasil
  • Tharsila Prates

  • Agência Brasil

Publicado em 24 de abril de 2025 às 21:23

Marielle Franco
Marielle Franco Crédito: Marcelo Freixo/ Wikimedia Common

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter a prisão de dois acusados de serem mandantes no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018. A íntegra do despacho ainda não foi divulgada.

Na decisão proferida nesta quinta-feira (24), Moraes manteve a prisão preventiva do conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão e do ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa. Eles estão presos desde março do ano passado em presídios federais.

Os pedidos de soltura foram feitos após a decisão do ministro que concedeu prisão domiciliar a outro acusado pelo assassinato da vereadora, o agora ex-deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). A cassação do mandato foi publicada no Diário Oficial da Câmara desta quinta-feira (24). O documento diz que declarou "a perda do mandato eletivo do deputado João Francisco Inácio Brazão por incorrer na hipótese prevista no art. 55, Ili e§ 3° da Constituição". O artigo citado, do regimento interno da Câmara, fala sobre os critérios de presenças em sessões.

Motivação do crime

De acordo com a investigação realizada pela Polícia Federal, o assassinato de Marielle está relacionado ao posicionamento contrário da parlamentar aos interesses do grupo político liderado pelos irmãos Brazão, que têm ligação com questões fundiárias em áreas controladas por milícias no Rio. Desde o início das investigações, os acusados negam participação no crime.

No início deste mês, o ministro Alexandre de Moraes concedeu prazo de 30 dias para apresentação das alegações finais na ação penal que trata do assassinato de Marielle.

As alegações finais fazem parte da última etapa antes do julgamento do processo. O prazo deverá ser cumprido pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e as defesas dos réus.

Após a entrega das manifestações, Moraes vai elaborar o voto sobre a questão e marcar a data do julgamento, que vai definir pela condenação ou absolvição dos acusados.

O caso pode ser julgado pela Corte no segundo semestre deste ano.